Você é o que você come

VOLTAMOS EM 2012

12/12/2011

Tenha cautela com as almôndegas industrializadas

Fonte: Coma com os olhos

Sinônimo de praticidade e sabor, as almôndegas congeladas têm o seu local cativo no freezer dos brasileiros, seja para incrementar a macarronada ou complementar uma refeição. Mas será que os produtos nacionais estão em dia com a qualidade? Para descobrir a resposta, avaliamos a qualidade físico-química, higiênica, de rotulagem e sensorial de almôndegas de carne bovina e de frango.
Na análise dos rótulos, verificamos a denominação de venda, a data de fabricação, a data de validade, o lote, o nome do fabricante e endereço, conservação, validade após abertura, informação nutricional, informação sobre a presença ou ausência de glúten, SAC, nacionalidade da indústria e facilidade de leitura do rótulo. De modo geral, todos são completos. As exceções são os produtos Aurora, que não informavam a validade após abertura, e as almôndegas Qualitá (tanto a bovina quanto a de frango), que não indicavam o lote, apenas data de fabricação e validade (veja mais na pág. 20). O lote é uma informação importante para o consumidor: quando surge um problema associado ao produto, o lote impresso na embalagem permite uma melhor identificação e rastreabilidade, facilitando em casos de recolhimento.

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Produtos são de boa qualidade
As análises físico-químicas (teores de carboidratos, proteína, gordura e cálcio em base seca) são importantes, por determinarem em conjunto com outros parâmetros os padrões de identidade e qualidade das almôndegas congeladas.
Em se tratando de produtos cárneos, quanto menor o teor de carboidratos, melhor para o consumidor. No caso das almôndegas, o máximo permitido é de 10%, limite que foi cumprido por todas as amostras. Os teores de proteínas também foram parecidos: todos acima de 12%. Mas as marcas Aurora e Sadia (carne bovina) e Qualitá (frango) foram consideradas as melhores por apresentarem teor proteico superior a 15%.
Se você come comida congelada e está de olho na balança, pode ficar tranquilo com relação aos teores de gordura. Tivemos uma variação de 6,35% (almôndega de frango da Sadia) a 11,7% (bovina, da Aurora), índices bem abaixo dos 18% máximos permitidos pela legislação. Com relação ao teor de cálcio em base seca, que pode denunciar a utilização de matéria-prima de má qualidade (como restos e pedaços de ossos), todos os produtos estão próprios para o consumo. Enquanto as almôndegas Perdigão (bovina e de frango) e Sadia (bovina) não apresentaram traços de cálcio em base seca, as demais possuíam valores próximos ao máximo estabelecido na legislação (0,1% no produto cru), o que, portanto, não compromete o seu consumo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), um adulto pode ingerir, por dia, até 5 gramas de cloreto de sódio (sal de cozinha), o que equivale a aproximadamente 2 gramas de sódio. Em nosso teste, descobrimos que as almôndegas de frango possuem um teor de sódio menor que as de carne bovina. Porém, em todos os casos, não é um teor elevado, tendo em vista que a almôndega será consumida como a porção proteica da refeição. Em resumo, as almôndegas de frango são mais seguras para a dieta
de pessoas hipertensas.

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A marca Aurora é a única fiel ao rótulo
Você tem o direito de saber o que de fato come. E os fabricantes, a obrigação de informar o que estão comercializando. Por isso, fizemos uma comparação, cruzando os dados fornecidos pelos rótulos com o que encontramos em nossa análise laboratorial (veja mais no quadro abaixo). O único produto que não apresentou problema nessa análise foi a almôndega Aurora. Entretanto, apesar do desencontro das informações, as demais almôndegas podem ser consumidas sem risco à saúde.
Também verificamos a presença de micro-organismos indicadores de qualidade higiênica e patógenos. Foram  avaliados coliformes totais, coliformes fecais, bolores e leveduras, E. coli, Estafilococos coagulase positiva, Salmonella sp. e Clostridium sulfito redutor

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07/11/2011

Será um milagre??????

“Miojo Milagroso”, com apenas dez calorias, vira dieta da moda

Fonte: Folha de São Paulo

Aos 51, Nigella Lawson é linda, tem uma pele incrível e é famosa por suas receitas e seus hábitos em extinção, como fumar, beber e comer sem culpa, sempre provando pratos calóricos na TV e lambendo os dedos de satisfação.

A chef e apresentadora inglesa (GNT, quinta, 18h) age como se manteiga, vinho e chocolate fossem entidades sagradas, nunca antes difamadas por médicos e entusiastas da magreza.

Parecia teletransportada de um tempo em que saúde e corpinho não eram sinônimos e pressões por “vida saudável” eram mais flexíveis.


Um mês antes de a musa do “food porn” (movimento de fetichização da comida) ter aparecido mais magra, seu site falava do ingrediente: “Estamos empolgadas por termos descoberto o miojo milagroso, um tipo de massa livre de carboidratos”.”Nigella quis perder alguns quilos, mas seu desejo nunca foi ficar muito magra. Ela valoriza o prazer de comer e não acha que as mulheres precisam ser magras para serem bonitas e saudáveis”, informou a assessoria.

Em abril, Nigella dizia à revista “Australia’s Woman’s Weekly” que pareceria mais velha se emagrecesse: “Mas tenho momentos de dúvida. Todas as mulheres às vezes pensam ‘meu Deus, não posso sair, meus quadris estão muito grandes’. Mas há uma faixa na qual cada um se sente bem, eu não posso passar dela”. Duas semanas atrás, o “Daily Mail” mostrava a apresentadora mais magra.

O fenômeno do miojo da Nigella repete o padrão de celebridades: surgem magras, indicam o produto responsável, aí consumidoras enlouquecidas movem montanhas atrás do emagrecedor da vez.

No Brasil, o miojo atende pelo nome de “itokonnyaku” e é encontrado na Liberdade.Em outros países, o santo é chamado de “konnyaku”, “shirataki”, “konjac”. Os americanos criaram um nome que vende: “miracle noodle” (miojo milagroso). Dezenas de sites oferecem o produto, incluindo o Amazon.

É ela que faz o alimento ser usado no emagrecimento e no controle de colesterol, glicose, triglicérides, pressão. No Japão, é conhecido como “vassoura para o estômago”.O macarrão de Nigella é uma espécie de melancia das massas. Contém 97% de água e 3% de fibras -na forma de uma substância viscosa chamada glucomanan.

“Em contato com a água, o glucomanan se expande, criando grande volume no estômago. A pessoa se sente satisfeita”, diz a nutricionista Fernanda Pisciolaro.

O macarrãozinho age como uma redução de estômago temporária, explica o nutrólogo Eric Slywitch: “O estômago comporta 1,5 litro. Esse alimento preenche cerca de 300 ml quando consumido sem exagero. Isso ajuda a emagrecer sem sentir fome”.

Ele lembra, no entanto, que o miojo milagroso tem poucos nutrientes.

LÍNGUA DO DIABO

No Japão, o miojo emagrecedor também é conhecido como “língua do diabo”. Além de ser vendido em forma de macarrão é encontrado em um bloco que lembra goiabada cascão. Nessa forma, tem cheiro forte, textura gelatinosa e é chamado de “konnyaku”.

Para Diogo Celente, cozinheiro do Prana Sushi, delivery de Porto Alegre que serve o alimento nessa forma de bloco, o mérito do ingrediente insosso é incorporar os temperos: “É como chuchu”.

Um grande bloco de “konnyaku” tem apenas dez calorias e provoca grande sensação de saciedade por conta das fibras solúveis. No Prana Sushi, esse bloco é fatiado e grelhado com shoyo.

Quando recebe forma de macarrão, o alimento pode se transformar em “shirataki” ou em “itokonnyaku”. A diferença entre os dois é a espessura e a textura, mas levam os mesmos ingredientes (“konjac” e água).No Japão, há quem compre o bloco e o transforme em macarrão em casa. Segundo o chef Dylan Koishi, isso é muito difícil: “Eu nunca fiz, mas minha avó fazia”. Por conta do gosto sem graça, ele sugere o uso em sopas e cozidos, para absorver o sabor dos caldos.

cachoeira branca

O “shirataki” (cachoeira branca, em japonês) é mais fininho e difícil de ser achado no Brasil. É vendido nos EUA em embalagens que incluem temperos prontos.

Há outras opções, como miojos feitos de tofu levemente mais calóricos (cinco calorias para cem gramas) e menos tradicionais no Japão.

Os “shiratakis” de tofu foram popularizados em Nova York em 2008, quando a então executiva da Warner Brothers e autora de livros gastronômicos Lisa Lillien passou meses escrevendo sobre as vantagens dessa massa em seu site.

Na época, uma marca de “shirataki” chegou a incluir em suas embalagens selos dizendo que o produto havia sido recomendado por Lillien.
Lillien permanece fiel ao “shirataki” de tofu. Ela conta que já provou a versão da moda, feita com “konjac”: “Muita gente tem comprado essa versão por ter menos calorias que o miojo de tofu, mas acho que não vale a pena. O macarrão com tofu tem só 20 calorias por pacote e a textura é bem mais parecida com que o que conhecemos por massa.”

01/11/2011

Ingerir pouco sal também faz mal à saúde, sugere novo estudo

Para pesquisadores, consumo deve ser moderado; resultado pode acender debate sobre metas ideais

Fonte: Estadão/Saúde

Consumir uma quantidade moderada de sal seria mais saudável do que ingerir muito pouco ou excesso de sódio, informam pesquisadores em um estudo que com certeza irá acender o debate sobre os efeitos cardíacos do sal na dieta.

Os médicos têm advertido que a ingestão elevada de sal aumenta o risco de hipertensão e outros problemas cardíacos. Ainda que se saiba que reduzir o consumo de sal diminui a pressão, uma ampla revisão de estudos publicada este mês sugeriu que reduzir o consumo de sal não melhoraria necessariamente a saúde da população em geral.

Especialistas da McMaster University, no Canadá, descobriram que pessoas que consumiam uma quantidade moderada de sal tinham menor risco de desenvolver problemas cardíacos, enquanto que aqueles que tinham dietas com alto conteúdo de sal apresentavam mais riscos de derrames, ataque cardíaco e outros eventos cardiovasculares.

Por outro lado, os participantes do estudo que ingeriam dietas com baixo teor de sal corriam mais risco de morte por cardiopatia e de hospitalização por insuficiência cardíaca, informa o artigo publicado no Journal of the American Medical Association.

“Nossos resultados destacam a importância de reduzir a ingestão de sal naqueles que consomem dietas ricas nesse elemento, e a necessidade de diminuir o teor de sódio nos alimentos industrializados que têm muito sal”, diz Salim Yusuf, um dos líderes do trabalho. “No entanto, para aqueles com ingestão moderada, ainda é uma pergunta sem resposta se uma maior redução de sal na dieta seria benéfica”, acrescenta. Segundo os pesquisadores, a melhor forma de estabelecer isso seria com testes clínicos mais amplos.

Uma colherada

Para o estudo, a equipe avaliou os níveis de sódio e potássio encontrados numa amostra matutina de urina de quase 30 mil voluntários em dois ensaios clínicos. Após cerca de quatro anos, aproximadamente 16% dos participantes tiveram algum tipo de evento cardíaco. Os autores observaram a correlação entre o consumo de sal e o risco de problemas para o coração.

Como visto em estudos anteriores, a ingestão elevada e sal – entre 7 e 8 gramas de sódio por dia – foi nociva para a saúde do coração. Mas um consumo muito baixo – menos de 3 gramas por dia – também significou maior risco de morte por problemas no coração e de hospitalização por insuficiência cardíaca.

Os autores assinalam que os resultados podem desafiar os guias de alimentação nos Estados Unidos, que recomendam consumir menos do que 2,3 gramas de sódio por dia, ou 1,5 gramas para as pessoas que correm mais riscos de hipertensão ou doenças cardíacas.

Uma colherada de sal, ou aproximadamente 5 gramas, contém 2,3 gramas de sódio. Em um comentário na mesma publicação, o especialista Paul Whelton, da Tulane University, diz que os resultados do estudo deveriam ser lidos com precaução, e sinaliza problemas com a forma com que os cientistas estimaram a ingestão de sal com base em uma única amostra de urina.

Whelton disse que o aumento dos eventos cardíacos no estudo estaria relacionado a doenças subjacentes. Em geral, segundo ele, os argumentos científicos pró redução da quantidade de sal nos alimentos industrializados continuam sendo fortes e a “evidência disponível não justifica o desvio da meta estabelecida de diminuir a exposição ao sódio na dieta na população geral”.

A pressão arterial elevada é um dos principais gatilhos de enfartes, derrame e outras doenças cardiovasculares, as quais em conjunto representam a maior causa de morte no mundo e custam a vida de mais de 17 milhões de pessoas a cada ano.

30/11/2011

Lanchar na parte da manhã prejudica dieta, diz estudo

Fazer alguns lanches entre o café da manhã e o almoço pode prejudicar a dieta mais do que consumi-los em outros horários do dia. É o que aponta estudo publicado no Journal of the American Dietetic Association

Fazer alguns lanches entre o café da manhã e o almoço prejudica a dieta, mais do que consumi-los em outros horários do dia. O estudo, publicado no Journal of the American Dietetic Association, mostrou que as mulheres que fizeram uma dieta por um ano e lanchavam na parte da manhã perderam 7% do peso, enquanto as que não tinham esse costume perderam 11%. Além disso, as que comiam durante a parte da manhã estavam mais propensas a lanchar mais durante o dia. O estudo mostrou que 47,8% das que comiam durante a manhã comiam três ou mais lanches por dia, enquanto apenas 38,9% das mulheres que lanchavam mais tarde comiam tantas vezes assim. Segundo a pesquisadora autora do estudo, Anne McTiernan, quem se alimenta entre o café da manhã e o almoço o faz por hábito e não para saciar a fome

Mulheres que estavam fazendo dieta durante um ano e tomavam lanches na parte da manhã perderam, em média, 7% do peso, enquanto as que não tinham esse costume perderam 11%.

A necessidade de comer durante esse período é, segundo os pesquisadores, um sinal de que a alimentação da pessoa não é saudável. “A pessoa não come durante esse período para satisfazer a fome. É apenas um reflexo de não se preocupar com os hábitos alimentares”, acredita Anne McTiernan, autora do estudo.

O estudo foi realizado com 123 mulheres obesas ou acima do peso, com idades entre 50 e 75 anos. Elas participavam de um estudo para identificar se perder peso e exercícios físicos tinham algum efeito no câncer de mama.

Enquanto 97% das mulheres faziam lanches durante o dia, apenas 19% tinham o costume de comê-los entre 10h30 e 11h30. Os pesquisadores apontaram que o momento mais comum em que 76% das participantes lanchavam era entre 14h e 17h30.

As mulheres que comiam durante a parte da manhã estavam mais propensas a lanchar mais durante o dia. O estudo mostrou que 47,8% das que comiam durante a manhã comiam três ou mais lanches por dia, enquanto apenas 38,9% das mulheres que lanchavam mais tarde comiam tantas vezes assim.

Durante a pesquisa, os cientistas descobriram que os hábitos alimentares vêm sendo alterados e que as pessoas estão comendo mais sem se preocupar. Como o número de lanches entre as refeições aumentaram, as calorias ingeridas também, visto que poucas pessoas diminuíram as calorias de outras refeições.

Lanche saudável

Na opinião dos pesquisadores, lanches saudáveis podem ajudar a pessoa a ter uma dieta bem sucedida, além de aumentar a saciedade.

O estudo mostrou que as mulheres que comiam entre dois e três lanches saudáveis por dia ingeriam mais fibras do que as que só comiam um ou nenhum. As que comiam na parte da tarde também consumiam mais frutas e vegetais do que as outras.

McTiernan conclui que quem deseja emagrecer precisa se educar para incorporar lanches saudáveis à dieta.

29/11/2011

Beber bastante água faz mesmo bem à saúde

Por UOL Notícias

O antigo adágio que recomenda beber oito copos de água por dia para garantir a saúde do organismo é considerado um mito por muitos.
Porém, pesquisas realizadas ao longo dos anos sugerem que beber mais água ajuda mesmo a limpar os rins de sódio, ureia e toxinas do corpo. No ano passado, dois grandes estudos encontraram um menor risco de problemas renais em longo prazo entre as pessoas que bebem mais água e outros líquidos diariamente.

Em um relatório publicado na revistaNephrology de março, pesquisadores da Universidade de Sydney, na Austrália, e de outras instituições acompanharam mais de 2.400 pessoas com mais de 50 anos. Aquelas que bebiam mais líquidos – cerca de três litros por dia – demonstraram ter um ”risco significativamente mais baixo’’ de doença renal crônica do que aquelas que bebiam menos.

Além disso, em um estudo publicado no mês passado no The Clinical Journal of the American Society of Nephrology, cientistas canadenses acompanharam 2.148 homens e mulheres saudáveis, com idade média de 46 anos, durante sete anos. Eles observaram os marcadores da função e da saúde renal e utilizaram o volume de urina para determinar a quantidade de líquidos que os indivíduos bebiam diariamente. Após controlar fatores como o diabetes, o fumo, medicamentos e outros, eles descobriram que aqueles que tinham maior volume de urina – em outras palavras, aqueles que beberam mais líquidos – eram menos suscetíveis ao declínio da função renal.

De acordo com os autores, os resultados não incentivam a ingestão de ”quantidades abusivas de líquidos’’, que podem causar efeitos colaterais. Mas fornecem evidências de que aumentar moderadamente a ingestão de líquidos, para mais de dois litros por dia, ”pode de fato trazer benefícios ao rim’’.

”Acredite você ou não, agora parecer haver provas de que o ‘mito’ segundo o qual beber oito copos grandes de líquido por dia faz bem aos rins se sustenta’’, disse o Dr. William Clark, um dos autores do estudo e nefrologista no Centro de Ciências da Saúde de London, em Ontário.

Conclusão Um aumento moderado de ingestão de líquidos pode proteger os rins.

24/11/2011

Comer rápido aumenta chance de se tornar obeso

Comer muito rápido aumenta as chances de se tornar obeso. É o que aponta estudo publicado na revista Journal of the American Dietetic Association. De acordo com os pesquisadores, as mulheres, entre 40 e 50 anos, que comiam rápido tinham mais propensão de se tornar obesas.

O estudo, organizado pela Universidade de Osaka, monitorou os hábitos alimentares de três mil pessoas e descobriu que os homens que se alimentavam muito rápido apresentavam 84% de chances de ter excesso de peso. Nas mulheres, estes riscos eram multiplicados por dois entre as mulheres.

Ian McDonald, professor da Universidade de Nottingham, explicou ao Daily Mail, que comer muito rápido atrapalha os comandos do cérebro e deixa o órgão sobrecarregado.

Segundo o médico, a grelina é produzida quando o estômago está cheio e isto demora cerca de 20 minutos depois que a refeição é iniciada, para que o cérebro receba a mensagem de que se está satisfeito. Sendo assim, quanto mais rápido uma pessoa come, mais ela precisa comer para que o cérebro entenda que está satisfeita.

Os médicos acreditam que esse hábito é adquirido ainda quando criança, quando se deseja comer rápido para poder sair o mais depressa possível da mesa.

Além do aumento de peso outros estudos também já associaram o comer rápido a outros transtornos, como o refluxo. Cientistas da Universidade de Medicina da Carolina do Sul analisaram que quando uma refeição de 690 calorias era consumida em cinco minutos ao invés de 30 minutos, o refluxo era comum.

19/11/2011

Cirurgia de redução de estômago pode causar aversão a comida calórica, diz médico

  • Em São Paulo, pacientes que tinham o hábito de ingerir grandes quantidades de chocolate passam a ficar satisfeitos com um pedaço pequeno após a cirurgia bariátrica

Cerca de um terço dos pacientes submetidos à cirurgia de redução do estômago passam a ter aversão a alimentos gordurosos e açucarados. Essa mudança de paladar tem sido estudada por especialistas como o britânico Carel Le Roux, do Imperial College de Londres.

O médico esteve presente no 8º Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, que termina neste sábado (12) em Gramado (RS).

Ele conta que muitos desses pacientes, que antes apreciavam alimentos calóricos, de repente passam a ter desejo por comida saudável, como frutas e vegetais, chegando a surpreender os familiares.

As causas dessa alteração ainda não são totalmente compreendidas. “Pacientes que tomavam café com muito açúcar ou muito chocolate, por exemplo, passam a ficar satisfeitos com uma quantidade muito reduzida”, comenta Le Roux.

A mudança foi comprovada em estudos como o publicado este ano no American Journal of Physiology. O método avaliado pelo médico, no caso, foi o chamado “bypass gástrico em Y de Roux”, cirurgia que envolve a redução do estômago com desvio do intestino.

Cerca de 30% dos pacientes, no entanto, continuam sentindo desejo por comida gordurosa e açucarada após o procedimento. “É preciso entender que isso não acontece porque eles não foram motivados o bastante, mas por razões fisiológicas”, comenta. Essa parcela de pacientes corre mais risco de voltar a engordar alguns anos após a operação.

Estima-se que a cirurgia interfere nos sinais que o estômago envia ao cérebro durante a ingestão dos alimentos e na forma como o mecanismo de recompensa é acionado. Uma das substâncias que estariam envolvidas nesse processo é o peptídeo GLP1.

Le Roux observa que a compreensão desses hormônios pode levar à criação de medicamentos que, no futuro, ajudem a combater a obesidade sem a necessidade de cirurgia.

12/11/2011

12 novos hábitos para emagrecer

Perder peso e não engordar nunca mais. Gostou da idéia? Então experimente este programa que ajuda você consertar seus hábitos alimentares sem sofrer. É satisfação garantida e nenhum quilo de volta

Por Eliane Contreras

Não foi do dia para a noite que você aprendeu a gostar de fritura, salgadinho, doce de leite. Então, se está disposta a comer melhor e mudar de vida, não espere milagre instantâneo. “Os erros à mesa devem ser deixados de lado aos poucos e os bons hábitos adquiridos gradativamente”, fala a nutricionista Andrea Esquivel, da Clínica de Medicina Avançada, em São Paulo (SP). Ou seja, virar o cardápio do avesso e tentar mudar tudo de uma vez é o mesmo que entrar numa guerra para perder — seu corpo vai reclamar e você não vai segurar a onda.

Para ajudar você a ter sucesso nessa empreitada, BOA FORMA trouxe de nossa visita de Anaheim, nos Estados Unidos, uma proposta que dá certo. Lá, no maior encontro de profissionais de fitness do mundo, a IDEA, superespecialistas em emagrecer sem sofrer elegeram a saída para esse drama de tantas garotas: o pulo-do-gato é fazer uma mudança por vez. Só depois que a primeira modificação vira hábito, você parte para o próximo desafio. “Para fazer essa virada, é preciso acreditar que a nova atitude vai trazer um benefício e que não exigirá um grande esforço para entrar na nossa vida.

Com isso em mente, fica mais fácil fazer as alterações na alimentação”, diz a norte-americana Kristine Clark, diretora de nutrição do Centro de Medicina Esportiva da Universidade da Pensilvânia (EUA), que aposta no método.

Baseada nessa idéia, a nutricionista Rosana de Oliveira, do Spa Naturallis, em Natal (RN), preparou um programa de três meses. Na primeira semana, você começa a beber mais água até chegar a 2 litros por dia. Fácil demais? A regra que comanda esse jogo é: devagar e sempre. Na segunda semana, você investe em mais um novo hábito e treina durante sete dias, sem, é claro, abandonar a conquista da semana anterior. E assim vai.

Se você já pratica qualquer dos desafios propostos, ótimo! Passe para o próximo. Mas, se escorregar, não desanime. Tente novamente e vá em frente. Já os sucessos, mesmo pequenos, merecem ser premiados. Se dê um presente no final de cada semana: vale chamar a turma para dançar, reservar uma tarde de sábado para aquela amiga que não vê há tempos ou assistir um filme alto- astral. Depois das 12 semanas, é só comemorar os quilos a menos naquele tubinho ma-ra-vi-lho-so.

Frase

A regra do jogo é: devagar para ir longe. Reduza o chocolate aos poucos, até chegar num Alpino. Comece dividindo sua barra com uma amiga

A cada semana, uma nova conquista

1º Semana

ÁGUA ANTES DE COMER

Você já sabe que o corpo precisa de oito a dez copos todo dia. O truque é quando tomar. Anote: dois copos de água uma hora antes do café da manhã, do almoço e do jantar. Antes de cada lanche, mais um copo. “Nosso corpo nem sempre identifica bem a sede”, diz Kristine Clark. “Por conta disso, às vezes confundimos a falta de hidratação com fome e exageramos na comida.”

Tática: você pode deixar lembretes do tipo “não se esqueça da água” na agenda ou na caixa postal do celular. Manter uma garrafinha cheia na mesa de trabalho ou na bolsa dá certo.

2º Semana

CAFÉ DA MANHÃ TODOS OS DIAS

Pesquisas comprovam que quem toma um café da manhã nutritivo corre menos risco de comer feito uma leoa nas outras refeições. Além disso, você garante mais pique e concentração. Uma fruta, uma xícara de café com leite desnatado e uma fatia de pão integral com presunto magro ou peito de peru é uma ótima pedida para começar bem o dia.

Tática: se não tem apetite quando acorda, comece com a fruta e, aos poucos, acrescente outros alimentos. Quem vive correndo pode optar por produtos prontos e saudáveis, como iogurte desnatado, suco light de caixinha, torrada integral e barrinha de cereais.

3º Semana

MAIS REFEIÇÕES

“Quem divide o que come em cinco refeições por dia acelera o metabolismo entre 5 e 15%”, diz a nutricionista Heloísa Guarita, especialista em fisiologia do exercício. Imagina se você ainda maneirar nas porções: é emagrecimento na certa, porque você evita os picos de fome.

Tática: o ideal é comer a cada três ou quatro horas. Se você toma o café da manhã às 7 h, faça um lanche às 10 h, almoce às 13 h, lanche às 16 h e jante às 20 h.

4º Semana

REFRI UMA VEZ POR SEMANA

Aproveite que você já adquiriu o hábito de beber mais água e reduza o refrigerante, que não acrescenta nada de bom ao organismo. Light ou normal, tanto faz: consumidos com a comida, diluem o suco gástrico e prejudicam a digestão.

Tática: nas refeições, tome no máximo meio copo de água. No barzinho ou no restaurante, vá de sucos pouco calóricos, como maracujá e limão com adoçante.

5º Semana

MAIS FRUTA, MENOS FOME

As frutas frescas são cheias de vitaminas, minerais e fibras. Ou seja, alimentam e enganam a fome. Coma de três a quatro porções por dia, variando os tipos e inclua sempre uma cítrica (laranja, mexerica, limão) para melhorar a absorção do ferro presente nos outros alimentos.

Tática: substitua o doce da sobremesa por uma fruta e economize um montão de calorias. Se detesta fruta, comece com as desidratadas, que são bem docinhas.

6º Semana

A VEZ DOS INTEGRAIS

Seu organismo consome mais calorias para digerir os produtos integrais do que os refinados. Quer mais? As fibras presentes especialmente nos grãos e nas farinhas integrais melhoram o funcionamento do intestino, varrem as toxinas do corpo e aumentam a sensação de saciedade, já que tornam a digestão mais lenta.

Tática: troque o pão branco pelo integral, de centeio ou de aveia, de preferência light. Depois, faça o mesmo com o arroz e o macarrão. Acrescente grãos (soja, cevadinha, grão-de-bico) nas saladas; aveia nas sopas; granola no iogurte; gérmen de trigo nos sucos ou nas frutas picadas.

7º Semana

CHOCOLATE PELA METADE

Esse é o tipo de alimento que na medida certa faz bem: a todo momento surgem estudos comprovando que o polifenol, substância presente no chocolate, protege o coração, reduz o colesterol ruim, combate o envelhecimento precoce. Em excesso, a gente já sabe: vira pneuzinho.

Tática: em vez de comer uma barra inteira, coma metade mais uma maçã ou uma fatia de mamão. A fruta vai ajudá-la a chegar a um Alpino por dia. Barrinhas de cereais e frutas secas cobertas com chocolate (tipo Supino) também matam o desejo e têm inúmeras calorias a menos.

8º Semana

LANCHES MAIS SAUDÁVEIS

A mania de comer biscoito, bala e docinhos o tempo inteiro arrasa qualquer silhueta. Veja só: 1 bombom + 50 g de ovinhos de amendoim + 3 balas + 3 biscoitos recheados = 553 calorias, mais de 1/3 do que deveria consumir num dia inteiro.

Tática: se você ama doce, na hora do lanche procure trocar o biscoito recheado por ameixa, banana ou damasco seco. Se não vive sem salgado, vá de sanduíche de pão integral com presunto magro. Outras opções gostosas: iogurte light com frutas; um punhado de amêndoas cruas sem sal; 1 suco light de caixinha com 2 torradas integrais; um capuccino com leite desnatado.

9º Semana

MASTIGUE, MASTIGUE, MASTIGUE

Quanto mais você mastigar os alimentos, melhor para a digestão e para espantar os quilos extras. A saciedade tem a ver com o tempo que levamos para comer. A partir de 20 minutos de mastigação, o cérebro começa a receber mensagens de que o corpo já está satisfeito. Se terminar a refeição antes desse tempo, vai querer repetir o prato.

Tática: a cada garfada, descanse os talheres ao lado do prato enquanto mastiga. Você também pode contar o quanto mastiga cada garfada: 20 vezes é um bom número.

10º Semana

50% MENOS GORDURA

Você não vive sem batata frita? Não precisa eliminar da sua vida, mas também não dá para comer todo dia e ser feliz… Reserve as frituras para os fins de semana e corte a quantidade pela metade.

Tática: em casa, mude a forma de preparo. No lugar de mergulhar os nuggets e pasteizinhos na frigideira, leve-os ao forno. Faça o mesmo com o bife e os filés de peixe e de frango.

11º Semana

VERDE ANTES DE TUDO

Você pode comer folhas à vontade. São levíssimas e têm um montão de vitaminas e fibras. Um prato só de verdes antes do almoço vai ocupar seu estômago e você vai acabar comendo menos alimentos que engordam. Para temperar, use uma colher de chá de azeite com limão e pouco sal; mostarda; shoyu light, vinagre ou molho de iogurte.

Tática: rúcula, agrião, escarola, acelga e alface podem ser consumidos refogados, picadinhos nas sopas, na carne moída, no frango de panela, no recheio das tortas, massas e panquecas e até nos sucos (evite coá-los para manter as fibras intactas).

12º Semana

JANTAR ATÉ AS 20h

Quando dormimos, o metabolismo desacelera e a gente consome menos energia. Quanto mais próximo da hora de dormir você jantar, maior o risco de armazenar gorduras. O ideal é comer pelo menos duas horas antes de ir para a cama: se isso acontece por volta das 22 h, jantar às 20 h é uma boa pedida.

Tática: quando for impossível comer mais cedo, faça um prato mais leve, com salada, vegetais cozidos e carnes brancas magras, de preferência grelhadas, ou tome uma sopa de legumes, mas nunca deixe de jantar.

Fonte: Boa Forma

09/11/2011

Comida contra o mau humor

Alguns alimentos têm o poder de mexer com o nosso estado de espírito e levantar o astral. Conheça os mais eficientes e inclua-os na sua dieta

Por Marcia Melsohn

Alimentação saudável e equilibrada não é bom só para ficar de bem com a balança e prevenir doenças. Ela também pode dar uma mãozinha para melhorar o humor naqueles dias em que a gente acha que nada vai dar certo. É que alguns alimentos têm em sua composição substâncias que trazem sensação de bem-estar, aumentam a disposição e ainda dão um chega para lá na tristeza.

Segundo a nutricionista Lara Natacci, mestre em comportamento alimentar pela Universidade de São Paulo e diretora da Dietnet Assessoria Nutricional, na capital paulista, estudos comprovam a influência da comida no nosso estado de espírito. Lara explica que dois aminoácidos presentes em vários alimentos, o triptofano e a tirosina, produzem neurotransmissores — substâncias químicas responsáveis pela comunicação entre as células nervosas — que têm ligação direta com o alto astral: a serotonina, a dopamina e a noradrenalina. Os nomes podem ser complicados, mas a ação desse trio é simples e traz boas emoções.

Vitaminas do complexo B, especialmente o ácido fólico, também interferem no humor. “Algumas pesquisas relacionam baixas concentrações de vitamina B12 e ácido fólico em indivíduos com depressão e apontam melhora quando acontece suplementação desses nutrientes”, diz Lara Natacci. Na lista de nutrientes capazes de contribuir para que a gente exiba um sorriso daqueles estão o ômega-3 do atum, os carboidratos dos pães e alguns minerais, casos do magnésio, cromo e selênio.

Veja abaixo as melhores sugestões de alimentos com esses componentes e procure incluí-los sem exagero na sua dieta. Só o consumo moderado pode ter efeito positivo e ajudar a manter o pique no dia a dia.

Ervilha, feijão, grão de bico, carne vermelha, peixes, ovos, leite e seus derivados
Contêm triptofano, precursor da serotonina

Massas, pães, batata, cereais integrais e arroz 
São carboidratos ricos em fibras ou amido, ajudam a aumentar a produção de serotonina. Evite os carboidratos simples, como os dos doces, que provocam oscilações nos níveis de açúcar do sangue, causando impacto negativo no humor.

Óleo de milho, mariscos, cereais integrais, carnes
São cheios de cromo, mineral que eleva a ação dos receptores de serotonina

Atum, salmão, sardinha, truta, arenque, cavala, linhaça
Carregam doses generosas de ômega-3, uma gordura do bem que espanta a fraqueza, a fadiga e a desatenção

Brócolis, tomate, rúcula e cogumelo
Fornecem ácido fólico, que interage com a serotonina e a noradrenalina, atuando contra a depressão

Pistache e caju
O duo está lotado de vitamina B1, substância essencial na síntese de neurotransmissores ligados ao bem-estar e que ainda participa da conversão de glicose em energia

Pimenta vermelha, gengibre, linhaça, guaraná em pó, mostarda, café, vinagre de maçã e acelga
Trata-se de alimentos termogênicos, aqueles que aceleraram a queima de calorias e têm ação estimulante

Amêndoas, nozes, amendoim e castanhas
Têm magnésio, cobre e selênio, cuja ação antioxidante ajuda a inibir a depressão

Ostras, mariscos e carne vermelha magra
Contêm vitamina B12, que contribui para combater a depressão

Chocolate
Além de ser fonte de triptofano, libera endorfina, que traz sensação de prazer, e ainda garante uma baita disposição mental. Trinta gramas do meio amargo por dia é a medida ideal.

Fonte: Emagrece Brasil

24/10/2011

Aprenda a ler os rótulos dos alimentos

Entender as informações nutricionais nas embalagens dos produtos é o primeiro passo para manter uma alimentação saudável

Simplesmente contar as calorias que são ingeridas todos os dias não resolve o problema de quem está disposto a manter a saúde em dia e a boa forma. O principal é observar a qualidade dos alimentos e não deixar o estômago vazio por muito tempo. E, para ter sucesso nessa missão, o primeiro passo é checar com bastante atenção as informações nutricionais que vêm nos rótulos dos produtos. Só assim, podemos ter certeza de que estamos mantendo uma dieta balanceada.
Se você ou alguém na sua família têm alguma restrição alimentar, esse hábito é ainda mais indispensável. “Trata-se de algo fundamental para escolher com maior consciência os alimentos”, afirma Patrícia Campos, nutricionista do Instituto Vita, em São Paulo. Os números do Ministério da Saúde indicam que 70% das pessoas que ligam para o Disque-Saúde, serviço que esclarece dúvidas da população, consultam os rótulos na hora da compra. No entanto, mais da metade delas não entende o significado do que está impresso ali. E de nada adianta ler sem compreender.

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, é responsável pela regulação dos rótulos dos alimentos. De acordo com suas regras, é obrigatório constar neles valor energético, porção, medida caseira e quantidade por porção de carboidratos, proteínas, gorduras, fibras e sódio do alimento. Entenda cada item e componha uma alimentação saudável para você e sua família:

Porção: É a quantidade média recomendada para consumo daquele alimento dentro de uma dieta saudável. Geralmente, aparece em gramas ou mililitros. Preste bem atenção nesse item, porque os dados presentes no rótulo são sempre para uma porção, que pode ser, por exemplo, duas fatias de pão de forma, ou 50 gramas. Se você tem o hábito de consumir apenas uma fatia, divida os valores da tabela pela metade.

% VD : A sigla significa percentual de valores diários e indica quanto o produto apresenta de energia e nutrientes para uma dieta de 2000 calorias (kcal) ou 8400 quilojoules (kJ). “Uma sopa de pacotinho contempla 30% das necessidades diárias de sódio. Isso é muito. Será que não é melhor comprar legumes e fazer uma sopa caseira com bastante potássio e pouco sódio?”, recomenda a nutricionista Patrícia Campos.

Medida caseira: Ao lado da porção, aparece essa informação muito importante, já que a maioria das pessoas não tem balança à mão para pesar os alimentos. Uma porção de cereal matinal tem 30 gramas, ou ¾ de uma xícara de chá. É para facilitar a vida do consumidor. Os termos mais usados nesse item são fatia, xícara, pote, unidades, copo e colher de sopa.

Valor energético: É a energia que nosso corpo produz por meio dos carboidratos, proteínas e gorduras totais presentes em uma determinada porção de alimento. São as famosas calorias. Mas essa informação também pode aparecer em quilojoules (kj). Aí é preciso lembrar que 1 kcal equivale a 4,2 kJ. A necessidade diária desse nutriente para um adulto saudável é de 2.000kcal ou 8.400 kJ.

Carboidratos: A principal função desse componente é fornecer energia para as células do nosso corpo. Mas o que não é utilizado pelo organismo é armazenado em forma de gordura. Por isso, é preciso ficar de olho no %VD para não exagerar. Eles estão mais presentes em pães, massas, arroz, farinhas, tubérculos e doces. A necessidade diária para um adulto saudável é de 300 gramas.

Proteínas: Atuam na construção e manutenção dos tecidos e órgãos do nosso organismo, como os músculos, e ainda dão sensação de saciedade, o que ajuda a comer menos. Por gastar mais energia ao serem process¬adas, elas aceleram o metabolismo, gerando um maior gasto calórico. Mas precisam ser consumidas na medida certa, caso contrário financiam o ganho de peso. Por isso, olho vivo mais uma vez no %VD. As proteínas são encontradas principalmente em carnes, ovos, leguminosas — feijões, soja, ervilha –, leite e seus derivados. A necessidade diária é de 75 gramas.

Gorduras totais: São excelentes fontes de energia e ainda ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K. Esse valor na tabela engloba a soma de todos os tipos de gorduras encontradas no alimento, as de origem animal e vegetal. É um dos itens que mais merecem atenção. O consumo além da conta vai, com certeza, inflar os pneus. Isso porque 1 grama de carboidrato fornece 4 calorias, enquanto a mesma quantidade de proteína, 9 calorias. A necessidade diária de gordura para um adulto saudável em uma dieta de 2000 calorias é de 55 gramas.

Gorduras saturadas: São as encontradas em alimentos de origem animal, como carne, pele de frango, queijos, toucinho, leite integral e manteiga, entre outros. Atenção redobrada nesse item, porque o exagero pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares. Por isso, muita moderação na hora de ingerir alimentos com alto %VD. A necessidade diária não passa de 22 gramas.

Gorduras trans: É o elemento que mais deve ser controlado e, se possível, evitado. Também conhecidas como ácidos graxos trans, essas gorduras estão disponíveis em alimentos industrializados, como margarinas, biscoitos, cremes vegetais, sorvetes e salgadinhos prontos, que têm gordura vegetal hidrogenada na sua preparação. Elas não desempenham nenhuma função no organismo e ainda são grandes inimigas do funcionamento do coração. Repare que, inclusive, não há %VD dessa substância na tabela, pois sua ingestão não deve ser estimulada. A Anvisa recomenda que não se consumam mais de 2 gramas desse componente num dia.

Fibra alimentar: Diferentemente das gorduras, as fibras devem ser vistas com muito bons olhos. A ingestão delas é fundamental para o organismo. Elas ajudam a controlar as taxas de glicemia e de colesterol, melhoram o trabalho do intestino e, de quebra, aumentam a sensação de saciedade. Portanto, procure consumir alimentos com alto %VD dessa substância. Elas estão em vários tipos de alimentos de origem vegetal, como frutas, hortaliças, feijões e cereais integrais. Vinte e cinco gramas por dia já trazem todos esses benefícios.

Sódio: Presente no sal de cozinha e em alimentos industrializados — salgadinhos de pacote, molhos prontos, embutidos –, o sódio atua na regulação hídrica e até no funcionamento do cérebro. Mas, em excesso, pode ser bastante prejudicial, provocando retenção de líquidos e aumento da pressão arterial. Por isso, os hipertensos devem controlar o consumo desse nutriente. O bom mesmo é evitar alimentos com %VD de sódio elevado. A necessidade diária é de 2400 miligramas.

Nunca é demais saber

• Segundo as regras da Anvisa, os ingredientes devem aparecer na tabela nutricional em ordem decrescente. O primeiro é aquele que está presente em maior quantidade no produto e o último, em menor. Essa informação facilita na hora de comparar duas ou mais opções na gôndola.
• A nutricionista Patrícia Campos recomenda que, ao bater o olho no rótulo, o melhor é ir direto à quantidade de gorduras, sódio e fibras, que juntos dão uma ideia da qualidade do alimento.
• Para ter uma alimentação mais saudável, dê preferência a produtos com baixo %VD para gorduras saturadas, gorduras trans e sódio; e a produtos com alto %VD para as fibras alimentares.
• O controle do sódio deve ocorrer em duas frentes: é preciso evitar as bombas cheias do mineral disponíveis nas prateleiras dos supermercados e economizar nas pitadas de sal durante a preparação dos alimentos.
• Pessoas com restrições alimentares precisam saber o quanto podem consumir de cada nutriente e sempre contabilizar a sua ingestão.

Fonte: EmagreceBrasil

19/10/2011

Refeição em família para manter a forma

Saiba o que não pode faltar no prato de todas as gerações

Sentar-se à mesa e fazer uma refeição com a família é um hábito em extinção. Algumas crianças, inclusive, mal sabem o que é isso. Infelizmente, porque esse costume, que pode parecer um mero detalhe, promove uma sensação tão boa de acolhimento que tem reflexos no humor, na autoestima e até na balança. Então, o ideal é encontrar brechas semanais na agenda, reunir todo mundo e aproveitar o momento.

Nessa reunião, filhos, pais e às vezes até avós se encontram. Que tal observar o que cada uma dessas gerações deve privilegiar na hora de compor o prato? Claro que há alimentos que são unanimidade e trazem benefícios em qualquer etapa da vida, mas alguns são mais importantes, talvez até imprescindíveis, dependendo da faixa etária de cada um. Suprir essas necessidades, sem cometer exageros, vai garantir saúde de sobra e ainda deixar toda a família em paz com a balança. Veja o que não deve faltar na alimentação de crianças, jovens, adultos e pessoas maduras:

Crianças até 12 anos

Em fase de crescimento, meninos e meninas precisam de nutrientes que ajudem a formar as células dos tecidos e que forneçam muita energia para dar conta de todas as atividades, que não são poucas. Por isso, as proteínas presentes em carnes, aves, peixes, ovos, leites e derivados são fundamentais para os pequenos. “Os carboidratos vão fornecer a energia necessária para correr, brincar e estudar. Cereais, massas, biscoitos sem recheio e grãos são boas pedidas”, diz a nutricionista Samantha Macedo, da Equilibrium Consultoria, em São Paulo. Segundo ela, o cálcio é essencial para a formação dos ossos e aí mais uma vez o leite e seus derivados entram com força total. Vegetais verdes escuros e frutas secas também contêm esse nutriente. A vitamina A, que está na cenoura, nos brócolis e no espinafre, atua na proteção contra doenças infecciosas, comuns nessa idade. Para evitar anemia e cansaço, Samantha recomenda carne vermelha, feijão, espinafre e couve, por conterem bastante ferro. No caso dos vegetais, o ideal é combiná-los com a vitamina C das frutas cítricas para melhorar a absorção do mineral.

Dos 13 aos 20 anos

Na adolescência, o corpo da garotada é extremamente exigido. Eles têm que lidar com os estudos, a vida social, os esportes, enquanto os hormônios trabalham a todo vapor. Os jovens são bastante agitados por natureza e, portanto, sentem mais fome. Por isso, é preciso fazer de tudo para que eles recorram a alimentos saudáveis, que vão dar mais equilíbrio ao organismo e criar bons hábitos para o resto da vida. “As refeições devem conter alimentos ricos em ferro, como o feijão, e carboidratos, de preferência os integrais, que são ricos em fibras e fornecem energia de forma gradual”, afirma Samantha Macedo. Cereais integrais, como aveia e granola, frutas com casca e sementes recarregam as baterias da moçada. Cálcio e vitamina D também são importantes nessa fase, em que ocorre o estirão de crescimento. Leite e seus derivados fornecem esses dois nutrientes que vão fortalecer os ossos. Salmão, atum e sardinha ainda podem reforçar o estoque de vitamina D, que também participa da formação óssea.

Dos 20 aos 35 anos

O metabolismo desses jovens adultos não é o mesmo da adolescência e, depois dos 30 anos, ele começa a se tornar bem mais lento. Para manter o pique que o início da vida profissional exige, é preciso fazer lanches saudáveis nos intervalos das refeições, de preferência com frutas e cereais. “Essa mudança de ritmo do organismo exige atenção especial no controle do peso”, alerta a nutricionista da Equilibrium Consultoria. Proteínas de boa qualidade, vindas de peixes magros, frango e peito de peru, além de alimentos com baixo índice glicêmico, lotados de fibras, como massas integrais, grãos e castanhas, vão ajudar nessa tarefa. Mulheres que planejam engravidar devem acrescentar ácido fólico à dieta, que será crucial na formação do tubo neural do feto. Melão, abacate, lentilha e vegetais verdes escuros são ótimas fontes desse nutriente.

Dos 35 aos 50 anos

Em geral, são tantas atividades e responsabilidades nesse período da vida, que poucos passam por ele sem ter experimentado um esgotamento físico e mental. Por isso, é importante investir em alimentos cheios de substâncias que melhoram a disposição sem comprometer as medidas. Outras boas opções são as amêndoas, as nozes, o amendoim e a castanha-do-pará, que contêm selênio e magnésio. Esses minerais combatem os radicais livres, moléculas por trás do envelhecimento precoce. A vitamina E do azeite de oliva também tem efeito antioxidante — duas colheres de sopa desse óleo fornecem 10% da necessidade diária dessa vitamina. Banana, cereais integrais, queijo e atum fornecem vitamina B6, que ajuda a controlar o humor e a ansiedade.

É hora também de começar a olhar seriamente para os índices de colesterol, triglicérides e açúcar no sangue. Aposte em alimentos ricos em fibras, como aveia, trigo em grão, sementes, feijões e frutas com casca, para ajudar no controle desses índices. O salmão tem dupla função nessa etapa: possui DMAE, dimetilaminoetanol, substância que previne rugas aumentando a elasticidade da pele, e ômegas 3 e 6, gorduras que cuidam do coração. É sempre bacana incluir a soja e a linhaça no cardápio. Além de prevenir doenças cardiovasculares, há estudos indicando que essa dupla faz o papel do estrógeno, que começa a ficar escasso depois dos 45 anos, amenizando os efeitos da menopausa e até da TPM.

Depois dos 50 anos

Alerta ligado! É o momento de investir — sem exageros — nos alimentos funcionais, que, além de nutrir, dão um chega pra lá nos problemas de saúde. Uma boa pedida, de acordo com a nutricionista Samantha Macedo, é a aveia, que contém fibras, como a betaglucana, que auxiliam no controle da absorção do colesterol pelo intestino. As gorduras saudáveis, caso das encontradas no azeite de oliva e na semente de linhaça, também são recomendadas na maturidade, já que removem o LDL, o colesterol ruim, da circulação. O alho é uma escolha certeira para temperar os pratos, porque reforça o sistema imunológico, é anticancerígeno e ainda reduz o colesterol — mas ele tem de ser consumido cru para que todas as suas propriedades sem bem aproveitadas.

O suco de uva é um manancial de resveratrol — e esse flavonoide ajuda a prevenir doenças coronarianas. E, claro, é necessário cuidar da memória e da concentração. Para isso, vale aumentar a ingestão de alimentos com ômega-3, como o salmão e a sardinha, e com vitamina E, a exemplo das castanhas e do abacate. As mulheres ainda devem reforçar o estoque de cálcio, principalmente com leites e derivados, para combater a osteoporose. A partir dos 60 anos, volta a preocupação com a anemia. Assim, lentilha, feijão, cortes magros de carne vermelha, peixe e folhas escuras, excelentes fontes de ferro, precisam bater ponto no cardápio.

Fonte: EmagreceBrasil

03/10/2011

5º vídeo

Quinto e ultimo episódio, da série do Jornal da Band, sobre os perigos da má alimentação. O tema de hoje é a sobre os cuidados com a alimentação infantil. Para ver o vídeo, basta clicar na foto!!!

01/10/2011

4º vídeo

Quarto episódio da série do Jornal da Band, sobre os perigos da má alimentação. O tema  de hoje é, como entrar em paz com a balança, sem por em risco sua saúde. Para ver o vídeo, basta clicar na foto!!!

30/09/2011

3º vídeo

Terceiro episódio da série do Jornal da Band, sobre os perígos da má alimentação. O tema de hoje é anorexia, e seus riscos. Para ver o vídeo, basta clicar na foto!!!

29/09/2011

2ª vídeo

Segundo episódio da série do Jornal da Band, sobre os perigos da má alimentação, o tema de hoje é obesidade e cirurgias para redução de estômago. Para ver o vídeo, basta clicar na foto!!!

28/09/2011

1º vídeo

Começou a passar no Jornal da Band, uma série de reportagens, sobre alimentação e saúde, não percam.

Basta clicar na foto, para ver o vídeo!!!

27/09/2011

Prepare uma refeição saudável em cinco minutos

(7ª dica)

Comida pronta congelada 
A comida congelada, na maioria das vezes, apresenta alto teor de gordura, calorias e sódio que prejudicam a saúde e o regime. A comida congelada deve ficar restrita a dias de emergência geral.

O problema é que elas apresentam uma quantidade muito grande de sódio, item que pode causar prejuízos para quem tem pressão alta, ou trazer esse mal para quem não tem , alerta Daniela Cirulyn. E, se por caso escolher por essa opção, verifique bem o rótulo, prestando atenção nas calorias e na gordura trans.

22/09/2011

Prepare uma refeição saudável em cinco minutos

(6ª dica)

Lanche 
Os lanches são uma boa pedida para os dias que a geladeira não está preparada para uma janta rápida. Só não vale abusar. Existem diversas maneiras de preparar lanchinhos saudáveis e, para os casos de emergência, eles são uma ótima opção. Atum, peito de frango, alface, tomate. São ingredientes rápidos e que podem ser feitas em pequenos minutos

21/09/2011

Prepare uma refeição saudável em cinco minutos

(5ª dica)

Carnes 
A carne também pode ser devidamente preparada para garantir um janta mais rápida. Temperada de um dia para o outro, ela deve ficar na parte mais alta da geladeira, que também é o local mais gelado. “O importante é reparar na textura e na cor do alimento antes do preparo”, explica a nutricionista Daniela Cirulyn. “Se ela ficar escura demais ou escorrendo um líquido de aparência viscosa, é melhor descartar”.

20/09/2011

Prepare uma refeição saudável em cinco minutos

(4ª dica)

Massa
O preparo de massas já é bastante prático e rápido e a nutri ensina como deixá-lo ainda mais fácil. Para agilizar o preparo, basta deixar o molho congelado. Na hora do consumo é só esquentar em uma panela e adicionar pequenos temperos. Fica uma delicia, afirma.

19/09/2011

Prepare uma refeição saudável em cinco minutos

(3ª dica)

Saladas variadas
Até as saladas levam tempo para ficar prontinhas para o consumo. Mas, para elas também existem pequenas práticas que aceleram esse processo. Para agilizar o preparo dassaladas, deixe as folhas já lavadas. Mas é preciso tomar alguns cuidados, como secar bem antes de devolvê-las para a geladeira. Outra dica é deixá-las nas prateleiras de baixo, que são menos geladas, diminuindo o risco de queimar as folhas , explica a nutricionista.

14/09/2011

Prepare uma refeição saudável em cinco minutos

(2ª dica)

Arroz congelado
Cozinhe e congele em pequenas porções. Ele também dura até 3 meses dentro do freezer e não perde nenhum nutriente. O arroz deve ser congelado em potes pequenos, para que não entre muito ar, o que acaba estragando o alimento. É super prático chegar em casa e ter até o arroz prontinho para a refeição , ressalta Daniela Cirulyn.

12/09/2011

Prepare uma refeição saudável em cinco minutos

Confira nossas dicas e coma bem sem gastar muito tempo na cozinha

Fazer o arroz, cozinhar feijão, temperar a mistura: temperar o jantar requer tempo e dá muito trabalho, coisa que você não quer no final de semana. E como ficar de barriga vazia não é nada prazeroso, a única saída, muitas vezes, é optar pelas comidas congeladas ou pelas entregas rápidas de pizza e lanches, totalmente calóricos e nem um pouco saudáveis.
Mas existem diversas maneiras de agilizar o preparo do jantar, deixando tudo praticamente pronto, afirma a nutricionista Daniele Cirulyn, do Instituto Saúde Plena. Separamos as técnicas mais imples e úteis quando o assunto é garantir uma refeição rica, em poucos minutos. Tudo para acabar de vez com as desculpas para comer besteiras antes de ir para cama.

(1ª dica) Feijão congelado

A prática já é bem conhecida, mas as dúvidas ainda existem. Pode ou não pode congelar o feijão? Ele perde os nutrientes? É melhorar temperar antes ou depois? O feijão pode ser congelado, ele dura até três meses dentro do congelador sem perder os nutrientes, mesmo quando ele é temperado antes de ir para o freezer , diz a especialista. E o feijão não perde o sabor porque foi congelado. Para deixá-lo com jeito de fresquinho, a dica é temperar na hora de esquentar.

07/09/2011

O futuro dos inibidores de apetite

Quem está querendo emagrecer, cuidado! Alguns métodos podem ser prejudiciais à saúde. O Conselho Federal de Medicina fez um alerta sobre uma possível suspensão do comércio de inibidores de apetite no país. A medida agora está sendo discutida na Agência Nacional de Vigilância em Saúde (Anvisa). O objetivo é alertar sobre os possíveis problemas e riscos à saúde, que esses remédios podem causar. O médico Cristiano Merheb, especialista em nutrologia, afirma que os medicamentos são indicados apenas para determinados casos e devem ser feitos por um especialista. Conheça alguns inibidores e seus efeitos.

Anfetaminas: agem diminuindo o apetite por meio de uma ação exercida diretamente no sistema nervoso central. Os efeitos colaterais são palpitações, aumento da pressão arterial, irritabilidade, insônia, depressão e dependência química.

Sibutramina, Antidepressivos (fluoxetina, sertralina e bupropiona) e Topiromato:proporciona maior gasto calórico com o pequeno aumento da pressão arterial e batimentos cardíacos. Podem ocorrer palpitações, insônia, aumento da pressão arterial e dor de cabeça, porém, não causa nenhum tipo de dependência.

Orlistat: diminui a absorção de gorduras ingeridas, além de ajudar no controle da glicemia e colesterol. Pode provocar diarréia e esteatorréia, que é a eliminação de fezes com gorduras.

Fonte: Corpo a Corpo

06/09/2011

Será que é fome?

Conheça cinco estratégias infalíveis, para driblar a fome emocional…

Buscar conforto na comida para compensar tristezas e frustrações é uma atitude super comum, mas nem sempre a gente percebe que isso está acontecendo. E quando percebe, não consegue se conter. Nessas horas, os alimentos doces e gordurosos, por serem mais saborosos, são os primeiros a serem devorados num zás trás. “Essa fuga pode até proporcionar algum prazer, mas ele é momentâneo e vem sempre seguido de uma grande frustração”, diz a nutricionista Lara Natacci, mestre em comportamento alimentar pela Universidade de São Paulo (USP) e diretora da Dietnet Assessoria Nutricional, em São Paulo.

Felizmente, é possível se controlar diante da geladeira. Conheça cinco estratégias infalíveis:.

1- Identifique o que faz você comer mais – Faça um diário alimentar, relatando tudo o que ingeriu durante o dia, tomando nota até mesmo dos horários de lanches, refeições e eventuais beliscadas. Junto a esse registro, coloque também o sentimento que consegue identificar em cada um desses momentos ou um pouco antes disso –– tristeza, alegria, cansaço… “Ao lado de cada anotação, use uma escala de 0 a 10 para classificar a intensidade da fome”, recomenda Lara Natacci. Depois de alguns dias, observe e procure perceber o que você está comendo, quando e por quê. Trata-se de uma espécie de exercício de autoconhecimento que vai ajudar a frear os ataques de gula.

2- 
Liste as atividades que gosta de fazer e substitua as guloseimas por uma delas. Nessa relação, devem entrar apenas o que realmente lhe dá prazer. Pode ser dançar, passear com o cachorro, ouvir música, andar de bicicleta, escrever, nadar, cantar e por aí vai. Procure incluir o maior número possível de opções. “Quando vier o impulso pela comida, olhe a lista e tente realizar uma delas”, ensina Lara Natacci. Você vai ver que, na maioria das vezes, dá para fazer essa troca sem dramas e perceber que não é fome o que de fato está sentindo.

3- Faça o teste da fome – Num sábado ou domingo, levante pela manhã e não tome café. Observe quais são as suas reações quando o apetite desperta. Dor de cabeça, um pouco de tontura, mau humor, fraqueza? “Depois desse exercício, quando tiver vontade de comer fora de hora, mas não estiver com uma dessas sensações, a pessoa vai saber que não é fome”, explica Lara. Claro que esse teste só deve ser feito uma vez. E, no dia a dia, ninguém vai precisar esperar por uma dessas reações para, só então, se alimentar. Mas, quando aquela gulodice incontrolável vier à tona, esse pode ser um bom termômetro para sinalizar que é chegado o momento de dizer não aos petiscos.

4- Não armazene guloseimas em casa – O primeiro passo é ir sempre ao supermercado de barriga cheia. Assim, salgadinhos e afins não vão parar no carrinho e na despensa. Sem os quitutes guardados no armário, vão sobrar itens mais saudáveis e menos gordurosos para se satisfazer num momento de fúria. “O risco de exagerar é sempre maior se esses alimentos estiverem ao alcance”, afirma a nutricionista Mariana Del Bosco, responsável pelo Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

5- Evite riscar um determinado alimento do cardápio – Na hora de escolher o que comer, inclua sempre um mix de alimentos que fornecem todos os nutrientes de que precisamos, como vitaminas, minerais, gorduras, carboidratos e proteínas. Estudos provam que restrições severas provocam exageros depois, e o resultado acaba sendo bem pior. É aí que entra o famoso efeito sanfona. Por isso, não pense em cortar radicalmente açúcar ou chocolate, por exemplo. Basta diminuir o consumo. “Quando há a restrição, geralmente logo em seguida vem a compensação, e isso é péssimo”, diz a nutricionista Lara Natacci.

Fonte: Emagrece Brasil

03/09/2011

Como educar os pais que trazem seus filhos para emagrecer

Quando abordamos os jovens casais sem filhos e com problemas de sobrepeso e obesidade, eles sempre se colocam avessos a idéia de prepararem suas refeições. Quando então indagados de como seria a vida familiar com a provável chegada de um filho, a resposta é sempre a mesma. “Quando acontecer, nós pensaremos em mudanças.” Essa atitude revela a nossa grande dificuldade em educar os pais e como será a alimentação dessa geração de crianças, que não terão a oportunidade de um vínculo com alimentação saudável. Seus vínculos terão fortes influências dos lanches, “deliveries” e congelados.

A escolha do alimento é da responsabilidade dos pais, portanto são eles que devem ter uma programação que atenda a um cardápio saudável e diversificado. Esperamos deles que essa escolha seja correta e que eles preparem as refeições ou deleguem essa função a alguém. Comprar pacotes de salgadinho e esperar que a criança escolha a fruta é, no mínimo, ingênuo. Encher armários de bolachas recheadas e salgadinhos em pacotes e se queixar que o filho come muito é, no mínimo, incoerente. Alguém precisa assumir a responsabilidade de alimentar adequadamente as crianças. Não são elas as responsáveis por isso.

Filhos herdam não apenas os genes dos pais. Herdam também seus comportamentos. As crianças observam atentamente as atitudes dos pais e, inconscientemente, elas repetem e assimilam seus hábitos. Isso significa que os pais não vão conseguir que seus filhos se alimentem adequadamente se eles não seguem esse mesmo princípio.

Quando analisamos que os Estados Unidos estão se mobilizando para voltarem a cozinhar, no Brasil nós estamos num movimento contrário. Por aqui, há poucos anos, as famílias ainda faziam suas refeições à mesa. Muito provavelmente isso ainda ocorria na casa dos avós dos nossos pequenos pacientes. Hoje, as cozinhas são adornos totalmente dispensáveis nos apartamentos modernos e as crianças permanecem a mercê dos lanches, “deliveries” e congelados.

Fonte: Blog comer sem culpa

02/09/2011

Saiba a diferença entre a gordura boa e a ruim

Saturada e insaturada

A gordura é um dos componentes essenciais para a dieta. Além de fornecer maior quantidade de energia por unidade de peso (9 Kcal/g), quando comparada aos carboidratos e à proteína, ela contém ácidos graxos essenciais (linoleico e linolênico), que não são produzidos pelo nosso organismo mas precisam estar presentes na dieta. Também confere sabor ao alimento e auxilia no transporte e absorção das vitaminas lipossolúveis A, D, E e K.

As gorduras estão presentes em boa parte dos alimentos que compõem a nossa dieta, logo, é importante conhecer cada uma delas. A gordura saturada tem a função de levar energia às células, porém pode aumentar a quantidade de LDL (colesterol ruim) no sangue, por isso está associada a problemas cardíacos. Sua ingestão diária não deve ultrapassar 7% das calorias totais.

A gordura saturada está em produtos de origem animal como carne, leite e derivados e de origem vegetal como castanhas, azeite de dendê, óleo de coco e de palma e manteiga de cacau. Também está contida na maionese, toucinho, bacon, creme de leite, banha (boi, porco, galinha), carnes embutidas (linguiça de boi, porco ou frango, presunto, salame, mortadela), gordura aparente das carnes, queijos gordos, camarão, mexilhão e caranguejo.

A gordura monoinsaturada também fornece energia e reduz os níveis de LDL no sangue. Deve corresponder a 20% das calorias de sua dieta. Elas estão presentes no abacate, azeite de oliva, azeitona, nozes, castanhas, amendoim, nos óleos vegetais de canola, de soja, dentre outros.

A gordura poli-insaturada contém ômega 3, que reduz os níveis de triglicérides da corrente sanguínea e diminui a agregação plaquetária que pode propiciar doenças cardíacas. A presença do ácido ômega 6 diminui os níveis de colesterol total do organismo. 10% das calorias de sua dieta devem ser provenientes desse lipídeo encontrado nos peixes de água fria como o salmão, o atum, a sardinha, a truta e o bacalhau, e também em óleos vegetais como o de soja, o de milho e o de girassol.

Trans ou hidrogenada

A gordura trans resulta de um processo chamado hidrogenação, em que se convertem gorduras líquidas em sólidas, feito pelas indústrias para aumentar o gosto e vida útil do produto. Ela deixa tudo crocante porque se solidifica nos alimentos após a fritura, formando uma casquinha.

No rótulo dos alimentos aparece como gordura vegetal hidrogenada. A gordura trans está entre as vilãs, assim como a saturada, pois aumenta os níveis de LDL. Mas seu efeito nocivo vai mais além porque também diminui os índices do HDL (bom colesterol) . Ela “plastifica” os vasos levando a infartos e derrames e é relacionada ao diabetes, obesidade e aumento de triglicérides.

Os alimentos hidrogenados não se resumem a frituras. Desconfie dos alimentos sequinhos, aqueles que são fritos, mas não ficam oleosos. Biscoitos (principalmente os recheados e wafers), tortas e bolos prontos e semiprontos, pães (principalmente os doces), batata frita (tanto as de pacote como as de fast food), pipoca de micro-ondas, requeijão cremoso, sorvetes (inclusive os light), chocolate (principalmente os dietéticos), achocolatados prontos, macarrão de preparo rápido, temperos industriais para saladas, margarinas, salgadinhos e temperos prontos em tablete ou pó.

Trata-se de uma inimiga oculta. A indústria de alimentos está empenhada em achar um substituto mais saudável, como o óleo de palma que, apesar de saturado, é menos prejudicial à saúde. Atualmente, a legislação obriga todos os fabricantes de alimentos a informarem na tabela de composição nutricional a quantidade de gordura trans presente no produto.

Portanto, fique de olhos no rótulo, se tiver mais de 2g de trans por porção, não compre. Quando no lugar de um valor específico houver asteriscos (***), significa que a quantidade de trans é pequena (menor que 2g por porção), mas existe. O consumo de vários alimentos com um pouquinho dessa gordura pode fazer com que você ultrapasse facilmente a porção de dois gramas – limite diário estipulado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para um adulto.

Por Anna Christina Castilho

01/09/2011

O esquadrão anti-infarto (agora contra a obesidade e o diabete)

(2ª parte)

A história do pelotão Dash

Ele nasceu em 1997 baseado em preceitos científicos. A primeira versão não propunha cortes no sal, que foram adotados em sua atualização. “É uma dieta com impacto significativo sobre a pressão e que pode reduzir a mortalidade por derrame em até 30%”, diz Emilton Lima Júnior, cardiologista da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

Grãos e cereais integrais

Quanto consumir: 8 porções (cada uma equivale a 1/2 xícara de chá ou 1 fatia de pão) ao longo do dia
O que eles têm: fibras, vitaminas e minerais
Efeito cardiovascular: as fibras reduzem a absorção de colesterol, evitando o tráfego de gorduras pelo sangue. Vitaminas e minerais são antioxidantes e ajudam a evitar o processo que culmina no entupimento do vaso
No peso e no diabete:as fibras propiciam saciedade e facilitam o controle do açúcar na circulação

Frutas

Quanto consumir: de 4 a 5 porções ao dia (cada uma corresponde a 1 unidade média ou 1 copo de suco)
O que elas têm: fibras e antioxidantes
Efeito cardiovascular: a ação conjunta desses dois nutrientes reduz o risco de placas se formarem e crescerem dentro das artérias
No peso e no diabete: os componentes fibrosos diminuem a absorção de glicose e evitam seus picos no sangue. Só vale tomar cuidado com frutas açucaradas, como a uva

Verduras e hortaliças

Quanto consumir: de 4 a 5 porções ao dia (cada uma equivale a 1 xícara de chá do vegetal cru ou 1/2, se ele for cozido)
O que elas têm: fibras, vitaminas e minerais
Efeito cardiovascular: já falamos do papel das fibras, mas as hortaliças são cruciais mesmo por fornecerem potássio, mineral que relaxa os vasos sanguíneos
No peso e no diabete: as fibras auxiliam a domar o açúcar no sangue e a eliminar a barriga de modo mais eficiente. E os vegetais são pouco calóricos, facilitando a perda de peso


Leite e derivados magros

Quanto consumir: de 2 a 3 porções ao dia (cada uma corresponde a 1 copo de leite, 1 xícara de chá de iogurte ou 1 pedaço de 40 gramas de queijo)
O que eles têm: cálcio e proteína
Efeito cardiovascular: o destaque aqui vai para o cálcio, mineral que ajuda a impedir o disparo da pressão arterial
No peso e no diabete: estudos mostram que o cálcio interfere nas células de gordura, minimizando o acúmulo de peso, e contribui para o controle glicêmico

Carnes magras

Quanto consumir: 2 filés pequenos por dia
O que elas têm: proteína e, no caso dos pescados, que deveriam ser consumidos pelo menos duas vezes por semana, a gordura ômega-3
Efeito cardiovascular: proteínas são bem-vindas a todos os tecidos. O ômega-3 combate inflamações nas artérias
No peso e no diabete: há indícios de que o ômega-3 dos peixes favoreça a ação da insulina nas células. Quanto às carnes, dê preferência a cortes magros, como filé-mignon

Leguminosas

Quanto consumir:4 porções por semana (cada uma equivale a 1/2 xícara do alimento cozido)
O que elas têm: fibras e vitaminas como o ácido fólico — a soja ainda tem isoflavona, protetora do coração
Efeito cardiovascular: as fibras diminuem os níveis de colesterol e o ácido fólico é uma vitamina que reduz o risco de formação de placas
No peso e no diabete: mais uma vez, o benefício vem das fibras, que controlam o apetite e as taxas de açúcar

Oleaginosas

Quanto consumir: um punhado (40 gramas) quatro vezes por semana
O que elas têm: vitamina E, selênio e gorduras boas
Efeito cardiovascular: a vitamina E e o selênio resguardam as paredes dos vasos. As gorduras boas, como o ômega-3, atuam contra processos inflamatórios recorrentes
No peso e no diabete: são úteis para vencer a resistência à insulina por trás do diabete tipo 2. Mas não vale abusar, porque castanhas e afins são bem calóricas

Óleos

Quanto consumir: de 2 a 3 colheres de chá por dia — priorize os de soja e canola para cozimento e o azeite de oliva para regar os pratos já prontos
O que eles têm: gorduras mono e poli-insaturada
Efeito cardiovascular: a versão monoinsaturada do azeite regula o colesterol e a poli, representada pelo ômega-3, ajuda a barrar inflamações nas artérias
No peso e no diabete: a monoinsaturada parece atenuar a resistência à insulina. O ômega-3 batalha contra o peso


Um posicionamento sobre os doces

A Dash não desautoriza o seu consumo, mas pede muita parcimônia: a orientação é não exceder 1 colher de sopa por dia cinco vezes por semana. A justificativa é a de que os doces carregam açúcar e gordura saturada além da conta, itens que prejudicam os vasos, impulsionam o ganho de peso e ainda desregulam os níveis de glicose no sangue.

31/08/2011

O esquadrão anti-infarto (agora contra a obesidade e o diabete)

(1ª parte)

Um programa alimentar consagrado no controle da hipertensão acaba de ser eleito a dieta mais completa do planeta

Toda polícia tem uma tropa de elite ou uma unidade de forças especiais, convocada para as missões mais difíceis e delicadas. Os americanos contam com o poder de fogo e a perícia da Swat e, no Brasil, conflitos críticos são resolvidos pelo Bope. O mundo da nutrição também dispõe de um esquadrão de peso, com direito a uma sigla própria e a um arsenal que, em vez de armas, está cheio de grãos, frutas e companhia. Trata-se do Dash, programa alimentar criado nos Estados Unidos há 14 anos e encarregado de desarmar bombas nos vasos sanguíneos. Se traduzirmos livremente do inglês, esse nome significa dieta para combater a hipertensão. Mas, nos últimos tempos, seu poderio provou que não se resume a baixar a pressão arterial.

Médicos e nutricionistas renomados foram convidados pela revista americana U.S. News a eleger a dieta mais saudável do mundo. A Dash desbancou outros 19 cardápios, entre eles a dieta do Mediterrâneo, e ficou com o primeiríssimo lugar. Essa escolha, é claro, pede uma pergunta: afinal, o que a Dash tem que os outros menus não têm? Antes de respondê-la, cabe voltar ao passado e vasculhar seus feitos no contra-ataque à hipertensão. “Esse programa, criado por quatro universidades americanas em parceria, é baseado em critérios científicos rigorosos e seus resultados, mensurados por pesquisas, superaram as expectativas, sendo similares à ação de remédios para a pressão”, resume a ópera o cardiologista Heno Lopes, do Instituto do Coração de São Paulo e autor do livro A Dieta do Coração, publicado por SAÚDE. Quanto à arma secreta da Dash, Lopes aposta no predomínio de frutas: “Elas fornecem muitos antioxidantes, substâncias que atuam na camada interna dos vasos e os deixam mais relaxados e menos expostos a placas”. É uma estratégia perfeita para frustrar infartos e derrames.


A nutricionista Camila Gracia, da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo, acredita no fator praticidade. “É um cardápio de fácil adesão, sem grandes restrições”, afirma. E também destaca o espaço reservado a leites e derivados magros. “Eles fornecem cálcio, mineral que ajuda a controlar a pressão e o peso”, diz.

Os especialistas ainda elencam entre os pontos fortes da Dash a alta oferta de grãos e hortaliças, redutos de fibras que são pouco calóricos. “Os vegetais garantem a esse plano alimentar uma grande quantidade de potássio, mineral que favorece o relaxamento dos vasos”, aponta a nutricionista Camila Torreglosa, do Hospital do Coração, em São Paulo. A Dash, para completar, reforça como nenhuma outra a ingestão de nozes, castanhas e amêndoas. “Além de minerais que combatem a hipertensão, elas têm gorduras do bem que melhoram a fluidez do sangue”, diz Camila. Mas outra característica da Dash, diametralmente oposta à sua rival mediterrânea, é moderar nos óleos. O esquadrão não tolera pratos muito gordurosos.

As qualidades mencionadas nos permitem entender, de quebra, por que esse menu tem vocação para atuar contra o excesso de peso. Um estudo da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, que acompanhou durante dez anos quase 2 300 meninas adolescentes, mostra que aquelas que seguiam mais de perto o modelo Dash engordaram menos ao longo da década. Embora o resultado prestigie a dieta, Heno Lopes lembra que, para enxugar as medidas de forma satisfatória, esse programa tem de ser adaptado a um esquema de restrição calórica. “Pessoas acima do peso devem maneirar nas oleaginosas, que são grandes fontes de calorias”, exemplifica Camila Gracia. E, como a Dash já ensina, cortar carnes e queijos gordos.

Nos últimos meses, surgiram evidências de que o esquadrão anti-infarto merece ser chamado para salvaguardar o corpo de quem tem diabete. Em outra enquete da U.S. News, experts em nutrição alçaram a Dash à condição de melhor cardápio para o controle do açúcar no sangue. “As principais recomendações para o diabético são fracionar a alimentação ao longo do dia e consumir fibras. Ambas são contempladas por esse programa”, avalia a nutricionista Camila Leonel de Abreu, da Universidade Federal de São Paulo. Como se sabe, as fibras encontradas nos vegetais reduzem a absorção de glicose no intestino e promovem saciedade — e tudo isso resulta em taxas de açúcar mais equilibradas.

Se não bastasse quebrar o esquema de fatores de risco que culminam em ataques ao coração, ao cérebro e aos rins, a Dash ainda promete entrar na guerra contra o câncer. “Alguns trabalhos sugerem que essa dieta teria um papel na prevenção de tumores, especialmente o de intestino”, conta Heno Lopes. Mas ainda faltam estudos de longo prazo que legitimem esse potencial. O benefício, nesse caso, viria do conjunto de nutrientes já anunciados, sobretudo os antioxidantes, que servem de guarda-costas às células, evitando sua degradação — o primeiro passo para o surgimento de um tumor. Como você pode perceber, a Dash tem tudo para mostrar que missão dada é missão cumprida. E, enquanto ela aguarda novas condecorações, não seria nada mau convocá-la para a sua rotina.

Continua amanhã…

Fonte: EmagreceBrasil

24/08/2011

É hora de prestar atenção aos lanches dos pequenos…

  • cuidado com lanches que precisam de refrigeração; geleias e alguns queijos processados são boas opções para passar no pão, porque não precisam ficar em recipientes refrigerados.
  • sempre coloque uma garrafinha de água na lancheira.
  • não ponha pacotes inteiros de biscoitos e sim de 4 a 5 unidades, sem recheio.
  • negocie com os filhos um lanche não tão nutritivo apenas uma vez por semana — nada é proibido, procure apenas evitar exageros.
  • faça a criança participar da compra e da preparação, sempre explicando o motivo de escolher determinado alimento e porque ele faz bem.
  • Não deixe o pequeno sair de casa sem o café da manhã. Longos períodos de jejum reduzem o ritmo do metabolismo e comprometem inclusive o aproveitamento na escola.
  • Os pais devem dar o exemplo de alimentação saudável no dia a dia. Pregar saúde à mesa e não por esse conceito em prática põe tudo a perder.
Fonte: EmagreceBrasil

23/08/2011

Quem disse que o chocolate é vilão?


10 truques para o chocolate ajudar na dieta

Você acha o amargo muito forte? Siga as sugestões das nutricionistas da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar, em São Paulo, para se adaptar ao sabor. Saiba também como incluir corretamente a guloseima na dieta.

1 – Escolha as opções de chocolate amargo que têm um toque de laranja ou menta. Pelo menos até se acostumar com o sabor.

2 – Café acompanhado de chocolate cai bem. O calor confere mais conforto ao estômago e a sensação de saciedade se prolonga.

3 – Evite estocar o chocolate em casa ou na gaveta do escritório. Compre à medida que for consumindo.

4 – Prefira ingeri-lo no lanche da manhã. Assim, ao longo do dia, tende a ficar mais fácil controlar a gula.

5 – Outra opção é como sobremesa do almoço. Já saciada, você fica feliz com um pedacinho menor.

6 – Vai deixar o chocolate para o lanche da tarde? Combine-o com um outro alimento fonte de gordura boa (amêndoa) ou de fibras (fruta). A parceria é importante para reduzir o índice glicêmico.

7 – Cacau em pó, sem açúcar e orgânico, também é uma boa opção. Polvilhe-o sobre uma banana assada. A fruta aquecida libera mais triptofano e o chocolate potencializa ainda mais sua ação.

8 – O espetinho de fruta (morango, banana, maçã, uva) coberto com chocolate amargo é uma boa alternativa. Além de ser uma delícia, fruta tem fibra e ajuda a saciar mais.

9 – Damasco também combina com cacau. Pode derreter até 30 gramas no
micro-ondas e coloque por cima de cinco damascos.

10 -Compute as calorias da guloseima no total consumido. E lembre-se: a porção diária não deve ultrapassar 30 gramas (uma barra pequena). Comer uma barra grande por dia engorda!

Fonte: Revista Boa Forma

22/08/2011

Absurdo…

No momento em que o correto é ser saudável, quando se fala tanto em boa alimentação, surge alguém querendo bater um recorde, ser a mulher mais gorda do mundo. O que podemos falar? Isso é ridículo, que exemplo essa mulher quer dar, o exemplo errado.

Qual o preço ela pagará por esse recorde? Sua vida

Triste ver há pessoas que se submetem a isso, muito triste.

12/09/2011

Dica…

Sexta-feira, vem aí o final de semana, hora de ficar atento aos excessos. Caso queira comer algo muuuuuuuuuito calórico, pense se realmente precisa, caso a resposta seja sim, pense se não dá para dividir a porção pela metade.

Já sabe que vai comer um pouco a mais no Dia dos Pais, aproveite o sábado para fazer uma caminhada, a previsão é de tempo limpo amanhã.

Tenham todos um bom final de semana!!!

11/09/2011

Vamos Caminhar?

Bom Dia!!! Que tal começar seu dia com muita disposição?

Agora começaremos a ter caminhadas, no período matinal. As caminhadas serão monitoradas por mim, e podem ter certeza, ajuda muito fazer atividade física com mais pessoas, além de mais animado.

Vocês sabiam que uma caminhada de 30min, gasta cerca de 200Kcal? Pois é…torne isso um hábito, seu corpo agradece.

Qualquer dúvida, é só visitar nossa página da CAMINHADA DO SABÓIA, ou me procurar aqui na escola, as caminhadas começarão na próxima semana.

10/08/2011

Bom senso…sempre

Hoje fui à feira perto da escola, e a mãe de uma ex-aluna comentou: “Prô, você come pastel?” rsrsrsrsrsrs

Sim, eu como pastel, apesar de sempre manter uma alimentação saudável, também me permito vez ou outra, cometer essas escorregadas. Comer pastel, uma vez ao mês, não vai entupir todas minhas artérias, agora ter esse hábito diariamente, SIM.

Um chocolatinho, um sorvete, um doce…é sim, permitido, mas de forma controlada.

Tudo que é exagerado, não é legal.

Até amanhã!!!

09/08/2011

Preste atenção:

08/08/2011

Colesterol…

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Colesterol, você sabe como está o seu? Não é necessário estar acima do peso, para se ter o colesterol alto, portanto, fique atento.

Esses são alguns exemplos de alimentos com alta e com baixa taxa de colesterol.

Alimentos ricos em colesterol: bacon, chantilly, ovas de peixes, biscoitos amanteigados, doces cremosos, peles de aves, camarão, queijos amarelos, carnes vermelhas “gordas”, gema de ovos, sorvetes cremosos, creme de leite, lagosta.

Alimentos que ajudam a reduzir o colesterol: aipo, couve-de-bruxelas, bagaço da laranja, ameixa preta, couve-flor, mamão, amora, damasco, mandioca, azeite de oliva, ervilha, pão integral, aveia, farelo de aveia, pêra, cenoura, farelo de trigo, pêssego, cereais integrais, feijão, quiabo, cevada, figo, vegetais folhosos.

Você tem o hábito de consumí-los?

05/08/2011

I.M.C.

Você sabe o que é, e qual é o seu I.M.C?

O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma medida do grau de obesidade uma pessoa. Através do cálculo de IMC é possível saber se alguém está acima ou abaixo dos parâmetros ideais de peso para sua estatura.

Para calcular, basta clicar na CALCULADORA DE IMC e inserir seus dados. Lembre-se que o peso é em Kg, e a altura em Metros.

Ex: Meu peso: 64Kg      Minha altura 1,80 m

ATENÇÃO: Essa tabela, só é válida para adultos, não é tão precisa para crianças.

04/08/2011

Xô, preguiça…

Com esse frio, a vontade de ficar na cama quentinha e de comer, aumentam, por isso, no inverno é ainda mais importante a pratica de uma atividade física. Muitos só vão se preocupar com o corpo, no verão, quando ele fica mais exposto, mas a hora de começar a se mexer, é agora, aliás, o ideal é que nos mexamos sempre.

Um truque para incentivar a pratica de uma atividade física, é faze-la o mais próximo possível de casa, ou do trabalho. Pode ser uma caminhada, academia, o importante é estar em movimento. Descer do ônibus um ponto antes, já é estar em movimento. Com o tempo, o próprio corpo pedirá mais atividade, então comece a descer 2 pontos antes, quando você perceber, os exercícios deixarão de ser um bicho papão.

Pode ter certeza, seu dia será bem mais produtivo!!!

03/08/2011

Dica…

Para começar a mudar sua alimentação, é necessário ter consciência do que se está comendo. Uma boa dica, é manter um diário, anotando tudo que você consumiu durante o dia. Isso ajuda a ver, se realmente tudo que se consumiu durante o dia, era mesmo necessário. Que tal tentar?

02/08/2011

Dica…

Você sabia, que ao passar roupas por 30 minutos, gasta-se cerca de 80Kcal?  Um copo de suco de laranja, tem 172Kcal.

É muito importante ler os rótulos dos produtos que temos em casa, muitas vezes, pensamos que estamos comendo algo saudável, mas o nível de sódio, está lá nas alturas.

28/07/2011

Começando…

Como anda sua alimentação? E a da sua família?

Em todas as regiões brasileiras, há um aumento contínuo e substancial de excesso de peso, segundo o IBGE. Você sabia?

E você, o que tem feito para evitar isso?

40 comentários sobre “Você é o que você come

  1. Pingback: GENTILEZA GERA GENTILEZA | E. E. ARTUR SABÓIA

  2. uau ! mas que interessante parabéns pró por vc ter formado esse site tao importante para todos os alunos continue assim uma pessoa importante para todos

  3. bom e bem estranho mais a vida e dela um aviso filha tente perde peso beijos rsrsrsrsrsr bom adorei ler e o blog vcs arasan thau!!!!!!!!

  4. meu deus eu estou muito enprecionada com a mulher mais gorda do mundo nossa ela é muito gorda caranba eu ñn sou magra mais também nem sou gorda sou rasuavel mais caranba fala serio … coitada

  5. Achei interessantes as informações sobre nossa alimentação, adoro chocolate mas minha mãe so compra meio amargo, e agora normalmente as coisas estão diet aqui em casa, confesso que aida estou com um pouco de inveja daquele nenem comendo chocolate por todos os poros, mas temos que nos controlar né …
    Beijos
    Valeu de mais as dicas e orientações

    com muito amor : ) Esther L . S

  6. Oi, gostei muinto dessa materia que vc colocou de alimentação vou tomar mais cuidado muinto Obrigada…
    Karen Tavares

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