VOCÊ É O QUE VOCÊ COME

11/03/2014

O perigo das gostosuras

Lanches rápidos e saborosos contêm muito sódio, o que pode fazer mal à saúde

Fonte: Ciência Hoje das Crianças

Um lanche gostoso e bem rápido, por favor! Mas nada de alimentos congelados, e pode esquecer aquele sanduíche cheio de presunto. Essas comidas têm um componente que, em grande quantidade, pode ser um inimigo para a sua saúde: o sódio.

É um micronutriente presente, por exemplo, no sal de cozinha. Apesar de útil para as indústrias e até para o nosso corpo em pequenas quantidades, quando ingerido em excesso pode trazer problemas para o coração e aumentar a pressão arterial, que é a força que o sangue faz nas paredes das veias e artérias por onde passa. Quando a pressão está alta, as veias podem se romper e causar danos sérios à saúde.

O excesso de sódio pode aumentar a pressão arterial e acarretar em problemas para o coração. (foto: British Mum / Flickr / (a href=http://creativecommons.org/licenses/by/2.0/deed.pt)CC BY 2.0(/a))

Mariana pesquisou vários alimentos normalmente consumidos em lanches e descobriu os campeões na quantidade de sódio. “Salsicha, mortadela e outras carnes muito usadas para fazer sanduíches são os que têm mais sódio”, conta. “Hambúrgueres e pizzas congelados, as delícias preferidas da garotada, ocupam o segundo lugar.”

Por conta dos riscos à saúde, a quantidade de sódio que comemos tem que ser controlada e varia de acordo com a idade. Se você tem menos de oito anos, só deve ingerir 1.200 miligramas de sódio por dia, quantidade encontrada em três gramas de sal – pouco menos de uma colher de chá. De oito a 19 anos, o valor indicado é de, no máximo, 1.500 miligramas. Já os adultos, com mais de 19 anos, não devem passar de 2.000 miligramas diários. Aposto você já ultrapassou – e muito – essa quantidade. Duvida?

“Um sanduíche com hambúrguer, milho, ervilha, maionese e ketchup tem, em média, 1.300 miligramas de sódio”, calcula Mariana. “Se você decidir comer uma batatinha frita junto, esse valor sobe mais ainda”. Ou seja, em um lanche assim já comemos muito mais sódio do que deveríamos consumir o dia inteiro!

Um só hambúrguer com batatas fritas possui mais sódio do que o recomendado para crianças de até oito anos em um dia inteiro. (foto: Stuart Spivack / Flickr / (a href=http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/deed.pt)CC BY-SA 2.0(/a))

Mariana lembra ainda que os perigos de comer muito sódio podem só aparecer daqui a alguns anos. “Muitos pais e avós seus e de seus colegas, por exemplo, podem ter problemas de saúde porque consumiram muito sódio ao longo da vida. E olha que, quando eles eram crianças, ainda não havia tantos alimentos industrializados como hoje!”, alerta. “É difícil saber o que pode acontecer com jovens que comem muito sódio desde cedo”

19/02/2014

Conheça os alimentos que parecem inofensivos mas que escondem açúcar e tornam-se perigosos

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Não há dúvida de que o açúcar é perigoso e a comunidade médica alerta para o facto. Mas a Action on Sugar, uma organização não governamental, elaborou uma lista de produtos alimentares que parecem amigos e não o são. Conheça quais são.

Fonte: Saúde

A ingestão de açúcar em excesso provoca danos na saúde e está ligada a problemas como diabetes, por exemplo. Os médicos alertam para o problema, mas uma ONG vem agora apresentar uma lista de alguns alimentos que parecem inofensivos mas, na verdade, escondem elevadas doses de açúcar, sem que nos apercebamos.

Desde logo, a água vitaminada. Colocaria este produto na lista dos recomendáveis, certamente. Mas saiba que a água vitaminada tem, por regra, adição de açúcar. Um copo de 500 mililitros pode conter 15 gramas de açúcar. Ou seja, o equivalente a quatro colheres de chá.

O pão. Todos os dias o consumimos, com a noção dos seus perigos, mas sem pensar no açúcar que contém. Segundo a Action on Sugar, uma fatia de pão pode ter três gramas de açúcar. “Não é porque o alimento é salgado que ele tem baixo teor de açúcar”, salienta o estudo.

Os alimentos com zero por cento de gordura. Olhamos para eles como amigos, porque não têm gordura. Mas não ter gordura não significa que não tem açúcar. É o caso dos iogurtes, que se vestem com a roupa do alimento saudável, mas que, na realidade, implicam cuidados. Um iogurte de 150 gramas pode ter até 20 gramas de açúcar (cinco colheres de chá).

Da lista elaborada da Action on Sugar consta ainda a polpa de tomate, que é feita com tomates frescos e entra no nosso subconsciente como um bom alimento. Mas se é verdade que contém nutrientes, também é um facto que as latas de polpa tradicionais são um poço de açúcar.

 Um estudo recente de investigadores norte-americanos revela que o consumo mundial de açúcar triplicou, nas últimas cinco décadas. E por isso há um crescente número de pacientescom obesidade, diabetes e cancro. Foi tendo essa base que a Action on Sugar elaborou esta lista de ‘falsos amigos’, que se apresentam como benéficos para a saúde, mas guardam grandes quantidades de açúcar.

12/11/2013

7 coisas que você nunca deve dizer ao seu filho na hora das refeições

Muitas dessas frases funcionam a curto prazo, mas podem criar traumas alimentares que se estendem por um bom tempo. Descubra se você fala alguma delas e veja como substituí-las corretamente

 Por Andressa Basilio - Revista Crescer

crianca_comendo (Foto: ThinkStock)

Você tenta, tenta e tenta e não adianta, seu filho vira a cara para qualquer pedaço de alimento que tenha a cor verde, amarelo ou laranja. Aí você invoca toda e qualquer paciência para explicar por que é importante que ele se alimente bem…e nada. E é aí, nesses momentos mais desgastantes, que você recorre às frases de efeito ou até pequenas ameaças. Mas será que só porque deu certo significa que é bom? A resposta é não!

Um estudo feito pelo departamento de psicologia da PUCRS decidiu entender como se forma o comportamento alimentar das crianças. Uma das conclusões foi que 96% dos pais davam ordem para conduzir a alimentação, o que favorecia o comportamento de oposição dos pequenos. “Se os pais forçam ou impõem algum alimento, a criança começa a associar àquele momento com pressão e aquela comida pode ficar para sempre marcada como uma coisa ruim”, explica a nutricionista Ligia dos Santos, do Hospital São Camilo (SP).

Para ajudar você a fugir dessas armadilhas que podem comprometer o paladar o seu filho, selecionamos algumas das frases mais faladas pelos pais na hora da refeição, mostramos por que elas nem sempre são bem-vindas e qual a melhor forma de lidar com a situação. Confira:

“Você só vai sair da mesa se comer tudo o que está no prato”

Não há nada mais prazeroso para os pais do que ver o filho comer tudo o que preparou para ele. Dá mesmo uma sensação de ‘dever cumprido’. Mas será que a quantidade que você colocou no prato é mesmo compatível às necessidades dele? “Os pais costumam fazer o prato de acordo com o que eles acham que é uma boa quantidade, só que essa estratégia pode prejudicar o controle da fome e saciedade e, a longo prazo, levar ao sobrepeso”, ensina Ligia. Quando o pai diz “come tudo”, ele está basicamente dizendo que aquilo que o filho sente não é relevante. Lembre-se de que as necessidades calóricas das crianças são menores do que a nossa. Isso significa que se o seu filho tomou um suco antes do almoço, pode ser que hoje ele não queira comer a mesma quantidade de ontem. O ideal é sempre confiar na criança quando disser que está satisfeita, sem forçar ou empurrar mais comida.

“Coma as verduras ou não nada de sobremesa…”

…ou “se você se comportar na casa da vovó amanhã, poderá comer bolo”. Esse tipo de barganha não é legal pelo simples fato de que alimentação não pode ser vista como recompensa ou punição. Ela não pode pensar que precisa passar pelo fardo de se comportar ou de comer alface só para ganhar a guloseima, que vai ser sempre vista como recompensa. “Essa estratégia pode ter um efeito imediato, mas é danosa para o desenvolvimento do paladar da criança e pode criar traumas que se estendem para a adolescência e vida adulta”, ensina a nutricionista. É só pensar quantas vezes você já soube de alguém que detesta banana, por exemplo, porque a mãe empurrava na infância. O melhor é explicar que as verduras são importante fonte de vitaminas, que elas o ajudarão a crescer de forma mais saudável e por aí vai…

“Seu irmão (ou primo, amigo, vizinho…) está comendo direitinho. Você devia aprender com ele”

Muitas pesquisas já mostraram que as crianças regulam certas atitudes com base no comportamento de semelhantes. Se o amigo come muita verdura, ele está vendo e pode ser até que faça algo parecido, mas você não precisa pontuar essas diferenças. A especialista observa que não se deve colocar a criança num contexto de inferioridade, mas ir na direção contrária, como reforçar que ela também é capaz de experimentar novos sabores. “Lembre-se de que os pais são os primeiros exemplos. Não adianta ficar só no discurso, é preciso mostrar para o seu filho que você também está comendo vegetais. A interação da família é muito importante na hora das refeições”, ressalta Ligia.

“Não coma. Faz mal!” ou “Coma, faz bem!”
A nutricionista infantil Daniela Fagioli, da Associação Brasileira de Nutrição (ASBRAN), explica que essas frases só funcionam se vierem associadas a algo concreto. “Se a mãe disser ‘Coma alface para seu intestino funcionar bem’ é menos eficiente do que dizer ‘Se você comer a salada, a barriga não vai doer na hora de ir ao banheiro’. O ideal é sempre explicar tudo para a criança e associar a algo que esteja mais próximo dela, que ela entenda melhor”, diz.
“O que você quer que eu cozinhe para você hoje?”

Essa frase é especialmente ruim se for dita depois de um nariz torto ou careta para o que já está no prato em cima da mesa. Isso porque seu filho vai achar que tem domínio da situação e pode ser que ele use isso para testar seu próprio poder. Com a escolha nas mãos, ela sempre vai tender para algo de mastigação mais fácil e paladar agradável, como macarrão ou bife com batata frita. Para que isso não aconteça, Daniela ensina que os pais precisam se manter firmes para dizer que neste momento a refeição é aquela e pronto. E, claro, da outra vez tentar fazer a mesma cenoura da salada, só que cozida. “A criança precisa ter contato com o mesmo alimento por mais ou menos 12 vezes até ela dizer que realmente não gosta”, explica a nutricionista. Portanto, firmeza, paciência e persistência são as palavras de ordem aqui.

“Olha o aviãozinho”

Essa frase é tão exaustivamente usada que se tornou um clichê para a hora da alimentação infantil. No entanto, ela carrega um problema sério. Ao transformar a hora da refeição em uma brincadeira, a criança deixa de prestar atenção no alimento para focar na gracinha. E, como explica Daniela, é fundamental que a criança entenda que o momento da alimentação é importante e pode ser muito prazeroso, desde que ela preste atenção no gosto, no cheiro, textura e formato dos alimentos do prato.

”Você pode almoçar vendo televisão desde que coma tudo”

E, muitas vezes, as crianças nem precisam levar seus pratos até a sala para assistir à televisão, já que, em muitas casas, o aparelho também fica na cozinha. Porém, o problema é o mesmo do ‘aviãozinho’. “Se ela perde o foco da alimentação, vai comer sem prestar atenção e isso pode enveredar para dois caminhos opostos: desnutrição e obesidade, já que ela não tem controle sobre a forma como está comendo e sobre o que o seu corpo está lhe dizendo”, afirma a nutricionista da ASBRAM. A dica aqui é sempre fazer todas as refeições na mesa, afinal, além de tudo, é um momento divertido e que desperta a comunhão da família.

23/08/2013

O CAMINHO DA ALIMENTAÇÃO CONSCIENTE

O caminho da alimentação consciente

Por: Carolina Gaviria, NCC

Já escutamos muitas vezes que somos o que comemos, e que nosso estilo de vida reflete nossas crenças sobre a saúde. No entanto, os alimentos mais deliciosos nem sempre são as mais nutritivas, e costumamos cair na tentação de optar por alimentos pouco saudáveis.

Os alimentos com excesso de sal e gordura, típicos de restaurantes fast food, favorecem  o surgimento doenças cardíacas. O aspartame, adoçante presente em inúmeros produtos, também foi associado ao câncer e a problemas neurológicos; corantes de refrigerantes desencadearam câncer em testes com animais de laboratório. Além disso, o açúcar branco não é muito recomendável para a saúde. Por esse motivo, recomendamos que você leia bem os rótulos dos alimentos que compra. Não se fixe unicamente nas calorias: procurar e analisar os ingredientes listados no rótulo é fundamental. O problema é que os fabricantes de alimentos costumam tornar essa busca um tanto tediosa, dificultando a visualização das informações na embalagem ou usando letras pequenas demais.

Além disso, os nomes das substâncias químicas podem complicar as coisas porque costumam ser longos e difíceis de entender. Se você está lendo a lista de ingredientes e descobre que eles são compridos demais e quase ilegíveis, é provável que o produto contenha uma grande quantidade de aditivos químicos. Lembre-se de que os alimentos que você escolhe se refletem na sua saúde e na sua aparência.

10/06/2013

Casca, talo e sementes são ingredientes saudáveis e gostosos; veja como usá-los

Fonte: UOL

Partes desperdiçadas dos alimentos possuem mais nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo que aquelas consideradas nobres,  mais conhecidas e consumidas

Partes desperdiçadas dos alimentos possuem mais nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo que aquelas consideradas nobres, mais conhecidas e consumidas

Sopa de talo? Suco de casca de fruta? Farinha de semente? Pode parecer estranho, mas essas receitas existem e são gostosas e saudáveis. Além disso, em épocas como a atual, em que os gastos com a alimentação estão altos, representam economia, pois evitam o desperdício, aproveitando tudo de bom que o alimento tem a oferecer.

O que geralmente vai para o lixo, como o talo, a semente e as cascas de frutas e vegetais pode – e deve – ser aproveitado. Afinal, eles são ricos em vitaminas e fibras, podendo ter até 40 vezes mais nutrientes do que a própria fruta, verdura ou legume.

“Essas partes, teoricamente não comestíveis, são ricas em sais minerais, vitaminas e fibras, nutrientes essenciais ao nosso organismo”, aponta Rosane Pilot Pessa Ribeiro, professora do Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública da Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto. Um bom exemplo disso é a casca da laranja, que tem 40 vezes mais cálcio do que sua polpa.

Mas não para por aí. De acordo com a Tabela de Composição Química das Partes não Convencionais dos Alimentos, apresentada pelo programa Alimente-se Bem do Sesi (Serviço Social da Indústria) de São Paulo, partes como a casca, o talo e a semente possuem muitos nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo.

A casca do abacaxi, por exemplo, é rica em vitamina C, que aumenta as defesas do organismo, auxiliando na prevenção e no combate de infecções como a gripe. Já a folha da cenoura é fonte de proteína, que auxilia na formação e manutenção dos órgãos e na cicatrização, e em lipídios, que regula a temperatura corporal, fornece energia e facilita o transporte de nutrientes pelo organismo. E o talo da salsinha possui grandes concentrações de fibra, que auxilia a controlar os níveis de açúcar e gordura no sangue, ajudando a prevenir diabetes e doenças do coração, além de contribui para o bom funcionamento do intestino, e em cálcio, que é responsável pela formação e manutenção dos ossos. E esses são apenas alguns exemplos.

Na regra do aproveitamento integral dos alimentos, nada se perde. Sementes de abóbora, por exemplo, podem se tornar um petisco saudável e é interessante notar que elas têm 28 vezes mais fibras do que a polpa.

Sementes de outras frutas, como a jaca, também pode ser torradas e trituradas para virar uma farinha nutritiva, que pode ser usada em massas de bolos e tortas. Nem a casca do ovo deve ser jogada fora: rica em cálcio, ela pode ser triturada e misturada à farinha em bolos e pães.

Incrementando a culinária

“A utilização integral dos alimentos possibilita uma maneira de incrementar a culinária diária, criando receitas enriquecidas nutricionalmente. Podem ser boas fontes de fibras, vitaminas e sais minerais, quando se implanta corretamente esses alimentos no cotidiano das famílias”, aponta Júlio Sérgio Marchini, professor de Nutrologia da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto (FMRP/ USP).

As opções são muito variadas – e as receitas também. Tanto que o programa Alimente-se Bem do Sesi acabou de lançar um livro com 50 receitas que aproveitam todas as partes de frutas e hortaliças. Todos conceitos mostrados no livro são também apresentados em cursos, com quatro ou três aulas práticas e teóricas, com carga horária de 10 horas, e realizados em 44 das 54 unidades do Sesi ou “in company”. O livro é gratuito e oferecido para quem faz o curso com 65% de presença comprovada.

Entre as receitas estão o arrumadinho de berinjela, que aproveita a casca da berinjela e talos de salsa, e o bolo musse de acerola, que utiliza a entrecasca (aquela parte branca entre a casca e a polpa da fruta) do maracujá entre seus ingredientes.

As partes não convencionais dos alimentos podem ainda ser utilizadas em sopas, saladas, sucos, geleias, compotas e até como aperitivos. Tudo depende da criatividade de quem cozinha. “A casca da banana, por exemplo, é rica em fibras e pode ser utilizada na confecção de bolos e doces; a casca do maracujá e da tangerina são ricas em vitamina C e fibras e pode se fazer um doce em compota ou geleia; a casca da abobrinha é rica em fibras e pode ser utilizada em conjunto com a ricota em quiches; a casca da berinjela é rica em potássio e pode ser utilizada refogada como acompanhamento”, ensina Célia Cohen, nutricionista e pesquisadora da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP).

Uma questão de economia

Além de fazer bem para a saúde, o aproveitamento integral dos alimentos também faz bem para o bolso. Afinal, no Brasil, o desperdício de alimentos é muito grande. Para se ter uma ideia, a maior parte do lixo produzido no país é orgânico, ou seja, proveniente de restos de alimentos.

Segundo dados da ONU (Organização das Nações Unidas) de 2012, uma residência brasileira desperdiça em média 20% dos alimentos que compra semanalmente e, a cada ano, o Brasil joga fora R$ 12 bilhões de reais com o desperdício de alimentos. Por outro lado, a fome continua sendo um dos mais graves problemas do país. Ainda de acordo com dados da ONU, o país possui 50 milhões de pessoas que convivem com a fome e a desnutrição.

Isso se reflete na economia pessoal também, pois um único alimento pode ser preparado de cinco formas diferentes e todas com alto valor nutritivo. Assim, aproveitar a casca, o talo e a semente também significa economia e permite que as pessoas experimentem novas opções de receita, diversificando o cardápio.

“Utilizar o alimento em sua totalidade denota mais do que economia. Significa usar os recursos disponíveis sem desperdício, reciclar, respeitar a natureza e alimentar-se bem, afinal, talos, folhas, sementes e cascas são, muitas vezes, mais nutritivos do que a parte dos alimentos que estamos habituados a comer”, afirma a nutricionista Bruna di Chiara Passos.

08/04/2013

O junk food com cara de alimento saudável
Fonte: Blog Comer Sem Culpa

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 Vocês sabiam que a publicidade de alimentos industrializados vem “otimizando” produtos conhecidamente prejudiciais e transformando-os em ícones de saúde? Mudam as cores de suas marcas, com preferência sempre é pelo verde; usam de argumentos apelativos como a redução de um item deletério, sem revelar o aumento de outros de igual risco; alegam a inexistência de ingredientes que naturalmente já não faziam parte do alimento e utilizam de suplementação de vitaminas e fibras em alimentos nada saudáveis. Tudo isso para quebrar sua resistência e convencê-lo a consumir.

Há milhares de profissionais, formado nas melhores universidades, contratados pela indústria de alimentos para conseguir nos convencer que uma determinada água é melhor por não conter sódio, que um certo óleo vegetal é superior por não ter colesterol, que refrigerante vitaminado faz bem, que bebidas de soja não boas por não conterem lactose, que um bolo industrializado é saudável por não conter gordura trans, que cookies são legais por serem ricos em fibras. A propósito, a água já não contém sódio, nenhum óleo vegetal contém colesterol, refrigerantes fazem mal com ou sem vitaminas, lactose só é encontrada nos leites de animais e laticínios, ao retirar a gordura trans, a indústria têm aumentado a gordura saturada dos bolos e os cookies são ricos em gordura e calorias com ou sem fibras.

Com toda essa estratégia de marketing, a maioria das pessoas cai nesses contos do vigário e leva gato por lebre. Um exemplo recente dessa otimização de uma marca foi a introdução do Wrap do Mc Donald em seu cardápio como uma opção saudável. Ele consegue ser pior do que o mais famoso sanduiche da marca. Como assim? Veja os dados na tabela abaixo.

Nutrientes

Big Mac

Wrap Grill Mostarda
Calorias

491kcal

511kcal

Carboidrato

40g

41g

Proteína

26g

36g

Gorduras Totais

26g

23g

Gotduras Saturadas

13g

7,2g

Gordura trans

1,1g

0,2g

Colesterol

60mg

85mg

Fibras

3,8g

2,5g

Sódio

813mg

1577mg

05/03/2013

Criança acima do peso precisa de mudança de hábito da família

Na maioria dos casos, basta a adoção de hábitos saudáveis para reverter um quadro de obesidade

Do UOL, em São Paulo

Na maioria dos casos, basta a adoção de hábitos saudáveis para reverter um quadro de obesidade

Na maioria dos casos, basta a adoção de hábitos saudáveis para reverter um quadro de obesidade

De acordo com a Pesquisa de Orçamento Familiar realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizada entre 2008 e 2009, um terço das crianças de cinco a nove anos no Brasil está com o peso acima do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde. O problema já é considerado uma epidemia mundial, devido à velocidade de seu crescimento, e deve-se, em grande parte, à mudança no padrão alimentar e ao sedentarismo.

Nesse cenário, cabe aos pais ficarem atentos para reconhecer o quanto antes se o filho corre perigo. Segundo Benedito Scaranci Fernandes, pediatra e professor da Faculdade de Medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a melhor forma de tirar a dúvida é passando por consultas periódicas, pelo menos uma vez por ano, ainda que a criança não apresente nenhum sintoma importante. “O pediatra constrói as curvas de peso e de altura e as analisa de acordo com a faixa etária. Essa é a medida mais precisa para indicar se o indivíduo está ou não na faixa do sobrepeso ou mesmo da obesidade”, afirma o médico.
Fora do consultório, alguns sinais devem ser observados pelos pais no cotidiano infantil. Crianças que dão preferência à televisão, ao videogame e ao computador têm redução do gasto energético, o que as deixa mais suscetíveis a problemas com o peso. É fundamental observar se a alimentação não está desbalanceada e se a criança não anda consumindo uma grande quantidade de guloseimas, ricas em açúcares e gorduras, o que implica em chances maiores de compor o chamado grupo de risco.

Estirão

Em alguns momentos do desenvolvimento infantil é esperado que a criança ganhe mais peso do que estatura. Isso ocorre do nascimento aos dois anos e pouco antes do estirão da puberdade, que acontece por volta dos 12 anos. Porém, mesmo nesse período, a curva do ganho de peso deve estar equilibrada em relação à da estatura ou um problema de sobrepeso ou obesidade será diagnosticado. Isso significa que mesmo aquelas crianças que ainda não passaram pelo estirão merecem uma análise médica cuidadosa, antes que os pais concluam que o excesso de peso apresentado nessa fase é “normal”.
Uma vez diagnosticado o problema, é comum que alguns exames sejam pedidos para detectar a existência de doenças associadas ao excesso de peso. As mais comuns são alterações na taxa de colesterol, diabetes, hipertensão e doenças cardíacas. Além disso, crianças acima do peso estão mais sujeitas a problemas ortopédicos, nos joelhos e demais articulações.
Outro ponto importante é que a obesidade infantil coloca em risco também a saúde psicológica da criança, pois ela fica muito mais vulnerável a sofrer agressões físicas e morais, principalmente na escola.

Prevenção e tratamento

Para evitar o problema, o ideal é que a família toda leve uma vida saudável, praticando exercícios físicos e tendo uma alimentação balanceada. Também é interessante que os pais levem a criança para se divertir em programas em que o foco não seja a comida, tais como passeios culturais. Essa é a melhor forma de ensinar que há outros meios de satisfação e prazer.
Outro fator que conta é a qualidade das relações em casa. “Um ambiente familiar tranquilo e que dê à criança a oportunidade de se expressar é fundamental para evitar distúrbios alimentares”, declara Patrícia Spada, psicóloga clínica e pesquisadora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
Por outro lado, quando a obesidade já se instalou, a principal medida para revertê-la é verificar o que está por trás do problema. Isso porque, em apenas 1% dos casos, ela é provocada por disfunções hormonais, segundo dados da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria). “Eventualmente, a atuação de uma equipe multiprofissional, com nutricionista e psicólogo, é válida. Pois a obesidade pode ser decorrente de ansiedade ou de outros problemas emocionais”, diz Fábio Ancona Lopez, pediatra nutrólogo e professor da Unifesp.
Detectada a causa, fica mais fácil tomar atitudes para tratar o excesso de peso. De modo geral, quando a criança segue uma dieta desequilibrada e faz pouca atividade física, basta uma mudança de hábitos para que os resultados apareçam na balança logo nos primeiros meses.
Seja qual for o tratamento, a participação dos pais é essencial. “Muitas vezes, toda a família precisa reaprender a se relacionar com a comida de uma forma saudável”, afirma a psicóloga.
Por fim, vale respeitar os limites do seu filho. Cobrá-lo por resultados positivos na balança ou compará-lo aos irmãos ou outras crianças nada acrescentará à autoestima dele.

Obesidade no cinema

Lançado em novembro de 2012, o documentário “Muito Além do Peso” trata da obesidade infantil e traz uma série de dados alarmantes a respeito do assunto.
Boa parte das crianças entrevistadas na produção apresentava, antes de atingir sete anos, o perfil de indivíduos de meia idade no que diz respeito aos níveis de gordura e de glicose no sangue e eram extremamente sedentárias.
“Comer bem é ingerir o que você precisa de caloria, distribuída na proporção adequada de proteína, gordura e carboidrato, sem excesso de alimentos industrializados, com muita gordura, açúcar ou sal”, diz o pediatra nutrólogo Fábio Ancona Lopez.
O documentário também chama a atenção para o fato de 56% das crianças brasileiras com menos de um ano consumirem refrigerantes. O dado foi constatado por pesquisa realizada no departamento de pediatria da Unifesp, com 270 pais de crianças frequentadoras de berçários e creches públicas e filantrópicas da cidade de São Paulo.

06/02/2013

Alimentação infantil

A alimentação infantil exige muita atenção dos pais, pois eles são os maiores responsáveis por proporcionar hábitos saudáveis de alimentação.

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Ao nascer, o principal alimento de que a criança necessita é o leite materno, não sendo necessário nenhum outro tipo de alimento (como chás, sucos, água, ou outro tipo de leite), nos seis primeiros meses de vida. O leite materno é um alimento muito importante para a criança, pois aumenta o laço afetivo entre mãe e bebê, auxilia na formação do sistema nervoso da criança, além de trazer inúmeros outros benefícios.

               A partir dos seis meses de idade, a amamentação já pode ser complementada com outros alimentos, que vão sendo inseridos na dieta da criança gradativamente. É nesse período que a mãe deve começar a estimular seu filho a manter uma alimentação balanceada, consumindo alimentos saudáveis como frutas, verduras e legumes e evitando alimentos como enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas.

               Quando começam a frequentar a escola, as crianças descobrem outros alimentos e isso pode causar algumas mudanças nos seus padrões alimentares, por isso é muito importante que pais e educadores façam um trabalho de educação nutricional com essas crianças. “Hábitos alimentares errôneos nessa faixa etária podem conduzir a problemas nutricionais em curto prazo, tais como comprometimento do crescimento e do desenvolvimento na infância, bem como facilitar o aparecimento de doenças não transmissíveis na fase adulta, como, por exemplo: hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus tipo II, câncer, entre outras”, declara a nutricionista Alessandra da Silva Pereira, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

               Para muitos especialistas, a rotina corrida dos pais é um dos principais motivos da má alimentação e consequente sobrepeso dos filhos, pois nessa correria cotidiana os pais oferecem alimentos industrializados mais fáceis de serem feitos e acabam transformando isso em um hábito. Para muitos pais, o mais importante é saciar a fome dos filhos, sem se preocuparem se a alimentação deles está ou não comprometendo o futuro de sua saúde. É extremamente importante que os pais deem o exemplo, e também mantenham hábitos saudáveis, já que são eles que determinam o que se consome dentro e fora de casa.

               Com o objetivo de prevenir doenças crônicas (como hipertensão e diabetes) e orientar a comunidade escolar a promover a saúde dos alunos, o Ministério da Saúde está intensificando ações de promoção à saúde, prevenção e controle da obesidade com alunos de 5 a 19 anos, que estudam em escolas públicas do país. Em função de a escola ser um ambiente fundamental para a formação de hábitos alimentares saudáveis, pais, educadores e outros integrantes da comunidade escolar serão informados quanto à inclusão da educação alimentar na grade curricular e orientados para que ofereçam uma alimentação mais saudável aos seus filhos, principalmente no que se refere ao lanche escolar. As cantinas das escolas também serão alvo da ação do Ministério da Saúde, pois, como afirma Patrícia Jaime, coordenadora geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, “há comércio de alimentos ricos em açúcar, sódio e gorduras, como refrigerantes, refrescos, salgados e salgadinhos; e há pouca oferta de alternativas saudáveis, como frutas e sucos naturais”.

               Com essa ação, o Ministério da Saúde pretende conscientizar todos os membros da comunidade escolar para os perigos da obesidade infantil, visando a redução dos altos índices de crianças e jovens que se encontram acima do peso, prevenindo, assim, as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), como câncer, diabetes, doenças do aparelho circulatório e respiratórias crônicas.

30/10/2012

Cinco perguntas que podem prever obesidade infantil, segundo estudo

Fonte: UOL

Fatores como índice de massa corporal dos pais podem ser determinantesPesquisadores britânicos afirmam que uma fórmula simples com cinco perguntas é capaz de prever o risco de obesidade de uma criança logo após seu nascimento.

Os cientistas do Imperial College de Londres analisaram 4.032 crianças finlandesas nascidas em 1986 e as informações de outros dois estudos, com 1.053 crianças italianas e 1.032 crianças americanas.

Eles descobriram que apenas a análise de algumas medidas simples já é o bastante para prever a obesidade.

A lista tem cinco perguntas: o peso da criança ao nascer, o índice de massa corporal dos pais, se a mãe fumou ou não durante a gravidez, o número de pessoas que moram na casa da criança recém-nascida e o status profissional da mãe.

Os dois últimos itens estão relacionados ao ambiente social no qual a criança nasce e que pode elevar o risco de obesidade.

“Quanto menor o número de pessoas morando na residência, maior o risco de obesidade da criança, pois este número está ligado à mães solteiras”, afirmou à BBC Brasil a professora do Imperial College Marjo-Riitta Jarvelin, que participou do estudo.

“E quanto ao status profissional da mãe, sabemos que uma mãe com maior (nível de) educação é mais bem preparada, sabe mais a respeito da saúde da criança”, acrescentou.

“A equação é baseada em dados de um recém-nascido que todos podem obter e descobrimos que pode prever cerca de 80% (dos casos de) crianças obesas”, afirmou Philippe Froguel, do Imperial College de Londres, que liderou o estudo.

Anteriormente, os especialistas acreditavam que fatores genéticos eram os maiores determinantes de problemas de peso em crianças, mas apenas cerca de um em cada dez casos de obesidade é resultado de uma mutação genética rara que afeta o apetite.

A pesquisa foi publicada na revista especializada PLos One.

Risco conhecido

Os fatores de risco para obesidade já eram muito conhecidos, mas esta é a primeira vez que estes fatores foram colocados juntos em uma fórmula.

Para Philippe Froguel, a prevenção da obesidade é a melhor estratégia para a infância.

“Infelizmente, as campanhas de prevenção tem sido muito ineficazes para evitar a obesidade entre crianças em idade escolar. Ensinar aos pais sobre o risco do excesso de alimentação e maus hábitos nutricionais seria muito mais eficaz”, afirmou.

“A mensagem é simples. Todas as crianças em risco devem ser identificadas, monitoradas e bem aconselhadas, mas isto custa caro”, acrescentou.

“A prevenção deve começar o mais cedo possível, pois perder peso é muito mais difícil”, afirmou Marjo-Riitta Jarvelin.

Paul Gately, especialista em obesidade infantil na Leeds Metropolitan University, afirmou que uma ferramenta como esta pode ajudar o sistema público de saúde britânico a alcançar especificamente pessoas que tem risco de obesidade, ao invés da abordagem sem foco e única para todos os casos, “que nós sabemos que não funciona”.

“Em vez de gastar com um número enorme de pessoas, podemos ser mais específicos e gastar de forma apropriada. Podemos não economizar no curto prazo, mas gastaremos com mais sabedoria e poderemos reduzir os gastos (relativos a obesidade) do NHS (sistema público de saúde britânico) no futuro”, disse.

“Fizemos um ótimo trabalho destacando que a obesidade é uma questão séria mas deixamos o público em geral paranoico (pensando que) todos correm o risco (de ficar obesos).”

22/10/2012

A importância de um lanche saudável

Fonte: EntrenaLinea

Atualmente, a alimentação infantil é um ponto crucial nas questões da saúde pública brasileira. Os números assustam: 1 em cada 3 crianças brasileiras está acima do limite de peso recomendado para sua faixa etária. O problema reside ainda no fato de que as crianças ainda não têm maturidade suficiente para entender bem os riscos que esse sobrepeso causado por maus hábitos alimentares e muitas vezes chega a atingir a obesidade, pode trazer à saúde.

Isso sem contar os preconceitos a que essas crianças estão, infelizmente, submetidas e aosprejuízos que podem ser causados ao desenvolvimento de habilidades sociais por conta da baixa auto-estima relacionada aos problemas psicológicos atrelados a esse quadro.

ENTENDENDO A IMPORTÂNCIA DA LANCHEIRA

Os maus hábitos alimentares se formam no dia a dia. Se a criança vai para a escola sem tomar um bom café da manhã, por exemplo, ela vai sentir muita fome no horário do lanche e desejará grandes sanduíches, salgados folhados ou fritos, pizzas e doces.

Uma refeição gordurosa no meio da manhã atrapalha a fome na hora do almoço. Sem apetite, a criança tende a recusar alimentos oferecidos e a ceder à tentação de guloseimas e outras comidinhas pouco saudáveis, com grande apelo entre os pequenos. Forma-se assim umciclo vicioso, em que refeições importantes são puladas ou reduzidas enquanto lanchinhos pouco nutritivos ganham cada vez maior espaço.

Após entender o quanto uma rotina fixa de refeições bem cuidadas e nutritivas pode influenciar na alimentação das crianças, garantir a elas um bom café da manhã é fundamental.

Para que os pequenos acordem com o apetite à toda nas manhãs, temos duas dicas:

- Ofereça um jantar leve e com nutrientes adequados diariamente

- logo antes de deitar, um bom copo de leite ou iogurte com frutas é suficiente para mantê-los bem nutridos por toda a noite sem pesar demais e dar aquela sensação de satisfação ao acordar

 

Querem mais dicas de como distribuir a alimentação dos seus filhos ao longo do dia de forma a preservar a saúde deles e mandar para bem longe o fantasma da obesidade infantil? Vejam abaixo:

04/10/2012

3 hábitos que ajudam a emagrecer

Anotar o que você come, alimentar-se em casa e não pular refeições são atitudes preconizadas para perder peso. Mas estudo americano delimita exatamente quanto cada uma delas contribui para o emagrecimento. E não é pouco

Fonte: Emagrece Brasil

2,3 kg a menos | Se não comer muito fora

No trabalho feito no Centro de Pesquisas em Câncer Fred Hutchinson, nos Estados Unidos, voluntárias que iam ao restaurante menos de uma vez por semana perderam peso. Mas não está proibido sair para se alimentar. Nessas ocasiões, tente antecipar o que vai escolher no cardápio para calcular as calorias e não exagere nas porções.

2,7 kg a menos | Se fizer um diário

Por seis meses, mulheres do mesmo levantamento receberam instruções para escrever de forma completa, precisa e honesta o que ingeriam. “Isso fez com que elas prestassem atenção ao que colocavam na boca e evidenciou correções na dieta que as ajudaram a emagrecer”, diz a nutricionista e autora Angela Kong.

3,2 kg a menos | Se não pular refeições 

Essa foi a estratégia que mais trouxe resultados, segundo o artigo científico. Afinal de contas, passar o horário do almoço com o estômago vazio, por exemplo, geralmente culmina em lanche da tarde bastante engordativo. O ideal é se alimentar de maneira moderada cinco vezes ao longo do dia.

28/08/2012

Amor não é biscoito

Fonte: Folha de S. Paulo

Como tem sido difícil para muitas mães ensinar aos filhos a importância da boa alimentação. Há pouco tempo para preparar a comida em casa, para estar com os filhos nos horários das refeições, para fazer o lanche que levarão à escola etc.

No mundo da velocidade, ensinar a criança a comer e a conviver com a família em torno da mesa tem sido tarefa quase impossível.

Precisamos reconhecer: a oferta de porcarias deliciosas dirigidas às crianças está muito grande. E esses alimentos são muito, muito sedutores. Lanches dos mais variados tipos, biscoitos coloridos com ou sem recheio, salgadinhos crocantes de todos os formatos e cores, frituras mil, chocolates, refrigerantes e muitos, muitos doces.

Temos tentado resolver essa questão principalmente porque a saúde infantil tem reclamado. Sobrepeso e obesidade, hipertensão, taxas altas de colesterol, doenças do aparelho digestivo e distúrbios alimentares –problemas antes restritos ao mundo adulto– agora marcam presença na vida de muitas crianças.

Em função desse panorama, vários Estados brasileiros já elaboraram leis para obrigar cantinas escolares a vender exclusivamente alimentos saudáveis e proibir a comercialização de itens gordurosos e industrializados, por exemplo.

Muitas escolas também já começam a oferecer alguns recursos para colaborar com o enfrentamento do problema: contratam nutricionistas, oferecem lanches balanceados, orientam pais e professores, realizam atividades culinárias com as turmas e abordam o tema da alimentação com seus alunos.

A questão é difícil tanto para as famílias quanto para as escolas. Afinal, como ajudar a criança a aprender a comer bem? Vamos tentar localizar alguns focos dessa questão.

O relacionamento entre pais e filhos mudou muito nas últimas décadas. Uma dessas mudanças foi radical: os pais têm receio, hoje, de perder o amor de seus filhos. Antes era o oposto: os filhos obedeciam por medo de perder o amor dos pais.

Dá para entender essa virada: em um mundo de relacionamentos afetivos extremamente frágeis, precisamos ter a garantia da permanência de alguns vínculos. Numa época em que o prefixo “ex” se multiplica na frente de palavras como marido, sogra, cunhado etc., nada como tentar assegurar que o bom relacionamento com os filhos permanecerá.

O problema é que isso tem se concretizado de maneiras equivocadas. Uma delas é a atitude de muitos pais de tentar dar ao filho tudo o que ele quer.

E o que a criança quer comer? Aquilo que achamos gostoso e que oferecemos a ela justamente por esse motivo. Vamos falar a verdade: queremos que as crianças se alimentem bem por questões de saúde, não é verdade? Mas elas logo percebem que o que lhe oferecemos porque consideramos gostoso não coincide com o que queremos que comam porque faz bem.

A mãe de uma garota de menos de dois anos me disse que estava bem difícil fazer a filha almoçar, porque ela só queria biscoito.

Perguntei à essa mãe como a criança descobrira os tais biscoitos e ela me respondeu que ela mesma é que havia introduzido esse alimento em casa. “Por que eu deveria privar minha filha de comer coisas gostosas? Eu só não sabia que ela iria gostar tanto a ponto de passar a recusar as refeições.”

E devo dizer: essa mãe permite que a sua filha substitua o almoço e o jantar por biscoitos. “Vou deixar que ela chore de fome?”, perguntou ela.

A maior parte das dificuldades alimentares de uma criança tem, portanto, origem no tipo de relação que seus pais estabelecem com ela e também com as escolhas que nós, adultos, fazemos do que consideramos gostoso. É ou não é?

16/08/2012

PROBLEMA DE PESO: O NÚMERO DE CRIANÇAS ACIMA DO PESO TEM CRESCIDO EM TODO LUGAR

O Brasil era diferente até pouco tempo atrás, mas já segue no mesmo caminho. 


Esse é um problema grave e difícil de resolver. O excesso de peso pode gerar diversas doenças graves, algumas mortais.

Para ter uma ideia, cientistas dizem que, nos Estados Unidos, por causa da obesidade as pessoas vão viver menos no futuro do que vivem hoje em dia.

Para enfrentar essa situação, uma das coisas necessárias é melhorar a alimentação das crianças. Nesse caso, os governos têm um papel importante.

Não se trata de criar proibições para todo lado ou de obrigar as pessoas a comer determinados produtos. A liberdade dos indivíduos também tem de ser respeitada. Não dá para aceitar ditadura nenhuma, muito menos na mesa de refeições.

Um bom caminho para o governo seguir é o usar os impostos. Basta aumentar os tributos de coisas que engordam, como refrigerantes e salgadinhos industrializados.

Com mais imposto, eles ficam mais caros nos mercados. Mas precisa também diminuir as taxas de alimentos saudáveis (como frutas e legumes), para ficarem mais baratos para o consumidor.

Iniciativas desse tipo são muito melhores do que proibir propaganda. Os fabricantes do setor de alimentos podem até usar os anúncios para destacar as qualidades nutricionais de seus produtos. Seria uma boa novidade.

O hábito da alimentação saudável é positivo, mas leva algum tempo para se firmar. Só não dá para impor uma coisa dessas a ninguém.

07/08/2012

Escalada da obesidade infantil esquenta debate sobre publicidade para crianças

Fonte: Equilíbrio e Saúde (Estadão)

A obesidade infantil está no centro de um debate que coloca, de um lado, a indústria de alimentos e suas guloseimas e, do outro, as organizações de direito do consumidor e sociedades médicas.

A causa da discórdia é a publicidade de alimentos para crianças no Brasil, se seria ou não um dos fatores responsáveis pelo crescimento assustador dos índices de obesidade infantil no país.

O IBGE mostrou aumento de mais de 200% na incidência de sobrepeso entre crianças de cinco a nove anos nas últimas três décadas. Para especialistas, é uma tendência comparável à epidemia de obesidade nos EUA.

O tema vai ser discutido nesta quinta na Câmara dos Deputados, em um seminário na Comissão de Direitos Humanos e Minorias. Na pauta, os projetos de lei parados no Congresso sobre regulação de publicidade infantil.

“O Brasil tem que avançar. Já há controle sobre a propaganda de cigarro e de bebidas, evidente que precisa haver controle sobre a publicidade para crianças”, diz o deputado Domingos Dutra (PT/MA), que preside a comissão.

Já o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) diz que a legislação do país está entre “as mais exigentes do mundo”.

Editoria de Arte/Folhapress

Um projeto que tramita no Senado é o 150/2009, que limita os horários para veicular comerciais de alimentos com alto teor de gordura, sódio e açúcar e de bebidas de baixo valor nutricional.

Esses comerciais poderiam ir ao ar só das 21h às 6h, seguidos de alertas sobre o risco do consumo excessivo dos produtos. Ficaria proibido o uso de personagens infantis na publicidade de alimento.

O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária do Conar já diz que “quando o produto for destinado à criança, sua publicidade deverá abster-se de qualquer estímulo imperativo de compra”, especialmente se apresentados por personagens ou autoridades.

CONFLITO DE INTERESSES

O Brasil não tem leis específicas, mas o Código de Defesa do Consumidor proíbe a publicidade que “se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança”. Além disso, entidades da indústria e o Conar têm normas de autorregulamentação.

“A autorregulamentação não tem funcionado, exemplos comprovam. Há conflito de interesses no fato de o mercado defender a saúde pública em detrimento do próprio mercado”, diz Mariana Ferraz, advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

“Além de serem veiculados no intervalo de programas infantis, muitos comerciais usam os próprios personagens. É como se fosse uma continuação do desenho”, critica Patrícia Alvares Dias, assessora técnica do Procon-SP.

Outro problema, para a advogada Isabella Henriques, do Instituto Alana, é a venda de alimentos com brindes colecionáveis. “É um incentivo para a criança comer mais. Nas promoções, ela tem até 60 dias para fazer a coleção.”

Sobre isso já há algumas iniciativas locais: em Belo Horizonte e Florianópolis há leis que proíbem a venda de brinquedos junto com alimentos em redes de fast food.

CÁLCULO DE INFLUÊNCIA

Várias pesquisas já tentaram medir até onde vai a influência da publicidade na alimentação das crianças, o que não é nada fácil.

“Há inúmeros fatores que podem interferir, mas há um acúmulo de evidências que mostram a influência direta da publicidade na escolha de produtos pela criança”, argumenta Daniel Bandoni, doutor em nutrição em saúde pública e professor da Unifesp.

Se medir o efeito dos anúncios é difícil, concluir que eles vendem alimentos não saudáveis é fácil: 67% deles são de produtos com muito sal, açúcar ou gordura, segundo um levantamento de 2010 coordenado pela Universidade de Liverpool que analisou 12.618 peças publicitárias de 11 países, incluindo o Brasil.

Dependendo da idade, a criança não tem senso crítico em relação ao anúncio, diz a pesquisadora Inês Vitorino, autora de “Televisão, Publicidade e Infância” (AnnaBlume, esgotado).
“Só por volta dos 12 anos ela começa a estabelecer a relação entre causa e consequência e reconhece o discurso comercial.”

MUITAS CAUSAS

A obesidade infantil tem muitas causas e os médicos são unânimes ao afirmar que a publicidade de alimentos não é a principal delas.

O primeiro fator é genético: se pai e mãe são obesos, o risco de a criança ser obesa é de 80%, diz a endocrinologista Zuleika Halpern, da Abeso (associação de estudo da obesidade). Se só um dos pais é obeso, o risco cai para 50%, e, se nenhum é, para 10%.

Há ainda o fator ambiental. Inclui comportamento familiar, hábitos e influências externas -como a publicidade.

“A publicidade induz a criança a pedir o produto aos pais, mas há um limite desse poder, isso sempre vai passar pela triagem de um adulto”, diz Luis Eduardo Calliari, endocrinologista pediátrico.

OUTRO LADO

O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) entende que a legislação e a autorregulamentação vigentes estão entre “as mais exigentes” do mundo. “Pelo Código de Defesa do Consumidor, um anunciante está sujeito à pena de detenção por propaganda enganosa”, afirma Gilberto Leifert, presidente do órgão.

Diz o Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária do Conar: “Quando o produto for destinado à criança, sua publicidade deverá abster-se de qualquer estímulo imperativo de compra”.

Leifert não vê conflito de interesses no fato de um órgão de representantes do mercado regular o próprio mercado. “O conselho de ética do Conar, responsável pelo julgamento dos processos, reserva espaço a representantes da sociedade civil [...] convidados a apresentar o ponto de vista do consumidor.”

A criação de leis sobre o tema, diz ele, é desnecessária. “Os consumidores são aptos a tomar decisões com base nas informações veiculadas em anúncios e na imprensa.”

Segundo Rafael Sampaio, vice-presidente da Associação Brasileira de Anunciantes, não há evidências precisas sobre o papel da publicidade na obesidade infantil.

“Um estudo encomendado pelo governo britânico mostrou que há dezenas de fatores que contribuem para o aumento da obesidade e a propaganda é só um deles, e nem é o mais influente”, diz.

Outro dado que ele cita é da província de Québec, no Canadá, onde a publicidade para crianças é proibida há 30 anos. “Um estudo de 2004 demonstrou que o índice de obesidade das crianças nessa província era de 7%, contra 8% do restante do país.”

Em carta, o presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação, Edmundo Klotz, diz que a indústria está preocupada em reduzir [até 2020] o teor de sódio e gordura dos alimentos, com base em acordo firmado em 2011 entre a indústria e o Ministério da Saúde.

A associação entende que a publicidade não é um fator determinante para a escalada da obesidade infantil, “mas reconhece a importância de tratar o assunto com muita responsabilidade”.

Em 2009, 23 indústrias de alimentos se comprometeram a “não fazer, para crianças abaixo de 12, publicidade de alimentos ou bebidas, com exceção de produtos cujo perfil nutricional atenda a critérios específicos baseados em evidências científicas”.

02/08/2012

A prática esportiva contra a obesidade
Pesquisa americana frisa a importância das atividades físicas na adolescência

Vivemos em um tempo cuja preocupação com a obesidade, seja ela em crianças ou em adultos, é constante. Muitas vezes, sabemos o que fazer para evitar esse quadro, mas fatores da nossa rotina, tais como violência urbana e o sistema de transporte caótico, presentes na vida de moradores de grandes centros urbanos brasileiros como São Paulo, nos impedem de enxergar o que acontece ao redor.

 Para os pais preocupados com essas questões, aí vão às conclusões de um trabalho publicado recentemente na revista Pediatrics:

Os pesquisadores envolvidos no estudo “Influence of Sports, Physical Education, and Active Commuting to School on Adolescent Weight Status” entrevistaram 1.718 estudantes do ensino médio de New Hampshire e Vermont para coletar informações que determinasse o nível de participação em atividade física relacionadas a altura e o peso.

No ano passado, adolescentes que jogavam três ou mais esportes eram 27% menos propensos a ter excesso de peso e tinham 39% menos chances de serem obesas, se comparadas aqueles que não fazem qualquer atividade esportiva.

O deslocamento ativo, como andar de bicicleta ou a pé para a escola, não foi relacionado com o fator sobrepeso de forma significativa, mas foi associado com a probabilidade reduzida de obesidade. Aulas de educação física para adolescentes parecem ter pouco impacto sobre o status de peso. O estudo sugere que a alta participação da instituição de ensino nos esportes, que agrega práticas regulares e competições, reduz o excesso de peso e a obesidade porque envolve a participação moderada a níveis de atividade extenuante.

31/05/2012

Metade da população brasileira tem excesso de peso, mostra pesquisa

Fonte: UOL

Praticamente metade, ou seja, 49% da população brasileira têm excesso de peso, revelam dados da pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), divulgada nesta terça-feira (10) pelo Ministério da Saúde. O número aumentou em relação aos resultados anteriores: em 2006, a proporção era de 42,7%. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.

Indivíduos com sobrepeso são aqueles que têm o Índice de Massa Corporal (IMC) entre 25 e 29,9 kg/m² (a definição não vale para crianças, idosos ou gestantes). Já são considerados obesos os que têm 30 kg/m² ou mais. O IMC é obtido dividindo-se o peso da pessoa pela altura ao quadrado.

O levantamento, divulgado anualmente pelo Ministério, traz um diagnóstico da saúde do brasileiro a partir de questionamentos sobre os hábitos da população, como tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, alimentação e atividade física. A pesquisa coletou informações nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal e contou com mais de 54 mil pessoas, entrevistadas em 2011.

O aumento da obesidade e do excesso de peso atinge tanto a população masculina quanto a feminina. Em 2006, 47,2% dos homens e 38,5% das mulheres estavam acima do peso, enquanto que, em 2011, as proporções passaram para 52,6% e 44,7%, respectivamente. “Homens com mais anos de estudo apresentam maior grau de obesidade e excesso de peso”, comentou o secretário de Vigilância em Saúde Jarbas Barbosa.

Excesso de peso e obesidade nas capitais

Capitais/DF % pessoas com sobrepeso % de obesos
Porto Alegre 55,4 19,6
Fortaleza 53,7 18,4
Maceió 53,1 17,9
Natal 52,3 18,5
Manaus 51,8 17,8
Cuiabá 51,7 17,2
Macapá 51,2 21,4
Curitiba 50 16,2
João Pessoa 49,8 14,2
Rio de Janeiro 49,6 16,5
Campo Grande 49,3 18,1
Porto Velho 49,2 16,4
Distrito Federal 49,1 15
Boa Vista 48,6 13
Florianópolis 48,2 14,9
Rio Branco 48,1 17,1
São Paulo 47,9 15,5
Vitória 47,3 14,8
Recife 47,1 14,8
Goiânia 47 13,3
Belém 45,7 13,2
Belo Horizonte 45,3 14,2
Salvador 44,8 14,9
Teresina

44,5

12,8
Aracaju 44,5 39,8
Palmas 40,3 12,5
São Luís 39,8 12,9

Ganho de peso com a idade

O envelhecimento, segundo os dados, tem forte influência na obesidade. Entre os homens, o problema do excesso de peso começa cedo e atinge 29,4% dos que têm entre 18 e 24 anos. Entre homens de 25 a 34 anos, o índice quase dobra, chegando a 55%. Dos 35 aos 45 anos, o percentual é de 63%.

Entre as mulheres, 25,4% entre 18 e 24 anos estão acima do peso. A proporção aumenta para 39,9% dos 25 aos 34 anos e chega a 55,9% dos 45 aos 54 anos.

Em relação à obesidade, 6,3% dos homens de 18 a 24 anos se encaixam nessa categoria, contra 17,2% dos homens de 25 a 34 anos. Entre as mulheres, 6,9% das que têm de 18 a 24 anos são obesas. O índice quase dobra entre mulheres de 25 a 34 anos (12,4%) e quase triplica entre 35 e 44 anos (17,1%). Após os 45 anos, a frequência da obesidade se mantém estável, atingindo cerca de um quarto da população feminina.

A pesquisa mostra como fator de risco o grande consumo de refrigerantes, carne e leite integral, que é rico em gorduras. Por outro lado, a pesquisa também mostra que o nível de escolaridade interfere positivamente nos hábitos alimentares. “Quem tem mais de 12 anos de escolaridade, consume mais hortaliças.

“Se não quisermos chegar ao patamar dos Estados Unidos, que tem mais de 25% da população obesa, agora é a hora de agir”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ele acredita que o acordo com a indústria de alimentos para redução de gordura, assim como o acordo recente feito com escolas para a promoção da alimentação saudável, são medidas que devem ter impacto na tendência de obesidade no futuro.

Boa notícia

Uma das boas notícias do Vigitel foi a redução do número de fumantes no país, que ficou abaixo dos 15% pela primeira vez. A diminuição ocorreu principalmente entre os homens. A grande maioria das capitais brasileiras já está abaixo da média nacional de consumo de cigarros.

Para o ministro, o dado só reforça o sucesso de medidas como a proibição do fumo em ambientes fechados e a tributação elevada do cigarro.

(Com Agência Brasil)

Evolução da frequência de excesso de peso na população brasileira

Ainda há tempo de mudar…

10/04/2012

Acompanhem o 1º episódio do programa: Medidinha Certa, basta clicar no vídeo abaixo.

E vc, tem cuidado da sua alimentação?

04/04/2012

Veja como acompanhar o peso e a altura de crianças

Em crianças e adolescentes o crescimento, o desenvolvimento e o estado nutricional são avaliados por meio de indicadores antropométricos como peso/idade, altura/idade, peso/altura e Índice de Massa Corporal (IMC)/idade.

A curva do IMC/Idade, desenvolvida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é um bom indicador do estado nutricional da criança. É calculado o IMC (peso/altura²), assim como a idade em anos e meses, depois estes valores são colocados nas curvas abaixo. A interpretação depende do sexo da criançaCalcule o IMC aqui!

Classificação:

Percentil < P3: baixo IMC para idade – Indica baixo peso.

Percentil  ≥ P3 e < P85:  Eutrófico ou Peso ideal para a idade

Percentil  ≥ p85 e < p97: Sobrepeso

Percentil  ≥ p97: Obesidade

A nutricionista Jéssica Borrelli lembra que o resultado não deve ser utilizado isoladamente para dar o diagnóstico final de baixo peso, sobrepeso ou obesidade pelos pais, porém é um bom indicador para estes desvios nutricionais.  Na avaliação individual, o mais recomendado é a associação de outros métodos de diagnóstico nutricional que avaliam a composição corporal (dobras cutâneas triciptal e subescapular e circunferências).

Se o percentil der fora dos valores ideais P≥3 e P≤ 85, os pais devem procurar um médico pediatra  para que ele faça o correto diagnóstico e em conjunto com uma equipe multiprofissional composta por nutricionista e educador físico  ocorram as mudanças comportamentais.

Deve-se estimular a atividade física da criança com excesso de peso, aumentando seu gasto energético e em conjunto com a reeducação alimentar, incluir hábitos mais saudáveis. Não há dietas restritivas para crianças, o ideal é a cada dia substituir um hábito errado por um mais saudável equilibrando, de maneira gradual, o seu peso.

03/04/2012

Medidinha Certa

Fonte: Fantástico

No domingo passado, o Fantástico passou a exibir uma série sobre os hábitos alimentares de 3 crianças. Eles serão monitorados por 3 meses. Nós também passaremos a monitorá-los, e por que não, incorporar essas dicas de hábitos saudáveis no dia a dia das crianças? Wilame, João Víctor e Isabella são os protagonistas do Medidinha Certa

O que Wilame, João Víctor e Isabella têm em comum? Eles estão participando do Medidinha Certa! E o preparador físico Márcio Atalla busca alternativas de atividades físicas e brincadeiras ao ar livre, que estimulem essa garotada. Ele também orienta as famílias para quem tenham uma alimentação mais saudável. Quer conhecer um pouquinho mais de cada um?

Esse é o Wilame Vieira Piteri Filho, de Osasco (SP). Ele tem 11 anos, pesa 33,4 quilos e tem 1,51 metro de altura. Apesar de ser bem magrinho e ativo, o Wilame se alimenta muito mal. A brincadeira de que ele mais gosta é jogar futebol com os amigos. E o prato preferido é lasanha de queijo com presunto!  A atividade proposta para essa família é mudar o padrão alimentar da casa. E a mãe dele já contou que a parte mais difícil para o filho vai ser justamente encarar as saladas e os legumes.

Esse aí é o João Víctor Moraes de Oliveira, de Cotia (SP). Ele tem 10 anos, pesa 52 quilos e mede 1,44. O João está acima do peso e também tem hábitos alimentares muito ruins. Além disso, passa horas jogando videogame e não pratica exercícios. O prato favorito do João Víctor? Arroz, hamburguer, batatas-fritas e ketchup! Mas a mãe do João disse que ele está bem disposto para melhorar a alimentação.  A meta aqui é também diminuir o tempo na frente da TV e estimular atividades físicas.

Essa daí é a Isabella Fernandes Lopes Telles, de São Paulo. Ela tem 9 anos, pesa 63,6 quilos e tem 1,51 metro de altura. Mesmo estando acima do peso, a Isabella é sedentária. Ela mora bem pertinho da escola e, ainda assim, vai pra lá de carro. O objetivo para ela é mudar a alimentação e criar o hábito de praticar exercícios físicos, começando pela caminhada.

29/03/2012

Aprenda a fazer um Supermercado Magro

Quinze atitudes para encher o carrinho sem culpa

Fonte: Emagrece Brasil

Um bom cardápio começa a ser elaborado no supermercado. E esse estabelecimento há muito tempo deixou de ter cara de mercearia. Hoje, além de oferecer tudo que precisamos para abastecer a cozinha, suas gôndolas estão repletas de tentações. É lá que, se não tomarmos cuidado, a reeducação alimentar acaba muitas vezes sem sequer ter começado.

Portanto, o primeiro passo para ir em busca da cintura fina é aprender a fazer um supermercado magro. Veja algumas dicas das nutricionistas Tatiane Trevilato de Brito, de Ribeirão Preto, no interior paulista, e Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria, em São Paulo, para conter os impulsos e acertar na hora de encher o carrinho.

1) Nunca vá às compras com fome — Essa é a recomendação básica. Quem vai ao mercado com apetite de jiboia certamente acaba comprando mais do que precisa e deixa se seduzir muito mais facilmente por alimentos pouco nutritivos.

2) Antes de ir, faça uma lista — Anote apenas o que realmente necessita. Planeje o cardápio com ingredientes e quantidades para facilitar o momento da compra. Caso contrário, você corre o risco de chegar em casa e perceber que faltam produtos essenciais e que ainda trouxe muita coisa por impulso. Além de encher a geladeira de besteiras, a conta pode sair bem mais cara.

3) Comece pelo setor de hortifruti — Encha o carrinho com frutas, verduras e legumes, que são os mais nutritivos. Assim não vai sobrar tanto espaço para os outros itens que geralmente são mais engordativos.

4) Olho vivo nas informações dos rótulos — Hoje o Ministério da Saúde obriga todos os fabricantes a exibir os dados nutricionais na embalagem dos alimentos. Procure dar preferência a produtos com baixo %VD para gorduras saturadas, gorduras trans e sódio; e a produtos com alto %VD para as fibras alimentares. Não basta passar os olhos, é preciso entender. Para saber usar bem essas informações, leia também a reportagem Aprenda a ler os rótulos dos alimentos

5) Evite o corredor dos doces, guloseimas e salgadinhos — Se uma das táticas é encher o carrinho com vegetais, a outra é nem olhar para chocolates e companhia. Fuja, portanto, dessas avenidas adocicadas. Isso porque na hora da fome, provavelmente esses inimigos da cintura serão a primeira escolha. Se for inevitável ter um docinho no armário, escolha biscoitos integrais, mas sem recheios, já que eles são ricos em açúcar e gordura.

6) Procure por produtos mais naturais — “Em geral, as pessoas optam pelo mais prático, que são as comidas e molhos prontos. Porém, quanto mais processado for o alimento, mais conservantes ele terá, principalmente sódio, e menos fibras, vitaminas e minerais”, explica Tatiane.

 7) Não se iluda com as ofertas — Elas acabam fazendo a gente levar muito mais do que realmente precisa e até o que não deve. Principalmente porque nunca se vê “leve duas alfaces e pague uma” ou “leve oito maçãs e pague seis”. É a velha história: além de correr o sério risco de ganhar barriga, a conta também vem mais rechonchuda no final.

 8) Procure não parar nos pontos de degustação — As porções oferecidas podem até ser pequenas, mas uma aqui e outra ali inflam os pneus. E os produtos que vêm nos palitinhos, em geral, são bem engordativos. Muito cuidado!

 9) Prefira os alimentos em água aos em óleo — Os primeiros são mais calóricos e ainda têm maior concentração de gorduras. O atum é um ótimo exemplo. “Se comprar conservas no azeite, deixe-as numa peneira em casa para escorrer o excesso, diminuindo, assim, a gordura”, aconselha Beatriz.

 10) Na hora de comprar cereais matinais — Evite os que possuem açúcar refinado na composição. Há opções com mel, açúcar mascavo ou até mesmo não adoçados.

 11) Vá de peito de peru em vez de presunto — É mais leve e menos gorduroso.

 12) Se o pão estiver na lista, rume direto aos integrais — Com bom teor de fibras, são mais nutritivos, dão maior sensação de saciedade e ainda ajudam no funcionamento do intestino.

 13) Priorize as carnes magras e brancas — Elas são mais saudáveis e menos calóricas. Uma ótima opção são peixes como atum, sardinha e salmão, ricos em ômega 3, que fazem bem ao peito.

 14) Quanto mais amarelo for o queijo, mais gorduras e calorias ele fonecerá — Portanto, avance nos brancos.

 15) Opte por requeijão light, leites e iogurtes desnatados — Esse trio tem menos calorias, mas seu sabor é igual ao das versões tradicionais.

21/03/2012

Diabetes Infantil:  Sintomas, Cuidados e Tratamento.

Fonte: Diabetes Infantil

O diabetes infantil exige cuidados especiais com a alimentação e impõe hábitos rígidos às crianças para toda vida. Ver uma criança se deliciando com balas, chocolates e sobremesas é um prazer raro para quem tem um filho diabético.

A doença, surge abruptamente e pode tanto afetar crianças e adolescentes em qualquer idade, é um dos problemas crônicos mais comuns da infância e faz 200 novas vítimas por dia ao redor do mundo. E o pior: sem tratamento adequado, pode provocar complicações graves, como perda da visão e amputação de membros.

Sintomas do Diabetes Infantil

Segundo o endocrinologista pediátrico Luis Eduardo Calliari, professor da faculdade de medicina da Santa Casa de São Paulo, o diabetes infantil se manifesta de repente e os pais precisam ficar atentos aos seguintes sinais:

Sintomas diabete infantil

- Aumento da sede: a criança passa a beber mais água que o normal e, mesmo assim, continua sedenta.
– Aumento da diurese: como conseqüência da ingestão excessiva de água,
ocorre um aumento na quantidade de urina produzida pelo corpo, que se reflete em maior freqüência ao banheiro.
– Perda de peso: apesar de um notório aumento de apetite, a criança não engorda e ainda passa a perder peso.

Controle da Diabete Infantil

• O diabetes tipo 1, prevalescente em crianças, é uma doença auto-imune, em que o corpo produz anticorpos contra as células do pâncreas que produzem insulina. A falta dessa substância, que quebra as moléculas de açúcar do sangue, pode causar sérias complicações e levar à morte.

• Por isso, a criança diabética precisa receber injeções de insulina diáriamente e controlar a entrada de açúcar no corpo, o que exige cuidados com a alimentação.

• Para um bom controle da glicemia (açúcar no sangue), são necessárias várias aplicações de insulina ao dia, além de acompanhamento do nivel de glicose através de monitorização domiciliar, utilizando apenas uma gota de sangue (da ponta do dedo)”, explica o médico.

controle diabete infantil

• Ao contrário do diabetes tipo 2, que ocorre geralmente em adultos obesos, o do tipo 1, que aparece nas crianças, pode afetá-las em qualquer idade. É mais raro em lactentes e mais freqüente em crianças de 5 a 8 anos e nos adolescentes.

• Os endocrinologistas chamam a atenção para uma epidemia do tipo 2 que existe entre os pequenos nos últimos anos, devido à alimentação pouco saudável e à falta de atividade física, que levam à obesidade. Mesmo assim, o tipo 1 ainda prevalesce entre as crianças.

Segundo uma pesquisa realizada pela Sociedade Internacional de Diabetes em Adolescentes e Crianças (ISPAD), em parceria com o laboratório Novo Nordisk, apontou que as escolas brasileiras não estão preparadas para atender as crianças diabéticas.

• Apenas 50% dos alunos entrevistados afirmaram que seus professores têm conhecimento de sua doença e 10% deles se dizem discriminados e consideram que o diabetes limita seus relacionamentos sociais.

• De acordo com o estudo, cerca de 60% dos jovens não controlam devidamente a doença no período letivo e 40% das crianças faltam à escola ao menos uma vez por mês em função da doença.

• Pais e filhos gostariam que fossem oferecidos lanches mais saudáveis nos colégios e que os professores tivessem capacitação para atender os alunos diabéticos em casos de emergência.

• Foram ouvidos profissionais de saúde, pais e cuidadores de crianças diabéticas, além de jovens portadores da doença em 13 países, entre eles o Brasil.

Cuidados à mesa na diabete infantil

A dieta da criança diabética, deve seguir os moldes da alimentação saudável em todas as idades.
Deve-se fracionar a dieta em 6 refeições, equilibrar as calorias, sem exagero, em proteínas, carboidratos e gorduras, e evitar comer açúcares.
Veja algumas orientações para amenizar as restrições do cardápio de seu filho:

alimentação diabete infantil

- Nas festinhas de aniversário: procure levar doces diet que a criança possa comer, para que ela não fique com vontade vendo os amiguinhos se deliciando com guloseimas. Além disso, de acordo com o médico, é possível administrar insulina de ação ultra-rápida, caso a criança coma doces ou salgados.

- Muitas vezes a tentação de doce pode estar na própria dispensa da casa e para a criança, fica muito difícil resistir, especialmente se os irmãos, por exemplo, estiverem liberados para o açúcar. A dieta deve ser de toda a família .Mas se outras crianças vão comer guloseimas, utilize as diet ou negocie a aplicação de dose extra de insulina, pondera.

- Na escola é preciso um cuidado todo especial com a lancheira, que deve ter sanduíche natural, frutas, barra de cereal diet e suco diet. A criança precisa resistir à oferta de doces e refrigerantes das cantinas, e a escola precisa dar apoio aos alunos diabéticos.

Prática de esportes

 O portador de diabetes tipo 1 precisa fazer atividades físicas regularmente e em horários programados, natação, futebol, dança etc. É necessário que seja observado o comportamento da glicemia, medindo-a antes e após as sessões de exercícios, para o ajuste adequado dos alimentos e das doses de insulina.

14/03/2012

Cuidados Diários e a Alimentação Infantil

Fonte: Obesidade Infantil

Neste artigo, iremos discutir uma das partes mais importantes de cuidar de uma criança. A alimentação infantil e as necessidades nutricionais de uma criança.

Uma filosofia comum é “longe da vista, longe do coração”.

Por isso, é aceitável que o pai ou mãe deixe a sua criança no infantário e não se preocupe com a alimentação infantil durante o dia, pois o infantário cuidará desse aspecto, certo?

Bem, por vezes isso não se passa dessa forma.

Infelizmente, o valor nutritivo dos alimentos nos infantários é muitas vezes ditado pelo orçamento que o infantário tem para gerir. Na maioria dos casos, este é reduzido, pois a maioria das receitas é direccionada para o pagamento dos funcionários, não existindo o espaço que devia existir para a alimentação infantil.

Em muitos casos os orçamentos existentes são muito reduzido para a alimentação das crianças. De facto, a maioria dos infantários não chega a ter um orçamento para alimentação infantil das crianças.

O que podem os pais fazer?

Em primeiro lugar, é necessário apurar qual o orçamento do infantário para alimentação infantil. As quantias exactas podem não ser fornecidas, mas poderão estimar que tipos de alimentos podem ou não comprar. Isto irá dar-lhe uma boa ideia da alimentação que o seu filho tem no infantário e da que deverá fornecer-lhe.

Isto leva-nos ao problema seguinte.

Alguns infantários não permitem que as crianças consumam alimentos de fora, nestes casos, apenas são autorizados alimentos fornecidos pelo infantário. É por isso que é importante saber que alimentos são servidos às crianças.

O que os pais devem saber exactamente é que tipo de alimentação se adequa mais ao seu filho. Infelizmente, nem todos os pais são exemplo de uma boa alimentação.

Grande parte da população do Brasil sofre de obesidade ou de má nutrição.

Depender destes pais para que os seus filhos saibam ter uma boa alimentação é como pedir a um psicólogo para desmontar uma bomba.

Por isso, a primeira coisa a fazer é consultar um nutricionista para estabelecer, um plano de alimentação infantil para a sua criança, ou seja, uma dieta baseada nas necessidades da criança.

Em seguida, descubra se o infantário fornece os alimentos estabelecidos pela dieta.

Se o infantário fornecer apenas alguns, ou pior, nenhuns dos alimentos, tente saber se é possível fornece-los para que sejam dados ao seu filho. Se isto não for permitido, pense seriamente se quer deixar o seu filho nesse infantário.

Porquê tanta confusão por causa da alimentação infantil?

É simples. Vários estudos comprovam que o progresso e a saúde da criança estão directamente relacionados com a sua alimentação.
Por isso, se não está com o seu filho durante o dia para lhe assegurar uma boa alimentação infantil, certifique-se de que o infantário fornece alimentos nutritivos, ou encontre outro infantário.

A saúde do seu filho depende disso.

06/03/2012

10 motivos para você adotar hábitos saudáveis

Fonte: CyberDiet

Muitas pessoas relatam que se encontram desanimadas para iniciar ou continuar um novo programa alimentar para emagrecer. Apesar de reconhecerem a importância de perder peso, essas pessoas não conseguem a motivação necessária para colocar em prática esse propósito.

Desanimadas, correm o risco de aumentar os seus problemas, ao desistir e assumir a obesidade como algo inevitável.

 A sociedade se preocupa demais com o corpo e com padrões de beleza. Por isso não faltam dietas para o controle de peso – o que não significa que todas sejam saudáveis. Muitas apresentam deficiências em vários nutrientes e podem causar danos à saúde, como diminuição do rendimento físico, fadiga muscular, estresse, desidratação e outros problemas.

Influenciadas pela propaganda que exibe corpos esculturais, algumas pessoas se submetem ao apelo do emagrecimento rápido. Nesse processo perdem água e músculos, e não propriamente gordura, o que pode provocar distúrbios metabólicos e digestivos. Quando a dieta adotada é desequilibrada, a perda de peso é passageira e a pessoa volta a comer a quantidade e os tipos de alimentos que fazem engordar.

O melhor caminho para controlar o peso continua sendo a reeducação alimentar e a prática regular de atividade física. Trata-se de mudar o estilo de vida, o que não é fácil, pois exige força de vontade e perseverança. Como há necessidade de mudança, as pessoas tendem a desanimar, pois hábitos já incorporados são difíceis de abandonar. Há uma resistência natural, que na maioria das vezes se expressa pela falta de motivação e desânimo. É mais fácil se acomodar e deixar tudo como está.

Mas o que fazer com a necessidade e o desejo de modificar uma condição física desfavorável? Surge assim um conflito que pode causar muita angústia até ser solucionado. Por isso a pessoa precisa aprender o significado e a importância de comer bem, trocando maus hábitos por bons hábitos alimentares. Quando não consegue fazer isso sozinha, é necessário recorrer à ajuda de profissionais especializados, como médico endocrinologista, nutricionista, psicólogo e instrutor físico.

Algumas dicas podem ajudar a adotar hábitos alimentares saudáveis:

1- A moderação é o melhor caminho para uma alimentação equilibrada.

2- O mesmo se aplica à atividade física. O ideal é praticar um pouco todos os dias, ou pelo menos três vezes por semana. Não há necessidade de praticar várias horas para suar bastante. Isso é mito, pois o suor elimina água e não gordura. Para obter um bom resultado não há necessidade de pegar pesado. Deve-se procurar uma atividade física agradável, para que possa ser mantida.

3- Examinar os próprios hábitos alimentares para encontrar os pontos fracos e abandoná-los.

4- Suprimir hábitos que engatilham o apetite. Ao chegar em casa, se a pessoa ataca a geladeira, é preciso ter apenas alimentos pouco calóricos dentro dela e ir abandonando esse hábito progressivamente.

5- Estabelecer uma meta racional de perda de peso. Não é preciso ter a magreza de uma modelo.

6- Não aceitar nenhuma sugestão, nem mesmo da própria mãe, para comer alimentos calóricos. Agradecer e explicar rapidamente o seu objetivo de conquistar hábitos saudáveis.

7- Nos finais de semana e em ocasiões especiais na casa de amigos, em festas e restaurantes, procurar as opções que possam trazer benefícios. Sempre é possível fazer boas escolhas.

8- Se a pessoa estiver aberta a novos alimentos e combinações, descobrirá uma infinidade de pratos saborosos e nutritivos.

9- Quando começar a perceber os resultados no próprio corpo, seguir em frente sentindo orgulho dos resultados alcançados.

10- Ser persistente e responsável com o desejo de emagrecer.

Este é um bom caminho a seguir para não desanimar e conquistar o peso desejado. Vá em frente!

18/02/2012

A Lista dos 10 piores alimentos para o ser humano

Fonte: Coletivo Verde

3º lugar: Donuts (rosquinhas fritas)

Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans – o pior tipo de gordura que você pode ingerir. Essas substâncias estão relacionadas a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contêm, em média, 300 calorias cada.
Solução: Um bolo caseiro substitui muito bem essas rosquinhas horrorosas, puro açúcar. Temos como opção um bolo de chocolate, preferência nacional, mas pode ser de fubá, cenoura, laranja, baunilha.

2º lugar: Refrigerante

De acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola (www.mercola.com), uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55 mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessários 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.

1º lugar: Refrigerante Diet

É o pior alimento de todos os tempos. Além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte. Os efeitos do aspartame podem ser confundidos com a doença de Alzheimer, síndrome de fadiga crônica, epilepsia, vírus de Epstein-Barr, doença de Huntington, hipotireoidismo, doença de Lou Gehrig, síndrome de Lyme, doença de Ménière, esclerose múltipla, e pós-pólio.

Solução para o 2º e 1º lugares: Sucos, sucos e sucos de frutas. Vitaminas com leite e frutas, banana e chocolate. Deixe seu filho conhecer novos sabores, ofereça, coloque em copos e jarras chamativos, canudos, guardanapos engraçados, mesas enfeitadas. Pense bem, as propagandas e as embalagens são muito mais gostosas que a bebida ou a comida em si, será que não está faltando charme em sua mesa? Será que o belo não está sendo esquecido em função da praticidade? Comemos primeiro pelos olhos, sempre. Capricho, carinho e atenção são os melhores condimentos.

Lembrando: a Natureza cobra, e somos parte dela, nossa natureza é um alimento puro, vivo, com a energia do carinho na escolha, na preparação e no servir.Reveja seus valores nutricionais, converse com seu filho sobre os problemas causados pelo alimento no Ser Humano e no Meio Ambiente. Vale dedicar um pouco mais de tempo para o alimento, o resultado aparece na Saúde e na Consciência.

17/02/2012

A Lista dos 10 piores alimentos para o ser humano

6º lugar: Salgadinhos de batata

Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.
Solução: O conselho do 5º lugar aqui também é válido.

5º lugar: Bacon

O consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.

4º lugar: Cachorro-quente

Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, também nos EUA, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.

Solução para o 5º e 4º lugares: As carnes em geral são repletas de promotores de crescimento, às processadas ainda se acrescentam os aditivos químicos. Troque tudo isso por um lindo pão caseiro feito com linhaça e gergelim, aberto ao meio, coloque um ovo caipira frito na manteiga, rodelas de tomate temperado com azeite extra virgem, sal marinho e orégano. Acrescente fatias de mussarela ou queijo branco. Leve ao forno para derreter o queijo. Depois de tirar do forno acrescente 1 ou 2 folhas de alface. Coloque num prato bem bonito. Duvido que alguém reclame. Não gosta de ovo? Faça só com queijo.

16/02/2012

A Lista dos 10 piores alimentos para o ser humano

7º lugar: Batatas fritas

Contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, mas também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas.

Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.

Solução: Começo a pensar que o problema maior não são os industrializados, e sim os hábitos das famílias. Já que as crianças amam batatas fritas porque não usar batatas orgânicas fritas em óleo de girassol, feitas em casa lógico?

Conhecem as falsas batatas fritas? Aí vai a receita: Cozinhar ligeiramente as batatas cortadas em cubinhos, escorrer, salpicar sal marinho e jogá-las em óleo bem quente apenas para dourar. Pode ser feito com mandioquinha e mandioca também. É fritura, sim, mas bem menos perversa.

13/02/2012

A Lista dos 10 piores alimentos para o ser humano

8º lugar: Pizza

Nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados está cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas com farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.
Solução: Ah também tenha dó pizza congelada,ninguém merece. Peça uma quentinha na pizzaria mais próxima (é menos prejudicial e bem mais gostosa) ou faça a sua própria massa e chame todo mundo para colocar o recheio favorito.

Aproveite e desvende novos sabores, tenha várias cumbucas com ingredientes diferentes: mussarela ralada, azeitonas pretas picadas, alho poro refogado, cogumelos no azeite, muito tomate orgânico temperado, folhinhas de rúcula e manjericão, ricota temperada, mussarela de búfala, e tudo o mais que a sua imaginação for capaz de criar. Aproveite e faça umas doces também: bananas ou maçãs cozidas com açúcar e canela, brigadeiro, goiabada e queijo branco.

11/02/2012

A Lista dos 10 piores alimentos para o ser humano

9º lugar: Salgadinho de milho

Desde o surgimento dos alimentos transgênicos, a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Ela aponta que esse alimento pode causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor ganho de peso e irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.

Solução: É verdade o milho está quase todo transgênico, mas ainda temos a pipoca orgânica. Promova uma deliciosa rodada de pipoca de verdade, aquela da panela que faz barulho e convide a criançada para participar. Garanto que os salgadinhos serão esquecidos, pois o cheirinho e o carinho são muito mais irresistíveis.

09/02/2012

A Lista dos 10 piores alimentos para o ser humano

Recebi um email sobre “Os 10 piores alimentos para o Ser Humano” e concordei com tudo o que foi escrito, mas fiquei pensando, como as pessoas que não tem o conhecimento das trocas que se pode fazer a favor de uma alimentação mais saudável, agiriam, provavelmente com pessimismo e com a famosa frase: “Ah se eu for pensar nisso não como mais nada”.

Mas não se deixe contaminar pelo pessimismo, criei dicas bem fáceis e criativas para você transformar estes alimentos em versões mais saudáveis e saborosas.Conheça o abaixo a lista feita pela nutricionista Michel Schoffro Cook e “soluções” para transforma-los.

10º lugar: Sorvete.

Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e de saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.

Solução: Pois bem, que tal um delicioso sorvete caseiro feito de inhame? Isso mesmo Inhame, dá a consistência perfeita, a liga, não tem sabor, portanto se harmoniza muito facilmente. Além disso, tem grandes propriedades nutricionais. Vale a pena experimentar, é muito fácil de fazer!

Sorvete de Inhame, ingredientes:

  • 500gr de inhame cozido e descascado
  • 02 latas de leite condensado
  • 01 garrafinha de creme de leite fresco
  • 01 colher de chá de baunilha
  • Modo de Preparar:
  • Bater tudo no liquidificador, a base do sorvete está pronta.

Colocando o sabor:
Baunilha: Acrescente no liquidificador 1 colher de café de baunilha
Chocolate: Acrescente no liquidificador 2 colheres de sopa de cacau em pó. Se quiser fazer o gênero Chocolate Chique, coloque amêndoas picadinhas , nozes, pedacinhos de chocolate amargo, ou o que preferir.
Frutas: acrescente à mistura do liquidificador 1 copo do suco da fruta de sua preferência.

VEJA OS TEXTOS E COMENTÁRIOS PUBLICADOS EM 2011

17 Comentários

  1. estela silva miranda de assis

    eu gosto de andar de bicicleta então por isso imagreço

  2. eu como como mas nao engordo

  3. Eu adoro comer parece que eu sou comilona igual a magali ♥

  4. eu adoro muito comer parece que eu sou igual o meu pai ♥

  5. nossa que tudo que fomeeee
    mas de ves em quando bate uma fome mas tudo muito injoua ne

  6. karen palacios amancio

    eu como muito mas não como isso como mais salada verduras!mais de vez em quando bate aquela vontade de comer rabada

  7. mariana

    eu gosto muito disso

  8. Camille teodoro rodrigues

    é julia tambemgosto muito dessas coisas mas como só de final de semana

  9. mariana bortolotto do santos

    eu tambem nao como isto em semana so de final de semana

    • Fico feliz ;)

    • Rafaela christina de morais dos reis

      eu também só tomo sorvete de fim de semana

    • Rafaela christina de morais dos reis

      eu também só tomo sorvete de fim de semana
      mariana

  10. Julia de souza carnicini

    ai que pena porque eu adoro tudo isso. de semana eu sou saudavel de final de semana eu me estrago só como porcaria rs

    • De vez em qdo pode comer ;)

      • Julia de souza carnicini

        de vez em quando pode mais sempre não. porque faz mal pro coração

    • Raianne

      Eu não tenho hora quando aparece na minha frente eu não aguento e como tudo.
      Se vc ver isso comente

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