PAIS PRESENTES

14/05/2014

Como tornar seu filho um cidadão

É possível ensinar aos filhos noções de bom comportamento para com os outros membros da sua comunidade e para com a cidade? Sim, desde que você também os adote!

Fonte: Educar para Crescer

Foto: Claudia Marianno

Foto:

“O melhor lugar para ensinar cidadania é exatamente esse: com seu filho, dentro de casa e nas relações que ele estabelece e aos poucos vai ampliando”, diz a pedagoga Renata Queiroz de Moraes Americano.
Como em vários dias da semana, o pai buscou a filha na escola. Acomodou-a na cadeirinha, no banco de trás do carro, e começou o trajeto de volta para casa. Havia trânsito. Depois de pegar alguns semáforos fechados, assim que surgiu a luz verde, o pai ouviu, em alto em bom som, vinda da cadeirinha, a voz de sua filha:

– “Vai, mulher lerda!”

A menina, de 4 anos, nem se abalou ao ver o pai virar-se, espantado. Afinal, não era assim mesmo que ele fazia? Já o pai foi dormir naquela noite revendo alguns conceitos…

Essa pequena história, real, serve para ilustrar um fato mais do que comprovado: crianças aprendem imitando o comportamento dos adultos, vendo como estes agem e reagem – e não seguindo seus conselhos ou ensinamentos. Portanto, se você pretende ter um filho preocupado com o bem comum, ciente do outro e bom cidadão, não há outro jeito a não ser começar a seguir essa trilha você mesmo.

De nada adianta pedir calma aos filhos e agir feito um desesperado ao volante. Falar às crianças que elas devem ser legais com os amigos e dividir os seus brinquedos se somos os primeiros a furar fila, trafegar pelo acostamento ou largar o carrinho do supermercado dentro do elevador para que outro o leve até a garagem quando dá preguiça. Pode ter certeza: seus filhos vão tratar os outros, e a cidade, exatamente como você os trata. E devolverão consideração ou desrespeito na mesma medida em que os recebem.

Mas, afinal de contas, o que é essa tão falada cidadania? O conceito, que surgiu na Grécia Antiga, designa os direitos e deveres de todos os que vivem nas cidades. Alguns estão expressos em leis, como os direitos civis ou políticos. Outros simplesmente fazem parte das regras de bom senso e de convivência que cada comunidade adota. Em poucas palavras, a questão é simples: para usufruir do monte de benefícios que o viver em comunidade traz, é preciso, também, dar de volta, obedecendo regras estabelecidas e honrando deveres que garantem que o bem comum e os direitos dos outros também sejam preservados.
Muito fácil ensinar isso aos filhos nestes tempos de individualismo extremo, de corrupção, de desrespeito ambiental e social, né?, dirão vocês. De fato, não é. Mas ninguém falou que seria fácil desenvolver a humanidade. O esforço civilizatório nunca foi bolinho, mas precisa ter início em algum lugar. “O melhor lugar para ensinar cidadania é exatamente esse: com seu filho, dentro de casa e nas relações que ele estabelece e aos poucos vai ampliando”, diz a pedagoga Renata Queiroz de Moraes Americano, da Escola Viva, em São Paulo. Assim, as noções vão sendo aprendidas, transferidas aos outros e, quem sabe, um dia, virem universais. Este planeta é nosso e a qualidade de vida nele, física ou socialmente, também depende de pequenas ações de nossa parte. Veja, a seguir, algumas dicas para caminhar na trilha da cidadania. E, depois, confira o teste elaborado pela pedagoga Renata para ter certeza!

1 – Ninguém pode tudo: É na convivência com a família que a criança aprende suas primeiras noções de direitos e deveres, de responsabilidades e liberdades, de certo e errado. E é dever dos pais educar os filhos fazendo-os entender que ninguém pode tudo, que a liberdade de um termina onde começa a do outro, que uns e outros devem respeitar-se e tentar viver em harmonia;

2 – Discurso igual a pratica: A melhor forma de ensinar direitos e deveres é por meio de exemplos, de atitudes – e do diálogo. A criança entenderá aos poucos que os outros e a cidade fazem parte do seu mundo e que não é legal tratá-los mal. Mas de nada adianta fazer discurso bonito na mesa do jantar ao mesmo tempo em que se trata mal o garçom ou quem está servindo – seja sua mulher, filha, filho ou empregado;

3 – Saber o que podes fazer: Crianças devem ser orientadas quanto aos seus próprios direitos. Elas precisam saber que podem determinadas coisas (outras não), e que isso varia conforme a sua idade e o seu nível de responsabilidade vão aumentando. Um irmão mais velho, que já sabe distinguir entre verão e inverno e identificar o que é mais apropriado para cada ocasião, por exemplo, pode escolher suas roupas. Já um menorzinho, não – a não ser que os pais queiram correr o risco de sair com um pinguim de casacão em pleno verão ou com alguém de cueca e botas no maior frio;

4 – Dê bons exemplos: Você cumprimenta seus vizinhos, conversa com eles sobre os problemas da rua ou do condomínio, os ajuda com suas compras, carrega a sacola pesada de alguém no ônibus, participa de atividades comunitárias? Esses são exemplos que seu filho assimilará de que você se importa com seus pares, com o bairro, com a cidade;

5 – Envolva-se em questões da sua comunidade: À medida que as crianças crescem, é possível ir ampliando as noções de cidadania: seu filho participa de conversas sobre a sua rua, escola ou prédio, sobre a cidade, sobre política? Vai com você às urnas em dias de votação? Você procura explicar a ele sobre outros instrumentos que temos à disposição para melhorar nossas vidas? “Política é muito mais do que apenas exercer o seu direito de voto. É aprender a negociar e resolver problemas de todos. E ela está presente tanto em decisões da família quanto em questões maiores, como uma reunião de condomínio ou um conselho de bairro”, diz a pedagoga Renata Queiroz de Moraes Americano. “Quanto mais os seus filhos exercitarem essa capacidade, melhor preparados estarão.”;

6 – Seja democrático em casa: Você exerce algum tipo de democracia em casa? Há decisões tomadas em conjunto por toda a família? Claro que algumas escolhas cabem aos pais, aos responsáveis, mas as crianças podem escolher tanto sobre coisas prazerosas (um passeio, uma guloseima, por exemplo), quanto sobre responsabilidades (do que vão se encarregar na casa? Guardar os brinquedos, arrumar suas camas, ajudar com alguma tarefa?);

7 – Ouça seu filho: Você pede a opinião do seu filho sobre determinados assuntos? Respeita essa opinião? A convivência com o diferente e o aprendizado da argumentação e do respeito para com o outro, mesmo que ele não pense igual, também começam em casa. Tente entender e ouvir o seu filho. “Sempre é preciso levar em conta que as crianças têm menos vivências e experiências, mas vale investigar como e por que elas formaram suas convicções e conversar sobre elas. Você pode até discordar do seu filho, mas não desqualifique sua opinião”, aconselha Renata;

8 – Respeitar o outro – principalmente o diferente – vale para todos. Você acha ruim se alguém tira sarro do seu filho por algum motivo, mas debocha na frente dele de gays ou de alguém que tem determinada religião? Lembre-se: um exemplo vale mais que mil sermões. Ensine seu filho a respeitar regras, valores e costumes diferentes dos seus;

9 – Contribua para a sociedade: Você participa de algum trabalho voluntário? Varre sua calçada? Faz pequenos consertos (ou usa alguma outra habilidade que tenha) para ajudar os outros ou a cidade? Leve seu filho junto! E ensine a ele que há muitas coisas que podem ser melhoradas pela nossa iniciativa, pelas nossas mãos, que não precisam esperar que “alguém” venha fazê-las. Se todos contribuírem em vez de esperar, o resultado sai mais rápido. E isso vale tanto para ajudar a colocar a mesa do jantar quanto para mudar uma cidade.

10/04/2014

Como lidar com a agressividade de seu filho

Para evitar que as crianças se tornem agressivas, os pais devem dar o bom exemplo e estabelecer os limites

Educar Para Crescer

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Falta de limites, maus exemplos dados pelos adultos, situações de estresse: são muitos os motivos que podem levar uma criança a ter comportamentos agressivos. Brigas, chutes, socos e xingamentos algumas vezes são uma forma de a criança expressar suas angústias e seus medos. Em outras ocasiões, são um reflexo da falta de orientação e firmeza dos pais na aplicação de regras e combinados.

Podem ser ainda um comportamento de imitação do modelo dado pelos adultos, quando estes também são agressivos em suas relações com outras pessoas e diante de situações que os desagradam.
É importante que os pais identifiquem quais as causas das manifestações de agressividade das crianças e procurem ajudá-la a compreender que há maneiras melhores de resolver seus problemas ou de expressar seu desagrado diante de uma decepção. Veja as dicas dos especialistas.

1. Por que as crianças têm atitudes agressivas?Pode não parecer, mas a agressividade é uma linguagem, uma forma de expressar sentimentos e desejos. “Não é a maneira mais correta, mas talvez seja a única forma que o filho aprendeu a usar nos momentos de angústia, ansiedade e principalmente de frustração, diz Quézia Bombonatto, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp).

2. Como agir quando a criança se torna agressiva quando é contrariada ou ouve um não?Os pais não devem atender aos desejos dos filhos quando eles tomam atitudes agressivas, porque isso só vai reforçar a ideia de que é pela força, pela agressão e pelo grito que conseguimos o que queremos. “Os pais não podem reforçar esse comportamento. No caso da birra, não se pode atender ao pedido enquanto o filho não tiver um comportamento adequado”, diz Quézia Bombonatto, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp).

3. Quais as consequências de não colocar limites às atitudes agressivas dos filhos?A criança sem limite sofre com a falta de direção e gestão dos pais e aprende que para comunicar ou conseguir o que quer, precisa apelar para a agressividade, conforme explica a psicóloga Eliana de Barros Santos, diretora pedagógica do Colégio Global. “Um exemplo: a criança quer ir ao parque, mas os pais dizem que é hora de ir ao restaurante. Então ela se joga, chora e grita para conseguir o que quer. Os pais continuam negando, mas então ela voa nos pais e os agride de forma verbal e/ou física”. Ela dá outro exemplo do que pode acontecer quando os pais não tomam atitudes diante das agressões dos filhos: “A criança pode ficar acostumada a obter resultados positivos em suas investidas sobre um irmão ou sobre a babá, batendo e brigando. Como acostuma com este comportamento, ao chegar à escola ela fará o mesmo com os amigos e os professores sempre que for contrariada, tentando obter o mesmo resultado que tem em casa. Essa criança agride para conseguir seu objetivo e esse comportamento, se não for corrigido a tempo, vai provocar muito sofrimento a ela e aos que convivem com ela”, explica.

4. Se os pais agem de forma agressiva, isso influencia as crianças?As crianças aprendem, de uma forma geral, por imitação. Por isso, é preciso atenção: muitos dos comportamentos agressivos dos pais e adultos são aprendidos pelas crianças. “Criança vê, criança faz: não temos dúvida de que a criança apresenta comportamentos copiados dos seus pais ou cuidadores. Para se evitar que a criança se comporte de forma agressiva é preciso que os pais revejam o seu próprio comportamento e identifiquem situações onde costumam se comportar de forma agressiva”, diz a psicóloga Eliana de Barros Santos.

5. Jogos ou filmes violentos podem incentivar o comportamento violento?Segundo Quézia Bombonatto, psicopedagoga e presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), jogos ou filmes violentos podem, sim, influenciar o comportamento das crianças, mas não são os fatores que mais incentivam a agressividade. De acordo com ela, proibir simplesmente a criança de assistir ou jogar o que tem conteúdo violento não é a solução. “Não podemos proibir nossas crianças de terem uma participação na vida em sociedade, mas podemos participar e ensiná-los a refletir sobre o que é bom e o que não é tão bom nos filmes e jogos. O importante é haver diálogo e reflexão: incentivar a criança a se colocar no lugar ora do agredido, ora do agressor e fazê-la pensar sobre isso. Isso fará do futuro adulto uma pessoa mais responsável por si”, diz.

6. Que outras situações podem despertar o comportamento agressivo da criança?A agressividade também pode estar vinculada a situações que geram estresse na criança tais como luto, separação dos pais, chegada dos irmãos mais novos. “Para lidar com a situação de forma tranquila é necessário tomar consciência do problema e acolher a criança em seus sentimentos de receio, medo, angústia. Para isto é preciso olhar para ela com cuidado e atenção, buscando ver além do gesto que a criança está utilizando para se fazer entender. Boas horas de intimidade e aconchego verdadeiro são os melhores remédios”, afirma a psicóloga Eliana de Barros Santos.

7. A agressividade pode ser também uma tentativa de chamar a atenção dos pais?Sim, essa também pode ser uma das possíveis causas das atitudes agressivas. “Podemos imaginar que os filhos têm um potinho que precisa ser cheio com carinho e atenção dos pais diariamente. Quando esse potinho estiver vazio, ela vai ficar triste e buscar outra forma de obter a atenção dos pais”, diz a psicóloga Eliana de Barros Santos. Ela sugere que ao encontrar a criança, depois de um período separado, seja pelo trabalho ou por uma simples noite de sono, os pais se preocupem em encher o potinho com atenção verdadeira. “Você verá que a criança, satisfeita em sua necessidade, estará tranquila e somente voltará a requisitar sua atenção muito tempo depois, quando sentir seu potinho vazio. Em sua fome de atenção, ela precisa ser bem alimentada para se desenvolver saudável e tranquila. Lembrando sempre do potinho e cuidando dele, você vai perceber que agressividade, palavrão, birra, serão assuntos pouco lembrados em sua família”, diz a psicóloga.

14/02/2014

Colabore com a vida escolar do seu filho

Sim, ele precisa de ajuda, e a sua é mais importante de todas. Participe organizando a rotina e incentivando o hábito do estudo

Fonte: Educar para Crescer

Foto: A atitude da família ajuda a criança a organizar os estudos

As aulas voltaram, e é hora de começar esse ano letivo com o pé direito e muito entusiasmo. Um ano de novas descobertas, amizades e crescimento aguarda o seu filho. E qual é o seu papel nessa história? O de ajudá-lo na jornada, valorizando os estudos e o assistindo no que for necessário.
“A atitude da família é estruturante”, define apsicopedagoga Maria TeresaMessederAndion,psicopedagoga e mestre em psicologia do desenvolvimento humano, do ensino e da aprendizagem. O que isso significa? Que, sob a batuta de pais que orquestram um dia a dia saudável e estimulante, é muito mais provável que a criança se saia bem nos estudos.Com a ajuda de especialistas, elegemos maneiras práticas de você colaborar. Trabalhando juntos, o resultado com certeza será um sucesso!

 1 – Monte um calendário: Comece este ano letivo organizando-se. Junto com o seu filho, monte uma agenda de segunda a sexta-feira, na qual constem todos os horários, cursos extracurriculares e o período dedicado à lição de casa. Esse cartaz dá a ele uma noção de tempo e espaço e, além disso, segui-lo é uma forma de mostrar aos pais que tem responsabilidade, e de se sentir valorizado por isso. “Esse calendário pode ser feito de maneira lúdica, com canetinhas coloridas e até desenhos, dependendo da idade da criança”, sugere a psicopedagoga Maria Teresa Messeder Andion.

2 – Faça 12 semanas de acompanhamento: “A criança que não tem o hábito do estudo tem de adquiri-lo”, constata a psicopedagoga Paula Furtado. Como? Sendo supervisionado pelos pais em casa. A especialista acredita, com base em estudos neurológicos, que 12 semanas de acompanhamento constante são suficientes para assimilar um novo comportamento. Durante esse período, observe se seu filho faz a lição de casa, tira um tempinho para estudar as matérias e lê livros. Passados os três meses, você verá como ele estará mais apto a administrar seus estudos.

3 – Garanta  boas noites de sono: A rotina em casa tem tudo a ver com o rendimento dos pequenos na escola. Descansada, a criança tem mais disposição para aprender. Sempre com sono e mal-humorada, por outro lado, pode acabar vendo a escola como um estorvo. “O ideal é que a criança durma entre 9h e 10h por noite, pois se movimenta muito durante o dia”, aconselha Marli Veríssimo, coordenadora pedagógica do colégio Kinder Kampus, de São Paulo. O conselho aqui é: tome conta para que seu filho durma cedo e acorde bem disposto no dia seguinte.

4 – Não o deixe faltar sem necessidade: Ir à escola é a premissa de todos os dias da criança – essa é a atividade principal de sua vida. Faltas, com raras exceções, só devem ser permitidas em caso de doença ou perda de um ente querido. Quando não vai à escola, a criança perde oportunidades de aprendizado e de socialização.

5 – Ajude na lição de casa: Nunca faça a lição para o seu filho, até porque é importante que o professor saiba como ele está se saindo nos exercícios. Mas esteja sempre por perto – ou, quando chegar do trabalho, pergunte a respeito – para ler os enunciados em voz alta, tirar dúvidas e incentivá-lo a pesquisar mais sobre o assunto. Tome conta para que ele faça a lição em um local silencioso e bem iluminado.

6 – Leia e incentive a leitura: Uma família que ama os livros e lê jornais e revistas cotidianamente certamente estimula o filho a ler também. Afinal, se a leitura é natural naquele ambiente, por que não seria para ele? Leia para o seu filho e também na frente dele e incentive-o a ler dando livrinhos de presente, levando-a a bibliotecas e livrarias e conversando sobre histórias lidas e vistas nos filmes. Tudo isso vai transformá-lo em um leitor apaixonado, o que é essencial para que aprenda mais na escola, seja um cidadão mais consciente e, inclusive, uma pessoa mais feliz. Como diz o ditado, quem lê nunca está sozinho.

7 – Deixe bilhetinhos: A escrita, que é a maneira como seu filho será avaliado durante toda a sua vida escolar, também é fundamental. E não é só em classe que ele deve escrever. Estimule a comunicação por meio de bilhetes em sua casa – você pode até comprar uma lousa para deixar na cozinha ou na sala – e peça para seu filho também deixar bilhetes para você. Além disso, deixe que ele ajude na hora de fazer a lista do supermercado, brinque com ele de jogos que envolvam escrita (como o Stop) e dê a ele um diário.

8 – Aproxime-se da escola: Se você quer mesmo colaborar com a vida escolar de seu filho, a instituição onde ele estuda tem de ser muito bem conhecida por você. Visite a escola, converse com coordenadores e professores, enfim, entenda que metodologia é usada e informe-se sobre tudo que se passa ali. Assim, você estará por dentro do funcionamento da entidade e dos valores cultivados ali quando seu filho comentar algo em casa. Além disso, sabendo que seus pais são envolvidos, ele tenderá a valorizar mais seu local de estudo.

9 – Mantenha a escola informada: Para que professores e coordenadores possam lidar bem com possíveis dificuldades ou singularidades do seu filho, é importante que saibam o que se passa em casa. Não tenha receio de compartilhar crises familiares, perdas de entes queridos etc. Assim a escola tem todos os dados de que precisa para compreender o seu filho como um ser humano completo, com vida escolar e pessoal.

04/10/2013

Como ensinar a seu filho que ler é um prazer

Dicas para incentivar seu filho a ler todos os dias e, assim, ter amor pelos livros

Fonte: EducarParaCrescer

 Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. “Por meio da leitura, a criançadesenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores”, diz Márcia Tim, professora de literatura do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo (SP).

A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras.

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos. Parece exagero? Nos Estados Unidos, por exemplo, a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children’s Reading Foundation) garante que, para a criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros equivale a 50 mil dólares a mais na sua futura renda.

Então, o que está esperando? Veja nossas recomendações e estimule seu filho a embarcar na aventura que só o bom leitor conhece. Você pode encontrar boas dicas de livros em nossa biblioteca básica de leitura!

Para ler, clique na foto abaixo:

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16/08/2013

10 perguntas que os pais devem fazer aos professores

A participação dos pais na escola ajuda no desempenho escolar das crianças. Uma boa maneira de começar é falando com os mestres

Pais educam, escolas ensinam: apregoa um velho provérbio. De fato, é um erro atribuir à escola a total responsabilidade pelo desempenho escolar das crianças. Pesquisas em todo mundo mostram que o envolvimento da família na vida escolar dos filhos é vital para o desenvolvimento deles. A parceria pais + professores é considerada tão importante que governos pelo mundo investem em medidas para incentivar a presença dos pais na rotina da escola. Em Nova York (Estados Unidos), onde  medidas fizeram com que a cidade fosse considerada um dos sistemas com trajetória de forte melhoria no mundo, segundo um relatório da consultoria Mckinsey, de 2008, existem políticas públicas específicas para estimular a participação dos pais.

Uma das principais iniciativas tomadas pela prefeitura foi a de criar a posição de coordenador de pais para cada uma das escolas públicas da cidade. Esse profissional trabalha como mediador entre a escola e a família: acolhe os pais, tira dúvidas e ajuda quem não pode participar de reuniões da Associação de Pais e Mestres. No Brasil, o MEC, secretárias estaduais e municipais começam a se engajar nessa luta para envolver a família. As escolas brasileiras mais bem colocadas no Ideb (índice de desenvolvimento da educação básica) também têm estratégias para atrair os pais para dentro da escola. “Isso faz a diferença entre uma boa escola e uma mediana”, diz Eliana Aparecida Piccini Coelho, diretora da escola André Ruggeri, de Cajuru (SP), com nota 7,9 no indicador governamental.

A participação é importante, sim, e por isso o trabalho dos pais precisa estar em sintonia com a escola. E, nada melhor, do que uma conversa (ou várias) com o professor da criança para descobrir como ajudar. “A família tem de contar com a escola para cuidar dos filhos, mas essa responsabilidade deve ser compartilhada. Senão, vira um jogo de empurra-empurra e quem sofre é a criança” diz Luciana Fevorini, coordenadora de ensino fundamental II do Colégio Equipe, em São Paulo.

Como começar a conversa com o professor? O contato pode ser informal, aproveitando as entradas e saídas da escola, ou por meio de um telefonema. “Os pais podem ligar para a escola e perguntar o melhor momento para falar com o professor. Mas a escola deve lembrar que a maioria dos pais trabalham e que, muitas vezes, alguns horários são proibitivos”, diz a psicóloga e educadora Ana Inoue. É papel da escola propor momentos de contato entre pais e professores. Se a escola não fizer isso, a família pode exigir a abertura de um espaço para conversa.

Muitos pais, no entanto, podem sentir-se constrangidos em questionar os professores sobre a vida da criança na escola. O motivo, muitas vezes, é o desconhecimento. Demonstrar interesse pelo aprendizado do filho, independente do nível socioeconômico, é o primeiro passo para que ele melhore na escola. “Mesmo que não tenham estudos, os pais podem, sim, conversar com o professor”, diz a pedagoga paulista Carmen Galuzzi. Para ajudá-lo na tarefa de iniciar o diálogo com o mestre de seu filho, consultamos especialistas e identificamos 10 perguntas que podem servir de ponto de partida.

Para ler todos os ítens, basta clicar na foto abaixo.

08/08/2013

8 razões para ir à reunião de pais e mestres

É preciso cuidar com afinco da Educação do seu filho. E frequentar as reuniões escolares é um excelente começo. Quer ver?

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O professor do seu filho conhece suas expectativas em relação ao trabalho dele? E você: sabe exatamente como é o dia-a-dia da criança na escola? Sabe como ela se relaciona com o professor e os colegas? Se você frequenta asreuniões de pais e mestres e mantém um diálogo constante com os profissionais que cuidam da Educação do seu filho, provavelmente deve estar com todas essas questões esclarecidas e, portanto, sentindo-se mais seguro.

Sim, a reunião de pais e mestres não é um mero evento protocolar, que a escola organiza com o objetivo de dar algumas satisfações aos pais. “O objetivo das reuniões é compartilhar interesses e missões tendo em vista os benefícios para o aluno”, define a pedagoga Isa Spanghero Stoeber, uma das autoras do livro Reunião de Pais – Sofrimento ou Prazer?, da editora Casa do Psicólogo.

Compartilhar é mesmo a palavra quando se fala nessas reuniões. Afinal, a relação entre a escola e os pais deve ser de parceria, como ressalta Carmem Silvia Galluzzi, autora do livro Propostas para reunião de Pais, da Editora Edicon. Para ela, as reuniões têm um grande poder de aproximar famílias e escolas. “Os pais recebem orientações, esclarecem dúvidas e, assim, estabelecem uma relação de confiança e cooperação com os professores.”

Do ponto de vista social, estar presente nas reuniões também traz benefícios aos pais e, consequentemente, ao aluno, pois a troca de vivências é grande. “É importante que os pais dos alunos se conheçam e troquem experiências”, explica Fernanda Flores, coordenadora pedagógica da Escola da Vila, de São Paulo.

Enumeramos aqui 8 razões para você sempre marcar presença nesses encontros e tirar o máximo proveito deles.

  1. Conhecer a escola a fundoNa reunião de pais e mestres, tem-se a oportunidade de aprofundar os conhecimentos sobre a proposta pedagógica e a metodologia de ensino da escola onde seu filho estuda. Mesmo que você já tenha refletido sobre esses aspectos no momento da escolha da escola, é interessante se atualizar de tempos e tempos e repensar, nessas ocasiões, se aqueles ideais apresentados pela escola são mesmo compatíveis com os de sua família. Você pode, por exemplo, ter concordado de início com o fato de os professores passarem longos deveres de casa todos os dias. Mas, com o tempo, ao ver seu filho sempre atolado em lições e sem tempo para outras atividades, você pode passar a questionar essa atitude e a metodologia da qual ela faz parte. Nesse caso, é provável que, na reunião, coordenadores e professores expliquem por que, para aquela instituição, as tarefas diárias são consideradas tão importantes. “Nas reuniões, expomos aos pais a nossa proposta”, sintetiza Carmen Silvia Galluzzi, psicóloga educacional do Colégio Oemar, de São Paulo, e professora do Centro Universitário Assunção (Unifai), também da capital paulista.
  2. Acompanhar o aprendizadoPonto alto nas reuniões, o processo de aprendizado das crianças costuma ser discutido para que os pais possam acompanhar o desenvolvimento de seus filhos, ou, no mínimo, ter referências sobre a fase da criança (“Ela já devia estar lendo?”, “E escrevendo?”). É também um momento propício para tirar dúvidas que surgem no ambiente doméstico, principalmente sobre as tarefas que são solicitadas aos alunos. “Posso ajudar meu filho no dever de casa?”, “Por que é importante que ele faça todas as tarefas?”, “Ele precisa estudar todo dia?”.
    É fundamental que pais e professores sintonizem suas cobranças e seus discursos. “Isso evita que a criança tenha conflitos”, explica Isa Stoeber, referindo-se às situações em que os pais, por exemplo, cobram outros afazeres das crianças (como cursos extracurriculares), em detrimento do dever de casa. “É prejudicial quando os pais cobram uma coisa e a escola outra, porque a criança acaba se sentindo sempre em falta com alguém”, conclui Isa, que também é terapeuta de família.
  3. Esclarecer dúvidas de interesse geral“Será que a escola não está aplicando muitos trabalhos em grupo?”, “Por que meu filho tem tanta coisa para estudar?”, “Por que eles precisam de tantos livros didáticos?”. Questões como essas são de interesse coletivo, portanto podem perfeitamente ser levadas para as reuniões de pais. O calendário anual, as excursões e as viagens e os materiais solicitados ao longo do ano também são assunto nos encontros. “A reunião de pais e mestres não visa o individual, mas sim o coletivo”, diz Fernanda Flores, coordenadora pedagógica da Escola da Vila, em São Paulo. Portanto, as informações que serão trocadas entre todos os presentes devem ser de interesse geral, evitando prolongar demais a duração da reunião. “O pai que sente que o filho tem alguma dificuldade ou particularidade que mereça ser discutida deve fazer isso em um horário reservado”, completa Flores. Assim, para que o encontro se torne mais proveitoso, é interessante que os pais levem questões que poderão ser abordadas naquele momento, beneficiando a todos.
  4. Conhecer seu filho sob outros pontos de vistaO comportamento de seu filho pode ser assunto na reunião de pais e é importante ficar atento a essas observações, já que a postura da criança pode definir o seu aprendizado e, claro, sua maneira de se relacionar com os professores e coleguinhas. É importante lembrar que nem sempre o comportamento da criança é o mesmo na escola e em casa, o que, muitas vezes, pode gerar diferentes impressões sobre ela (em casa, ela é extrovertida e falante, mas na escola tende a se fechar e a apresentar timidez; ou é irrequieta na escola, desobediente, enquanto no ambiente doméstico não apresenta tais sinais). Se os pais reconhecem essas diferenças, podem também buscar entender por que elas acontecem (falta de interesse na aula? Insegurança? Baixa autoestima? Distúrbio de atenção? Agitação demais?). Ou seja: conversando com os professores e outros pais, é possível perceber como o filho é visto pelas pessoas que o cercam e, assim, tentar ajudá-lo.
  5. Firmar parceria com a escolaPara a especialista Isa Stoeber, existe hoje uma confusão acerca dos limites pedagógicos e educacionais. Por um lado, a escola acha que os pais estão delegando obrigações demais para a instituição (ensinar, educar, formar caráter); por outro, os pais reclamam que a escola não cumpre seu papel como deveria. O que muitos não percebem é que a relação deve ser de parceria e de cumplicidade, e as reuniões de pais e mestres têm a função de mostrar que isso é possível, chamando os pais para participarem e dividirem responsabilidades, lembrando que a formação em casa complementa a da escola e vice-versa. É função dos pais dar bons exemplos, estimular a criança a ler, mostrar a importância de ela cumprir com seus compromissos, entre muitas outras. “Os professores devem aproveitar as reuniões para explicar às famílias como elas podem estimular as crianças, ajudá-las nas pesquisas, com o dever de casa, mas sem, é claro, assumir completamente essas tarefas”, esclarece Fernanda Flores, coordenadora pedagógica da Escola da Vila, de São Paulo. Trabalhar em parceria – com cada um desempenhando o seu papel – é, ainda, essencial para a criança se sentir amparada e assistida.
  6. Entender as crises da idadeInfância, pré-adolescência, adolescência… As fases do crescimento são muitas e cada uma possui suas particularidades. A escola e os pais precisam estar preparados para lidar com as questões que certamente irão surgir, enfrentando-as com naturalidade e respeito. Nas reuniões, pode ser discutido: o que é típico dessa faixa etária? Como agimos? Um exemplo: deve-se permitir ou não o namoro nas dependências da escola? São questionamentos que podem ser levados para esses encontros, com contribuições para a escola e as famílias em geral.
  7. Conhecer para poder ajudarMuitas escolas, percebendo a dificuldade das famílias para lidarem com certos comportamentos dos filhos típicos da idade, aproveitam as reuniões de pais para promover palestras esclarecedoras. Com isso, a presença nesses eventos se torna ainda mais imprescindível. Quando se tem conhecimento, se consegue ajudar de forma mais eficiente. Uma palestra bastante ministrada nas escolas é sobre sexualidade. A intenção é mostrar para as famílias o quanto é fundamental tratar o tema com naturalidade, procurando sempre conversar com os filhos e manter uma relação de proximidade, amizade e cumplicidade. “A escola é um espaço capaz de abrir esses canais de debate e entendimento”, acredita a professora Carmem Galluzzi.
  8. Mais confiança para todosComo você deve ter percebido, participar das reuniões de pais e mestres é muito importante para aproximar família e escola. E estas têm de se respeitar mutuamente. Se os pais criam uma relação de competitividade com a escola, alimentando o costume de falar mal dos professores, da organização do local e das mensalidades, por exemplo, é possível que a criança também passe a desrespeitar a instituição, o que pode prejudicar seu desenvolvimento escolar. A proximidade e a confiança entre escola e família, quando transmitidas aos alunos, fazem com que eles se sintam mais seguros, aprendam mais e se relacionem melhor.

Espero que todos aproveitem essas dicas

02/08/2013

Fonte: Educar para Crescer

O apoio dos pais e a manutenção de um bom ambiente familiar como extensão da escola são fatores indispensáveis para o desenvolvimento educacional das crianças. A família pode colaborar de várias maneiras: participando das reuniões da escola e verificando o caderno do estudante diariamente; conversando sobre o cotidiano da escola – o que foi ensinado naquele dia; que tipo de trabalhos foram feitos com os colegas – e impedindo que a criança falte às aulas.

Para Priscila Cruz, diretora-executiva do Movimento Todos pela Educação, ações simples dos familiares na realidade educacional dos filhos podem fazer toda diferença. Ela indica o incentivo à comunicação por bilhetes em casa e sugere que as crianças sejam motivadas a ler para os seus pais. “Não se pode entrar na lógica de como ajudar os filhos apenas nos estudos durante o período de provas. É preciso dizer como o pai pode ajudar na melhoria da alfabetização”, diz. Vale lembrar que família pode -e deve-, sim, contribuir com as questões escolares, mas cabe à instituição de ensino a sistematização do conhecimento.

Veja a seguir como colaborar para que o seu filho se dê bem na escola a partir de dicas simples e práticas, baseadas em pesquisas e na experiência dos melhores profissionais da área no Brasil e no mundo.

21/06/2012

IDEB – E. E. ARTUR SABÓIA

As imagens a seguir, mostram a classificação da nossa escola no último IDEB, comparando com outras escolas, e com a meta proposta pelo governo, para ver direto no site, basta clicar no link abaixo.

IDEB – Educar para Crescer

21/05/2013

Três dicas para apresentar trabalhos

Veja como se dar bem na hora de fazer trabalhos em grupo e de apresentá-los para a classe


Foto: Estimular a participação dos colegas é uma maneira de tornar a apresentação do trabalho mais interessante
Estimular a participação dos colegas é uma maneira de tornar a apresentação do trabalho mais interessante

Quando a professora avisa que o trabalho do bimestre vai ser feito em grupo e deve ser apresentado para a classe toda, é o maior susto. Além do frio na barriga, só de pensar em ficar falando lá na frente, todo mundo já começa a imaginar como vão ser os grupos e na trabalheira de preparar tudo e procurar as informações. O melhor é não entrar em pânico. É importante pensar em cada etapa do trabalho e tentar se organizar antes da apresentação. Um bom resultado depende só do esforço e da dedicação do grupo. Confira algumas dicas para preparar um trabalho legal com sua equipe.

Fase 1: organização

Fazer trabalho em grupo é legal, principalmente se você está entre amigos. Nesse caso, só é preciso ficar ligado para não misturar as tarefas com brincadeira. Vocês vão se divertir juntos, mas todo mundo tem de saber a hora de parar e se concentrar.

Pode ser que você tenha de preparar o trabalho com um grupo de pessoas que não conhece muito bem ou mesmo junto com um colega meio chato. Aproveite para fazer novos amigos e nem pense em arrumar confusão. Se ficar brigando ou implicando, logo você é quem vai ser chamado de chato.

Tente se entender com todos e, quando não concordar com a opinião dos colegas, explique seu ponto de vista com calma e respeite a decisão da maioria. Logo na primeira reunião da turma, conversem sobre o assunto do trabalho e dividam as tarefas. É importante que todos pesquisem. Mesmo que um dos integrantes seja fera em desenho, ele não deve ficar encarregado só de cuidar da capa do trabalho. Todos têm de entender o assunto e participar. Resolvido o que cada um vai fazer, marquem as datas de entrega de cada parte.

E se você perceber que há desentendimentos sugira ao pessoal marcar uma conversa com a professora para pedir ajuda na organização.

Fase 2: mãos à obra

Pesquise em livros, enciclopédias, revistas e na internet e faça anotações. Você pode fazer cópias de parte do material ou imprimir o que achar mais legal e sublinhar partes interessantes. Se encontrar informações que possam ajudar outra pessoa do grupo, separe também.

Fique esperto para não pegar informações pouco confiáveis, principalmente na internet. Aposte nas páginas de escolas e universidades (geralmente elas terminam com .edu), organizações não- governamentais (.org) e de órgãos do governo (.gov). Veja também o site da RECREIO. E nem pense em copiar textos da internet e imprimir. Assim você não vai aprender nada e aí nem adianta fazer o trabalho. E se algum colega ou mesmo a professora fizer qualquer pergunta você não vai conseguir responder.

Depois que todos pesquisarem, marquem uma reunião, juntem o material e selecionem o que vão usar para montar o trabalho todo. Combinem um encontro na escola, antes ou depois da aula, ou na casa de alguém. Não se esqueçam de avisar aos pais que estão trabalhando em grupo e peçam a autorizaçãoe a ajuda deles para quetodos possam chegar na hora e local combinados.

Fase 3: na hora H

Conversem sobre a apresentação. É preciso decidir a parte que cada um vai falar e escolher uma maneira de tornar a apresentação interessante. Dependendo do assunto, vocês podem fazer cartazes, levar fotos ou até objetos para mostrar, assim todo mundo vai entender melhor o assunto.

Em algumas escolas, é possível usar programas de computador. Aí vocês podem pedir a orientação de um professor de informática, por exemplo, para preparar uma boa apresentação. Se na sua escola não tiver computador, façam cartazes com desenhos ou fotos. Dependendo do tema, vale planejar uma encenação para fazer a abertura e mostrar o material pesquisado.

No final, peçam que os colegas de sala façam perguntas se tiverem dúvidas. Assim todo mundo participa e aproveita mais a apresentação

22/04/2012

10 atitudes para conseguir que seu filho obedeça e descubra se você age corretamente
Fonte: UOL
Prometer um castigo e não cumprir é tão nocivo quanto fazer pequenas trocas na base da chantagemPrometer um castigo e não cumprir é tão nocivo quanto fazer pequenas trocas na base da chantagem

Falar, mandar e repetir tudo de novo parece chato, mas muitas vezes é fundamental para a educação de uma criança. Não obedecer na primeira vez em que os pais chamam a atenção não significa que o filho está fazendo pirraça –mas é preciso cuidado para que não vire. “O processo de aprendizagem é contínuo e por isso precisa ser revisto sempre. Repetir muitas vezes para que a criança compreenda e execute uma determinada tarefa é comum”, explica a psicóloga infantil Jéssica Fogaça.

Isso ocorre porque o processo de memorização se constitui aos poucos. “Iniciamos a fala com balbucios, depois com algumas sílabas para então chegar às palavras e, finalmente, às frases completas. O desenvolvimento humano é um processo repleto de etapas. Partimos das mais simples para as mais complexas”,diz a especialista.

Uma coisa de cada vez
Se o filho não obedecer na primeira vez ou depois de tantas outras, o problema pode estar também na forma como a informação foi passada e não em seu conteúdo. Acontece de os pais falarem tanta coisa ao mesmo tempo que as crianças não memorizam tudo na hora. Ser claro e objetivo na solicitação e fazer um pedido apenas por  vez são os primeiros passos para o entendimento.

Desde cedo, as crianças aprendem que pai ou mãe não ficarão repetindo a mesma ordem, mas vão exigir obediência. “Geralmente, chegam aos cinco anos cedendo ao primeiro ‘não’. A desobediência ocorre ainda porque este processo de repetição significa para o filho um meio de manter a atenção dos pais voltada para ele, que, em última instância, fica no domínio da situação”, diz a psicopedagoga Maria Irene Maluf.

Pode ser que ele esteja fazendo pirraça para chamar a atenção. Se esse for o caso, cuidado: a criança entende que não obedecer vale a pena e que, em algum momento, vai tirar vantagem disso, afinal, os adultos vão se cansar e ela vai fazer o que quer, como um sinal forte de falta de limites.

Nada de barganha
Prometer um castigo e não cumprir é tão nocivo para a educação do filho quanto fazer pequenas trocas na base da chantagem. “É preciso ser coerente na fala e pensar antes de dar a ordem e a consequência de seu não cumprimento. Ceder por insistência das crianças demonstra falta de autoridade e desfavorece as ordens”, conta a psicopedagoga Maria Cecília Galelo Nascimento, professora da Unip (Universidade Paulista).

Dar mais liberdade e alternativas para os filhos agirem é bom desde que haja supervisão e que eles saibam que existem consequências boas ou ruins. “As crianças devem entender logo cedo que os pais mandam, têm maior conhecimento das coisas e são responsáveis por tudo o que fizerem. Pais são diferente dos irmãos ou dos amiguinhos”, completa Maria Irene Maluf.

LIÇÕES PARA UM FILHO OBEDIENTE

1. Tenha certeza do que fala. Tanto da ordem que passou quanto de sua clareza e entendimento. Explique objetivamente o que espera que seu filho faça e o que pode acontecer se não obedecer.

2. Crianças contrariadas choram. Elas estão começando a viver dentro da realidade, o que nem sempre está de acordo aos seus desejos. Mas frustração, quando adequada à faixa etária, ensina a superar problemas no presente e no futuro, principalmente se os pais estiverem no comando.

3. Evite falar demais. Crianças não precisam de longos discursos sobre as razões pelas quais podem ou não fazer determinadas coisas. Basta falar: resolvi por que é melhor para você.

4. Saiba escutar seu filho. Ao dar a ordem, use de bom senso quando ele tentar negociar e chegar a um acordo. Assim, a criança se vê cumprindo a ordem e os pais ficam satisfeitos e com autoridade.

5. Cuidado com “sim” e “não”. Eles devem ser definitivos, combinados entre os pais e longe dos filhos. Nada pior que um dos pais tirar a autoridade do outro.

6. Seja sensato e firme. Demonstre autoridade com uma fala objetiva e com tom de voz firme, porém amigo. Aja com bom senso ao dar uma ordem. De nada adianta pedir algo que está além da capacidade da criança.

7. Fique em alerta com a desobediência frequente. Isso significa que algo está errado e a frustração dos pais muitas vezes se transforma em palavras e modos rudes. Se perceber que vai perder o controle, saia do ambiente que está com a criança e só volte quando estiver seguro do que falar e fazer.

8. Dê atenção e amor. Pergunte para o filho como foi seu dia, como se sentiu na escola. Se algo estiver errado (fez birra com a professora, por exemplo), avise que ele errou e que pode sofrer um castigo por isso. Elogie bons comportamentos com beijos e abraços. Nada de trocar por presentes e promessas de vantagens.

9. Diga “não” quando for preciso. Sempre de forma educada, controlada e segura. Isso não magoa a criança, não tira a liberdade de expressão, de movimentos ou a criatividade, mas a torna mais confiante e forte.

10. Imponha limites. Os filhos não adivinham o que devem fazer e se sentem inseguros se não tiver alguém tomando conta deles, conduzindo seu comportamento nos momentos de novas experiências. Limites são bons para as crianças e para os pais.

30/03/2012

10 dicas para incentivar o seu filho a ler (cont.)

– Organize um clube do livro: Convide amigos e colegas de escola do seu filho para uma espécie de festa da leitura. No início, cada criança lê o trecho de um livro que pode até ser escolhido por eles (mas com orientação dos adultos). Depois de lida a obra, organize um debate sobre a história. Tudo isso pode ser feito durante uma tarde de sábado ou domingo, com direito a guloseimas que as crianças adoram, como cachorro-quente e chocolate quente (no fim de semana, pode!). “Na infância, a leitura tem de estar ligada a uma atividade divertida”, afirma Rosane Lunardelli, da UEL.

– Ajude-o a ler melhor: Muitas crianças ficam frustradas por ler muito devagar em voz alta. Se é o caso do seu filho, você pode ajudá-lo fazendo exercícios, como cronometrar o tempo que ele leva para ler um texto ou o trecho de um livro em voz alta. A atividade pode ser repetida várias vezes em dias diferentes e, assim, a criança vai poder comprovar o próprio desenvolvimento. Para aprimorar a atividade, peça que ele faça vozes diferentes para cara personagem da história. “A sonoridade fascina as crianças”, explica Lucinea Rezende, da UEL.

– Não pare de ler para ele: Após a alfabetização, é importante incentivar que a criança leia sozinha, mas isso não significa que você deva parar de ler para ela. Quando um adulto lê em voz alta um livro um pouco mais difícil, a criança é capaz de compreendê-lo, o que provavelmente não aconteceria se ela estivesse lendo sozinha. Abuse das vozes diferentes, dos sons, das entonações. Assim, a história fica muito mais emocionante. Parlendas e músicas, por exemplo, são ideais para serem lidas em voz alta. “Histórias lidas em voz alta e com emoção deixam as crianças mais leves, mais soltas”, afirma Maria Afonsina Matos, da Uesb.

– Frequente livrarias e bibliotecas: “Para adquirir o gosto pela leitura, a criança precisa se familiarizar com o ambiente de leitura”, diz Rosane Lunardelli, da UEL. E, enquanto o acervo literário de casa é limitado, nas livrarias e nas bibliotecas a criança pode ter contato com uma infinidade de obras diferentes. Transforme as idas a livrarias, bibliotecas e feiras do livro em um programa de fim de semana. Hoje, nas grandes cidades, muitas livrarias e bibliotecas públicas oferecem atividades específicas para as crianças. E esse programa ainda é de graça. Algumas livrarias, inclusive, têm espaços para leitura (sem que os livros precisem ser comprados!)

21/03/2012

10 dicas para incentivar o seu filho a ler (cont.)

– Incentive a leitura antes de dormir: Incentive o seu filho a ler todas as noites. E, se ele ainda não for alfabetizado, conte histórias para ele antes de dormir. Por isso, é importante que ele tenha uma fonte de iluminação direta ao lado da cama, como um abajur. Uma ideia bacana é dar um presente para a criança nos fins de semana: permita que ela fique acordada até um pouco mais tarde para ler na antes de dormir. A professora Maria Afonsina Matos, da Uesb, relata que costumava contar histórias para os seus filhos todas as noites. “Hoje eles são adultos que leem muito”, conta.

– Improvise representações dos livros: “Concluída a leitura de um livro, os pais podem organizar peças de teatro baseadas na obra”, sugere Lucinea Rezende, da UEL. Uma boa ideia é convidar outras crianças para participar da atividade. Os adultos podem ajudá-las a elaborar uma espécie de roteiro e pensar nas vestimentas e nos cenários a serem criados. Depois dos ensaios, a peça pode ser apresentada para um grupo de pais ou para toda a família. Também é interessante gravar com o celular ou uma filmadora a encenação da peça, para que depois a criança possa ver o próprio desempenho.

– “Publique” o livro do seu filho: Proponha para o seu filho que ele faça o próprio livro. “As crianças gostam de criar histórias, viver personagens, imaginar paisagens”, diz Maria Afonsina Matos, da Uesb. Primeiro, peça que ele tire fotos (e imprima-as) ou recorte figuras de revistas antigas. Depois, a partir das imagens, peça que ele escreva uma história. Ajude-o a criar uma capa para o livro e, por fim, coloque-o na estante, junto com outros livros. Que criança não adoraria ter um livro de sua autoria na biblioteca de casa?

15/03/2012

10 dicas para incentivar o seu filho a ler (cont.)

– Respeite o ritmo do seu filho: Não se preocupe se o livro escolhido pelo seu filho parecer infantil demais. Cada criança tem um ritmo diferente. O importante é que o livro esteja sempre presente. A criança costuma dar sinais quando se sente preparada para passar para um próximo nível de leitura. “É preciso estudar o outro, entender o que ele gosta e respeitar as preferências”, afirma Maria Afonsina Matos, coordenadora do Centro de Estudos da Leitura da Uesb.

– Siga o gosto do seu filho: Talvez o que o seu filho gosta de ler não seja exatamente o que você gostaria que ele lesse. Mas, para adquirir o hábito a leitura, é preciso sentir prazer. Então, se o seu filho prefere ler livros de super-heróis aos clássicos contos de fada, por exemplo, não se preocupe (e nem pense em proibi-lo!). “É importante entender a criança e lhe proporcionar leituras que atendam aos seus desejos”, diz Rosane Lunardelli, da UEL.

– Faça passeios que traga a leitura para o cotidiano: “Os pais precisam dar possibilidades para que as crianças se sintam envolvidas pela leitura”, recomenda Lucinea Rezende, da UEL. Por isso, no seu tempo livre, procure fazer atividades com o seu filho que você possa relacionar com um livro. Uma ida ao zoológico, por exemplo, torna-se muito mais interessante depois que a criança leu um livro sobre o reino animal. E vice-versa: uma leitura sobre animais é mais bacana depois que a criança teve a oportunidade de ver de perto os bichinhos. E, assim como essa, há muitas outras maneiras de juntar passeios de fim de semana com a leitura: livro de experiências + visita a museu de ciências, livro de história + passeio em local histórico, visita a museu de arte + livro infantil sobre arte… As possibilidades são inúmeras!

 28/02/2012

10 dicas para incentivar o seu filho a ler

Fonte: Educar para Crescer

Conheça atividades simples – e baratas! – que podem transformar seu filho em um pequeno grande leitor

“Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé, fazia parede, deitado, fazia degrau de escada; inclinado, encostava em um outro e fazia telhado. E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro pra brincar de morar em livro.” O relato é de Lygia Bojunga. Quando criança, ela fazia do livro um brinquedo. Já adulta, transformou-se em uma das principais escritoras brasileiras de livros infantis. A história de Lygia ilustra e comprova a teoria de que o contato com os livros desde cedo é importante para incentivar o gosto pela literatura.

Os benefícios da leitura são amplamente conhecidos. Quem lê adquire cultura, passa a escrever melhor, tem mais senso crítico, amplia o vocabulário e tem melhor desempenho escolar, dentre muitas outras vantagens. Por isso, é importante ler e ter contato com obras literárias desde os primeiros meses de vida. Mas como fazer com que crianças em fase de alfabetização se interessem pelos livros? É verdade que, em meio a brinquedos cada vez mais lúdicos e cheios de recursos tecnológicos, essa não é uma tarefa fácil. Mas pequenas ações podem fazer a diferença. “O comportamento da família influencia diretamente os hábitos da criança. Se os pais leem muito, a tendência natural é que a criança também adquira o gosto pelos livros”, afirma Rosane Lunardelli, doutora em Estudos da Linguagem e professora Universidade Estadual de Londrina (UEL). A família tem o papel, portanto de mostrar para a criança que a leitura é uma atividade prazerosa, e não apenas uma obrigação, algo que deve ser feito porque foi pedido na escola, por exemplo. “As crianças precisam ser encantadas pela leitura”, diz Lucinea Rezende, doutora em Educação e também professora da UEL. Para seduzir pela leitura, há diversas atividades que os pais e outros familiares podem colocar em prática com a criança e, assim, fazer do ato de ler um momento divertido. No período da alfabetização – antes dela e um pouco depois também -, especialistas sugerem que se misture a leitura com brincadeira, fazendo, por exemplo, representações da história lida, incentivando a criança a criar os próprios livros e pedindo que a criança ilustre uma história. “Para encantar as crianças pequenas, é essencial brincar com o livro”, recomenda Maria Afonsina Matos, coordenadora do Centro de Estudos da Leitura da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb). Maria Afonsina também dá uma dica: nunca reclame dos preços dos livros diante do seu filho. “O livro precisa ser valorizado”, diz ela.

12/02

Volta às aulas sem crise (parte 4)

– Criar uma rotina:

É importante que tanto você quanto seu filho criem uma rotina de atividades que deve ser seguida até o fim do ano. Isso porque durante a vida escolar, as lições de casa, os trabalhos e as provas se tornam cada vez mais frequentes, exigindo dos alunos organização e planejamento. A falta de uma rotina pré-estabelecida muitas vezes compromete o aproveitamento do seu filho na escola.

Isso inclui o horário para levantar, ir à escola, fazer as lições, dormir. Mas você também deve ter o hábito de conversar sobre o cotidiano da escola – o que foi ensinado naquele dia; que tipo de trabalhos foram feitos com os colegas – e deve impedir que a criança falte às aulas ou deixe de cumprir as atividades no horário em que foram combinadas. Seja firme. Por mais que seu filho choramingue, não queira acordar cedo e sinta falta das férias, não ceda. A adaptação à rotina depende da sua postura como mãe ou pai. 09/12/2012

Volta às aulas sem crise (parte 3)

– Buscar orientação com profissionais da escola:

Algumas crianças e jovens têm mais dificuldade do que outras para voltar ao ritmo, aceitar mudanças ou lidar com a rejeição. Caso você note uma alteração muito brusca no comportamento do seu filho, como agressividade ou desânimo, busque ajuda especializada com a coordenação da escola.

– Voltar à rotina gradualmente:

Nada de mudanças bruscas. Se o seu filho viu muita televisão nas férias e você quer que ele diminua a quantidade durante o período de aulas, tem de fazer isso aos poucos, pois as crianças sofrem mais com mudanças radicais. Vá diminuindo o tempo diário de TV gradualmente. O mesmo vale para as horas de sono, o horário de acordar, o tempo para brincar… Faça tudo aos poucos, de modo que seu filho não sinta que simplesmente parou de se divertir porque as aulas recomeçaram.

02/12/2012

 Volta às aulas sem crise (parte 2)

Compartilhar suas próprias experiências: 

Há momentos na vida escolar que são mais sensíveis. Se seu filho vai para o 6o ano, por exemplo, não terá mais só um professor. Que tal contar para ele um bom momento de sua vida escolar para acalmá-lo?

“Falar sobre como o contato com diferentes professores é interessante, ajuda”, conta Regina Scarpa, coordenadora pedagógica da Fundação Victor Civita. Além disso, vale a pena seu filho ter uma agenda, para se organizar com o número grande de tarefas escolares exigido por cada professor.

– Se a escola for nova, ajudar na readaptação:

Se o seu filho está trocando de escola nesse ano, vocês terão um importante período de adaptação. Se necessário, acompanhe-o nos primeiros dias de escola. Se não puder, mande a avó, a tia ou alguém em quem a criança tenha confiança.

Não deixe de explicar ao seu filho por que aconteceu a troca e fale sobre tudo o que tem de bom na escola nova. Ele vai ficar curioso para ver todas essas novidades. Além disso, estimule-o a se enturmar. Encontrar colegas que tenham interesses em comum é importante nessa fase. Mas aceite o ritmo do seu filho. Não se espante se ele estiver calado no início. Cada um tem um ritmo. Esteja disponível para conversar se ele quiser. Conhecer a direção, os professores e ter confiança no colégio fazem seu filho confiar também. Mas, se passar alguns meses e ele não se adaptar mesmo, o ideal é repensar a escolha e considerar a troca de escola. 01/02/2012

 Volta às aulas sem crise (parte 1)

Saiba como transformar o começo do ano letivo em um momento prazeroso para seu filho
A ansiedade costuma ser o maior obstáculo na volta às aulas. Aprenda a lidar com ela!
É muito comum crianças e adolescentes terem dificuldades para entrar no ritmo escolar após passar as longas férias de verão distante do ambiente escolar, seja em casa ou viajando. Mas saiba que, mais do que possível, é muito importante que seu filho comece o ano bem motivado. O primeiro passo é tranquilizá-lo, já que um novo ano costuma ser a causa de muitaansiedade. “Os amigos serão os mesmos? E se forem novos colegas, eles vão gostar de mim? Quem serão os novos professores? Será que vou gostar das matérias da nova série?”. Essas e outras perguntas estão na cabeça da molecada quando chega a hora de voltar para a escola. Cabe também a você, como pai, se avaliar. “Será que não sou eu mesmo a causa de grande parte da ansiedade de meu filho?”. Muitas vezes não acreditamos que na escola nosso filho terá a mesma atenção e carinho que recebe em casa. Tente se tranquilizar. “A escola é o melhor lugar para seu filho estar. Lá, ele conquista independência e autonomia”, garante a pedagoga Rita Arruda, da Escola Árvore da Vida, em São Paulo. Confira abaixo nove dicas que você pode aproveitar para o seu filho voltar às aulas com gás total! – Organizar o material escola r e a mochila: Toda criança gosta de organizar o material escolar para a volta às aulas, principalmente se ele for todo renovado. Mas atenção: renovar não significa apenas comprar material novo. Claro que no começo do ano é necessário trocar muita coisa. Mas você pode aproveitar livros usados por outras crianças, encapar cadernos que já possuía, reparar lápis, estojo e mochila. Essas mudanças já deixam a criança motivada e ansiosa para usar o material, mesmo quando não é recém-saído da loja. Outra ideia é pedir para seu filho escrever nas etiquetas, ele mesmo, todos os seus dados pessoais – como nome, série e disciplina. – Arrumar o local de estudo: Para ter vontade de estudar, a criança precisa de um local aconchegante. Se ela já tem uma escrivaninha ou uma mesa onde costuma estudar, proponha uma nova organização. Junto com seu filho, esvazie gavetas e arrume tudo novamente. Se o seu filho não tem um cantinho para estudar, é hora de providenciar um. Pode até ser a mesa da sala ou da cozinha, mas o seu filho tem de sentir que aquele espaço é só dele na hora de fazer a lição de casa. Regina Scarpa, coordenadora pedagógica da Fundação Victor Civita, lembra que é importante que o local tenha uma boa iluminação – seja por luz natural de uma janela, ou artificial, de uma lâmpada – e que a televisão esteja desligada ou bem longe. – Retomar o que a criança gosta na escola: É hora de lembrar seu filho de tudo o que a escola tem de bom. Fale das pessoas que ele mais gosta e irá reencontrar, ajude-o a relembrar os passeios e atividades do outro ano que ele mais gostou. Nos primeiros dias, se possível, chame um ou mais coleguinhas para brincar com seu filho. É uma maneira de estreitar novamente as amizades e de fazer com que seu filho tenha ainda mais vontade de ir para a escola.
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13 comentários sobre “PAIS PRESENTES

  1. Pingback: GENTILEZA GERA GENTILEZA | E. E. ARTUR SABÓIA

  2. Muito legal publicar as apresentaçoes das crianças,assim estimula a parte artística de cada um . Parabens pela aprentaçao de páscoa!

  3. amei esse blog. me senti segura em relação a essa escola. meu filho lucas flores esta adorando a escola. primeira serie. parabens

  4. agradeço muito a escola pelo desempenho com meu filho esta sendo um ano bom,e agradeço a professora dani por esse blog maravilhoso

  5. Eu adorei esse blog,muito construtivo para os pais e uma otima ferramenta para colocarmos melhorar a comunicação,com nossos filhos parabens a todos os professores e a profª dani pelas atualizações e muito obrigado por interagirem com os meus filhos.

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